Ibama aprova conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada da Petrobras, permitindo vistorias e simulações para responder a derramamentos de óleo na Bacia da Foz do Amazonas. A continuidade do licenciamento depende da viabilidade operacional do plano.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aprovou, no dia dezenove de maio de dois mil e vinte e cinco, o conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF) da Petrobras. Essa aprovação é parte do Plano de Emergência Individual (PEI) para a pesquisa marítima no Bloco FZA-M-59, localizado na Bacia da Foz do Amazonas. O plano foi considerado adequado em seus aspectos teóricos e metodológicos, atendendo aos requisitos técnicos exigidos.
A aprovação do conceito do PPAF permite que a Petrobras inicie a próxima fase, que inclui a realização de vistorias e simulações para testar a eficácia do plano em situações de derramamento de óleo. Essas atividades visam avaliar a capacidade de resposta da empresa em casos de emergência, garantindo a proteção da fauna local. O Ibama fundamentou sua decisão em análises técnicas contidas no Parecer Técnico nº 39/2025 e na Manifestação Técnica nº 02/2025.
É importante ressaltar que a aprovação do conceito do PPAF não significa que a licença para a perfuração exploratória foi concedida. O processo de licenciamento ambiental continua e depende da verificação da viabilidade operacional do PEI. O Ibama e a Petrobras estabelecerão um cronograma para a Avaliação Pré-Operacional (APO), que incluirá as vistorias e simulações necessárias.
O Ibama reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, buscando equilibrar o crescimento econômico com a preservação ambiental. A atuação em áreas sensíveis, como a Bacia da Foz do Amazonas, é crucial para garantir que as atividades de exploração não comprometam a biodiversidade local.
O PPAF é uma resposta necessária diante dos riscos associados à exploração marítima, especialmente em regiões ecologicamente vulneráveis. A proteção da fauna oleada é um aspecto essencial para mitigar os impactos ambientais e assegurar a integridade dos ecossistemas marinhos.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode contribuir para a proteção da fauna e do meio ambiente. A união em torno de projetos que visem a preservação da biodiversidade é fundamental para garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.

Dois veleiros sustentáveis, Kat e Aysso, navegarão na Amazônia como laboratórios flutuantes de inovação em energia limpa durante a COP30 em Belém. A iniciativa, em parceria com a WEG e a expedição Voz dos Oceanos, visa promover a transição energética e combater a poluição plástica.

Chef Saulo Jennings, embaixador da culinária amazônica, será destaque na COP30 em Belém, promovendo a biodiversidade e políticas públicas através da gastronomia local.
Mário Moscatelli será homenageado na 14ª edição do Filmambiente, que ocorrerá de 27 de agosto a 5 de setembro, no Estação NetRio, em Botafogo, com a exibição gratuita de 47 filmes de 25 países. O festival abordará o Colonialismo Ambiental, destacando a luta pela preservação cultural e ambiental. A mostra paralela Visions Du Réel, apoiada pela Embaixada da Suíça, também será apresentada, trazendo um importante acervo de documentários.

O Ibama participou do Treinamento Pré-Antártico 2025, promovido pela Marinha, capacitando 144 profissionais sobre proteção ambiental na Antártica. A ação reforça o compromisso do Brasil com a preservação do continente.

A Sabesp avança na coleta e tratamento de esgotos com contratos de água de reuso, incluindo um com o complexo do Anhembi, enquanto a Grande São Paulo utiliza apenas 1% da água recuperada.

Infestação do borrachudo, Simulium spp, preocupa moradores do Itanhangá. Ações conjuntas entre autoridades visam combater o inseto com limpeza de rios e uso de BTI, buscando restaurar o equilíbrio ambiental.