Nova Iguaçu enfrenta incêndios florestais e forma Brigada Voluntária para combate. A Prefeitura local abre inscrições até 22 de abril para capacitar moradores no enfrentamento das chamas, após seis incêndios que devastaram quase 29 hectares. A Brigada Florestal Voluntária, em parceria com o Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil, visa preparar cidadãos para atuar na proteção ambiental.

No primeiro trimestre de 2025, Nova Iguaçu registrou seis incêndios florestais, queimando quase 29 hectares, o que equivale a aproximadamente 29 campos de futebol. As áreas mais afetadas incluem a Área de Proteção Ambiental (APA) Tinguá, que sofreu a maior devastação, com 14,8 hectares destruídos. As APAs de Jaceruba e Gericinó-Mendanha também foram impactadas, com 7,52 e 6,45 hectares queimados, respectivamente. A situação é alarmante e demanda ações efetivas para prevenir novos incidentes.
Para enfrentar essa problemática, a Prefeitura de Nova Iguaçu está promovendo a formação de uma nova turma da Brigada Florestal Voluntária. As inscrições estão abertas até 22 de abril e são direcionadas a moradores com idade a partir de 18 anos, que estejam em boas condições físicas e não tenham restrições médicas para atividades físicas. Essa iniciativa visa capacitar a população local para atuar no combate a incêndios florestais.
Os selecionados participarão de um curso que ocorrerá em dois dias, nos dias 28 e 29 de abril. A parte teórica será realizada no auditório da Casa do Professor, sede da Secretaria Municipal de Educação, abordando os principais fundamentos das ações de prevenção e resposta a incêndios florestais. O módulo prático incluirá reconhecimento do território da Serra do Vulcão e simulações de combate às chamas.
A atuação do Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil (Nupdec), em parceria com as secretarias municipais de Defesa Civil e de Agricultura e Meio Ambiente, tem sido fundamental para minimizar os danos causados pelos incêndios. A Guarda Municipal Ambiental coordena as ações, que têm mostrado resultados positivos na proteção das áreas florestais do município.
É essencial que a comunidade se mobilize para participar dessa iniciativa, pois a prevenção e o combate a incêndios florestais dependem da colaboração de todos. A formação de brigadas voluntárias é uma maneira eficaz de engajar a população na proteção do meio ambiente e na preservação dos recursos naturais.
O apoio à formação de brigadas e a conscientização sobre a importância da preservação ambiental são fundamentais. Nessa situação, nossa união pode ajudar a fortalecer a capacidade de resposta a incêndios florestais e promover um futuro mais seguro para todos.

A COP30 se aproxima, mas apenas 25 países apresentaram planos climáticos, representando 20% das emissões globais. O aquecimento já atinge 1,36°C, e a janela para limitar a 1,5°C está se fechando.

Recentemente, foram plantadas setenta novas mudas de paineira no Distrito Federal, com um ambicioso plano de cultivar duzentas mil até 2025/2026, destacando a relevância ecológica e estética da espécie.

O aumento do preço do açaí em Belém, devido à entressafra e mudanças climáticas, afeta consumidores e produtores. O governador do Pará, Hélder Barbalho, deseja compartilhar a fruta com Donald Trump na COP30.

Em São Paulo, o projeto PlantArte transforma a ciclovia do Rio Pinheiros em uma galeria de arte "pedalável", unindo arte e sustentabilidade com obras de 25 artistas e árvores frutíferas. A iniciativa, que celebra o Dia do Meio Ambiente, visa democratizar o acesso à arte e promover a preservação ambiental.

O Ibama recebeu aprovação para o projeto FortFisc, com investimento de R$ 825,7 milhões, visando fortalecer a fiscalização ambiental e alcançar a meta de desmatamento zero até 2030. Anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto busca ampliar a capacidade de controle do desmatamento ilegal na Amazônia, alinhando-se a políticas ambientais e promovendo a conservação da floresta.

O Senado aprovou o PL 2.159/2021, que facilita licenças ambientais, gerando críticas por potencializar a degradação e isentar atividades de licenciamento. A Câmara deve corrigir os erros do projeto.