O Brasil está desenvolvendo uma Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos para garantir a exploração sustentável de recursos essenciais à transição energética e ao desenvolvimento local. A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, busca alinhar a exploração mineral à justiça social e à sustentabilidade, promovendo uma nova governança internacional.

O Brasil está desenvolvendo uma Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (MCE) para assegurar a exploração responsável de recursos essenciais à transição energética. A necessidade de descarbonização e a demanda por minerais como lítio, cobalto e níquel são fatores que impulsionam essa iniciativa. O país possui uma diversidade geológica e uma matriz elétrica limpa, o que o posiciona como um potencial líder em diplomacia mineral, promovendo a soberania nacional e a justiça climática.
Os MCE são fundamentais para a produção de tecnologias sustentáveis, como turbinas eólicas e baterias. Além disso, minerais como potássio e fosfato são cruciais para a produção de fertilizantes, que também desempenham um papel na descarbonização por meio da produção de biocombustíveis. Contudo, a crescente demanda global por esses recursos intensifica a competição entre nações, tornando a segurança mineral uma questão de sobrevivência e estabilidade geopolítica.
O projeto de lei nº 2780/2024, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe avanços como a atualização da lista de MCE e a criação de espaços participativos para acompanhamento da política. No entanto, o foco principal ainda recai sobre incentivos fiscais e linhas de crédito, sem abordar adequadamente a necessidade de um licenciamento rigoroso e transparente para a extração desses minerais.
Um licenciamento eficaz deve considerar os impactos socioambientais e garantir a participação da sociedade civil. A Taxonomia Sustentável do Ministério da Fazenda condicionará o acesso a financiamentos a critérios ambientais, sociais e de governança, reforçando a importância de um processo de licenciamento robusto. O fortalecimento das instituições responsáveis é crucial para garantir a eficácia desse licenciamento.
Além disso, a política nacional deve contemplar critérios de classificação dos MCE, segurança mineral, planejamento geopolítico e desenvolvimento socioeconômico. As desigualdades históricas e os desafios locais não podem ser ignorados, e é essencial que a exploração mineral beneficie as comunidades onde esses recursos estão localizados. A articulação entre governo, setor privado e sociedade civil é fundamental para alinhar a exploração mineral a um novo modelo de desenvolvimento.
Projetos que visem a construção de agendas de desenvolvimento territorial e o fortalecimento de capacidades institucionais podem ser catalisadores para um futuro mais sustentável. A união da sociedade civil pode impulsionar iniciativas que garantam a justiça e a responsabilidade na exploração dos MCE, promovendo um desenvolvimento que beneficie a todos.

As águas do Rio São Francisco chegaram ao Rio Piranhas, trazendo esperança renovada para agricultores e pescadores em Jardim de Piranhas (RN), com investimentos do governo em infraestrutura hídrica. O Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) promete transformar a realidade da região, garantindo segurança hídrica e desenvolvimento para milhares de famílias que enfrentam a seca.

O Pará se prepara para a COP30 com novas regras para o Fundo Estadual de Meio Ambiente, prevendo R$ 1 bilhão a mais para ações sustentáveis, destacando a responsabilidade ambiental e a transparência nas políticas públicas.

Criolo participará do debate "Esse tal de Efeito Estufa" na Rio Climate Action Week, abordando a urgência da crise climática com cientistas e jovens ativistas. O evento visa conscientizar sobre os impactos diretos na vida cotidiana.

Fabricantes de máquinas agrícolas, como John Deere e New Holland, estão inovando com tratores movidos a etanol e biometano, promovendo a descarbonização e redução de custos no setor. A transição para tecnologias limpas avança rapidamente no Brasil, com foco em atender a demanda global por soluções sustentáveis.

Ressacas em Niterói causam danos severos nas praias de Camboinhas e Sossego, levando a interdições e retirada de contêineres. A Defesa Civil alerta para ondas de até 3,5 metros e destaca a vulnerabilidade de Piratininga a eventos climáticos extremos.

Pesquisadores brasileiros criaram uma argila cerâmica leve com algas Sargassum, oferecendo uma solução sustentável para o acúmulo dessa biomassa nas praias. O estudo, coordenado por João Adriano Rossignolo da USP, mostra que a adição de sargaço melhora o desempenho ambiental e reduz a densidade do material.