IgesDF amplia leitos pediátricos no HBDF e HRSM para atender demanda sazonal de síndromes respiratórias. Ação temporária visa melhorar o atendimento às crianças no Distrito Federal.

Atendendo a uma demanda crescente, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) anunciou a abertura de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTI Pediátrica) no Hospital de Base (HBDF) e de Unidade de Cuidados Intermediários Pediátricos (Ucip) no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Essa ação visa melhorar o atendimento às crianças durante a sazonalidade de síndromes respiratórias, que tem gerado um aumento significativo na procura por serviços de saúde.
No Hospital de Base, foram adicionados dez leitos à já existente estrutura de vinte leitos de UTI Pediátrica. O superintendente do HBDF, Guilherme Porfírio, destacou que a iniciativa é temporária e ocorrerá enquanto durar a alta demanda. Para viabilizar essa expansão, o hospital recebeu empréstimos de equipamentos, como berços pediátricos do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e monitores do Hospital da Criança de Brasília (HCB).
Guilherme Porfírio enfatizou a importância de estar preparado para atender as necessidades da Secretaria de Saúde do DF. A criação desses novos leitos é uma resposta direta ao aumento de casos graves entre crianças com síndromes respiratórias, proporcionando um atendimento mais eficaz e seguro.
Simultaneamente, o Hospital Regional de Santa Maria está organizando a abertura de quinze leitos de Ucip, que são destinados a pacientes semicríticos que requerem monitorização e cuidados intensivos. A superintendente do HRSM, Eliane Abreu, informou que esses leitos estarão localizados no primeiro andar da unidade, onde já existem enfermarias pediátricas.
Eliane Abreu também mencionou que a compra emergencial dos itens necessários para a montagem da Ucip está em andamento. A equipe do HRSM está mobilizada para garantir que todas as crianças que necessitam de atendimento médico sejam assistidas adequadamente durante esse período crítico.
Essas iniciativas são fundamentais para enfrentar a sazonalidade de síndromes respiratórias e garantir a saúde das crianças no Distrito Federal. A união da sociedade civil pode ser um grande apoio para fortalecer essas ações e garantir que mais crianças recebam o atendimento necessário em momentos de crise.

O Distrito Federal registrou 333 casos suspeitos de meningite em 2024, com 92 confirmações. A cobertura vacinal subiu para 95,3%, destacando a importância da imunização. A redução de 14% nos casos em relação a 2023 reflete o impacto positivo das vacinas, segundo a médica Anna Paula Bise Viegas, da Secretaria de Saúde. A meningite, uma inflamação das meninges, pode ser grave e é amplamente evitável. O tratamento varia conforme o tipo de infecção, mas a prevenção continua sendo a principal estratégia. As vacinas estão disponíveis nas unidades de saúde do DF.
As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Distrito Federal agora oferecem o teste molecular de DNA-HPV, visando aumentar o diagnóstico precoce do câncer de colo do útero. A iniciativa, lançada na UBS 7 de Samambaia, impactará mais de 167 mil mulheres e faz parte do programa “Agora Tem Especialistas” do Ministério da Saúde. O novo exame, que identifica 14 genótipos do HPV, substituirá gradativamente o Papanicolau, permitindo diagnósticos mais precisos e rápidos, especialmente em mulheres assintomáticas.

O câncer de mama é o mais comum entre mulheres no Brasil, com previsão de quase 74 mil novos casos anuais entre 2023 e 2025, destacando a importância da detecção precoce e hábitos saudáveis.
Centro Cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) passa por revitalização, aumentando de três para cinco salas operatórias e expandindo a sala de recuperação. Expectativa é de aumentar em 50% as cirurgias eletivas.

Pesquisadores da UFRGS revelaram que algoritmos de machine learning podem prever hospitalizações em pacientes diabéticos, destacando a combinação de XGBoost e Instance Hardness Threshold como a mais eficaz. Essa abordagem pode otimizar recursos e melhorar o cuidado ambulatorial.

Bella Regina Kupper Gervitz, de 94 anos, faleceu após atendimento inadequado na Prevent Senior, evidenciando a falência do sistema de saúde suplementar e a desumanização no atendimento a idosos.