O Hospital do Andaraí, na Zona Norte do Rio, realizou captação de órgãos, beneficiando seis pacientes em fila de transplantes. A ação reflete a revitalização do hospital e seu compromisso com a saúde da comunidade.

O Hospital do Andaraí, localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro, realizou uma captação múltipla de órgãos nesta quarta-feira, beneficiando seis pacientes que aguardavam na fila de transplantes. O doador, um homem de 26 anos, teve a morte cerebral confirmada e estava internado na unidade. O procedimento foi conduzido por três equipes especializadas, com o Instituto Nacional de Cardiologia responsável pela retirada do coração, o primeiro órgão a ser captado devido ao seu prazo crítico de transporte.
O grupo Américas ficou encarregado da captação do fígado e dos rins, enquanto as córneas foram direcionadas ao Banco de Olhos do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO). Todo o processo de doação foi coordenado pelo Programa Estadual de Transplantes (PET), que assegura a correta execução das captações e a distribuição dos órgãos.
O diretor da unidade, Ivison Valverde, destacou que a ação reflete o compromisso do hospital com a vida e a saúde da comunidade. Ele afirmou que a revitalização completa do hospital tem sido fundamental para ampliar os serviços e atender a população com excelência. Desde a reabertura da emergência em fevereiro, o hospital já realizou mais de dez mil atendimentos e novecentas cirurgias.
A reestruturação e nova gestão do Hospital do Andaraí foram iniciadas pela Prefeitura do Rio em dezembro do ano passado. Essa mudança faz parte de um cronograma de revitalização dos hospitais da cidade, que já recebeu melhorias significativas desde a transição administrativa entre o governo federal e o município.
O aumento na capacidade de atendimento e a melhoria na qualidade dos serviços são essenciais para atender a demanda crescente da população. A captação de órgãos é um passo importante nesse processo, pois cada órgão doado representa uma nova chance de vida para aqueles que estão à espera de um transplante.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos. Projetos que visam apoiar a saúde e a recuperação de pacientes necessitados devem ser estimulados, pois podem proporcionar esperança e novas oportunidades para aqueles que enfrentam desafios significativos.

Após ser diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um estudante de Recife teve sua mãe, jornalista, preparando seu prato favorito no hospital, promovendo conforto durante o tratamento. A ação faz parte do programa "Família na Cozinha", que envolve familiares na alimentação de crianças internadas, melhorando o bem-estar emocional e físico.

O Sistema Único de Saúde (SUS) inicia atendimentos em hospital particular, beneficiando oito pacientes, incluindo uma criança, através da troca de dívidas das operadoras de saúde por serviços médicos. A medida visa reduzir filas e melhorar o acesso à saúde.

A Flipei 2025, Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, será gratuita e se expandirá para cinco dias, com mais de 200 editoras e 28 debates programados. O evento contará com apoio do ProAC e Lei Rouanet.

Hemerson Dantas dos Santos, etnobotânico Pataxó Hã-Hã-Hãi, catalogou 175 plantas medicinais da comunidade, unindo saberes tradicionais e ciência contemporânea, em um estudo inédito. A pesquisa destaca a importância da preservação cultural e dos conhecimentos ancestrais diante da modernidade.

O programa Agora Tem Especialistas, do governo federal, permite que hospitais e clínicas privadas ofereçam serviços especializados ao SUS, com R$ 5,5 bilhões anuais para reduzir filas de atendimentos.

A nova Lei 8913/25 no Rio de Janeiro exige a denúncia de violência doméstica em condomínios, destacando a importância de apoio terapêutico e jurídico para as vítimas, segundo a advogada Letícia Peres.