O projeto Restaurando Sorrisos já atendeu 1.777 mulheres em situação de vulnerabilidade no DF, com 15.921 procedimentos realizados. A meta é alcançar 7 mil atendimentos até o fim do ano.

O projeto Restaurando Sorrisos foi criado para oferecer atendimento odontológico gratuito a mulheres em situação de vulnerabilidade e vítimas de violência doméstica no Distrito Federal. No primeiro semestre de 2023, 1.777 mulheres foram atendidas, totalizando 15.921 procedimentos realizados. A iniciativa, que já passou por Paranoá e Itapoã, está atualmente em Sobradinho e tem como meta atender 7 mil mulheres até o final do ano.
Desenvolvido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em parceria com o Instituto Brasileiro de Saúde, Ensino, Pesquisa e Extensão para o Desenvolvimento Humano (IBSaúde), o projeto conta com um investimento de R$ 8 milhões, oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Rafael Prudente. O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, destacou a importância do projeto para devolver dignidade e autoestima às mulheres atendidas.
O vice-presidente do IBSaúde, Vinícius Medeiros, ressaltou que a ação vai além da saúde bucal, buscando contribuir para o resgate da dignidade e do bem-estar emocional das pacientes. Entre os procedimentos realizados estão profilaxia, aplicação de flúor, tratamento de canal e restaurações. A cirurgiã-dentista Andréa Oliveira, supervisora clínica da iniciativa, enfatizou que cada sorriso restaurado representa um passo em direção à autoestima e aos sonhos das mulheres.
Desde o início do projeto, foram realizados 4 mil procedimentos em Paranoá e 1.014 atendimentos em Itapoã. Atualmente, em Sobradinho, a expectativa é de que o projeto siga para Planaltina, com a meta de 19 mil procedimentos até o fim do ano. Para participar, as interessadas devem se inscrever presencialmente, residir no Distrito Federal, estar registradas no CadÚnico e apresentar documentos como identidade e CPF.
As consultas são confirmadas por ligação ou mensagem via WhatsApp, e o andamento da ação pode ser acompanhado pelas redes sociais. O projeto Restaurando Sorrisos é um exemplo de como a saúde pública pode atuar como um instrumento de transformação social, oferecendo um cuidado integral às mulheres em situação de vulnerabilidade.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a recuperar não apenas a saúde bucal, mas também a dignidade e a autoestima. Projetos como esse merecem ser apoiados e ampliados, pois cada sorriso restaurado é um passo em direção a uma vida mais plena e feliz.

Influenciadores brasileiros estão diversificando suas rendas com novas iniciativas, como lojas online que vendem produtos e destinam lucros a causas sociais. A startup Elev-C oferece uma plataforma para essa transformação.

Lidiane Santos, fundadora da Kaffe Torrefação e Treinamento, alcançou R$ 1 milhão em faturamento em 2024, com crescimento projetado de 15% para 2025 e mais de 2,5 mil alunos formados. A Kaffe, referência no setor cafeeiro, busca expandir sua presença e inovar em produtos e cursos online, promovendo educação e experiências de qualidade.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) do Brasil impôs restrições ao uso de bloqueadores hormonais e cirurgias de transição para pessoas trans, gerando preocupações sobre a saúde mental dessa população. Pesquisadores alertam que essas medidas podem resultar em retrocessos significativos nos cuidados de saúde e na pesquisa científica, afetando especialmente jovens trans e suas famílias.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que proíbe a obsolescência programada, considerando-a abusiva no Código de Defesa do Consumidor. A medida, defendida por Kim Kataguiri, visa proteger consumidores e o meio ambiente. O texto seguirá para análise em outras comissões antes de possível votação no Senado.

A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, Janja, recebeu o artista Jay Boggo no Palácio do Planalto para discutir arte e sustentabilidade, enfatizando a construção de um futuro igualitário. O estilista destacou a importância do afeto e da cultura nas conversas.

A deputada federal Célia Xakriabá (PSOL-MG) propôs uma PEC para renomear a Câmara dos Deputados para "Câmara dos Deputados e das Deputadas", visando combater a invisibilidade feminina na política. A mudança, que reflete séculos de exclusão, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça antes de votação.