O Ibama atualizou o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental, incluindo novas categorias profissionais como Ecólogo e Técnicos em Biotecnologia, com prazo de 90 dias para inscrição. Essa mudança visa regulamentar a atuação desses profissionais e reforçar a gestão ambiental no Brasil.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) anunciou, em 24 de junho de 2025, a publicação da Instrução Normativa nº 12/2025. Esta norma atualiza o Anexo II da Instrução Normativa nº 12/2021, que regulamenta a inscrição no Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental (CTF/AIDA). Com essa atualização, novas categorias profissionais, como Ecólogo e Técnicos em Biotecnologia, devem se inscrever no CTF/AIDA em um prazo de noventa dias.
A inclusão dessas categorias foi motivada pela regulamentação da atuação dos profissionais junto ao sistema dos Conselhos Federal e Regionais de Biologia (CFBio/CRBios). O reconhecimento dessas ocupações é fundamental para atividades relacionadas à consultoria ambiental, monitoramento e controle de impactos ecológicos. A obrigatoriedade de inscrição no CTF/AIDA visa formalizar e ampliar o controle sobre essas atividades essenciais para a proteção do meio ambiente.
Os profissionais que atuam nas áreas especificadas devem se cadastrar conforme os códigos e nomenclaturas oficiais da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Entre as novas ocupações estão: Pesquisador em biologia ambiental, Técnico em patologia clínica, Técnico em Biotecnologia e Tecnólogo em Biotecnologia. Cada uma dessas categorias possui atribuições específicas que contribuem para o desenvolvimento de pesquisas e práticas sustentáveis.
O CTF/AIDA é um registro obrigatório para pessoas físicas e jurídicas que atuam com consultoria técnica sobre problemas ecológicos e ambientais, além de incluir aqueles envolvidos na produção, comércio ou uso de equipamentos destinados ao controle de atividades potencialmente poluidoras. Essa atualização reforça o compromisso do Ibama com a eficiência na gestão ambiental.
Para consultar a lista completa de ocupações e sinônimos reconhecidos pelo cadastro, os interessados devem acessar a Tabela de Ocupações e Sinônimos disponível no portal do Ibama. A formalização dessas categorias profissionais é um passo importante para garantir a qualidade e a responsabilidade nas atividades que impactam o meio ambiente.
Em um momento em que a proteção ambiental é mais crucial do que nunca, iniciativas que promovem a formalização e o reconhecimento de profissionais da área devem ser apoiadas. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na promoção de projetos que visem a sustentabilidade e a preservação do nosso planeta.

Desde 2018, as araras-canindé estão sendo reintroduzidas no Parque Nacional da Tijuca, após 200 anos de extinção local. A dieta delas agora inclui frutos nativos, como pimenta-de-mato e guapixava, durante a aclimatação. A bióloga Lara Renzeti, do Refauna, explica que a transição alimentar é essencial para que as aves reconheçam os frutos em diferentes estágios, contribuindo para a regeneração da floresta.

A floresta do Parque Nacional da Tijuca, vista como natureza intocada, é na verdade resultado de reflorestamento e marcas de atividades humanas, revelando uma rica história cultural. O estudo destaca a interação entre humanos e natureza, evidenciada por vestígios de trilhas, carvoarias e espécies exóticas que moldaram a paisagem.

O projeto Light Recicla, da companhia de energia, oferece descontos na conta de luz em troca de resíduos recicláveis, com novo ecoponto na Vila da Penha. Em 2022, foram recicladas mais de 6.500 toneladas.

A ilha de St. Paul, no mar de Bering, enfrenta um inverno sem gelo marinho, resultando na morte de milhões de aves e caranguejos, colapso da pesca e aumento nos preços dos alimentos. A comunidade local, composta por 338 residentes, luta para sobreviver em meio a mudanças climáticas devastadoras.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, declarou situação de emergência em Padre Bernardo devido ao deslizamento do Aterro Sanitário Ouro Verde, que ocorreu em junho. A empresa Ouro Verde firmou um Termo de Ajuste de Conduta para remover 40 mil m³ de lixo até agosto.

Em julho de 2025, o Brasil registrou a menor área queimada desde 2019, com 748 mil hectares, refletindo uma queda de 40% em relação ao ano anterior. A Amazônia teve uma redução de 65% nas queimadas, mas o Cerrado continua sendo o bioma mais afetado.