O Ministério Público Federal (MPF) investiga danos ambientais na construção da ponte Salvador-Itaparica, a maior da América Latina, com 12 quilômetros e R$ 10 bilhões em investimentos. As sondagens para as fundações já começaram, totalizando 102 furos.

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito para apurar possíveis danos ambientais relacionados à construção da ponte que ligará Salvador a Itaparica. Este projeto, que se destaca como uma das maiores obras de infraestrutura da Bahia, possui mais de 12 quilômetros de extensão e requer investimentos de R$ 10 bilhões. A ponte será a maior construção sobre lâmina d´água da América Latina.
Recentemente, o consórcio chinês que ganhou a concessão por meio de Parceria Público-Privada (PPP) deu início aos trabalhos de sondagem para as fundações da ponte. O projeto prevê a realização de 102 furos ao longo de todo o traçado, o que levanta preocupações sobre os impactos ambientais na região.
O inquérito do MPF foi aberto com o objetivo de evitar que as obras causem danos irreparáveis ao meio ambiente. A investigação busca garantir que as medidas necessárias sejam tomadas para proteger a biodiversidade local e os ecossistemas que podem ser afetados pela construção.
As sondagens, que são etapas preliminares para a construção, têm gerado debates sobre a necessidade de um equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental. A obra promete facilitar o transporte e a mobilidade entre as duas localidades, mas é crucial que os impactos ambientais sejam cuidadosamente avaliados.
Além das questões ambientais, a obra também é vista como uma oportunidade de desenvolvimento econômico para a região, podendo gerar empregos e impulsionar o turismo. No entanto, é fundamental que a sociedade civil esteja atenta e participe ativamente das discussões sobre o projeto.
Nesta situação, a união da sociedade pode ser um fator decisivo para garantir que a construção da ponte ocorra de forma sustentável e responsável. Projetos que visem a proteção ambiental e a conscientização sobre os impactos das obras devem ser incentivados, promovendo um futuro mais equilibrado para todos.

O BNDES se destaca como o maior financiador de ônibus elétricos da América Latina, com R$ 3,8 bilhões aprovados em 2023, promovendo uma economia de baixo carbono e impulsionando a indústria nacional.

Cientistas descobriram que as bactérias Gordonia e Arthrobacter podem degradar plásticos como polipropileno e poliestireno em ambientes não poluídos, oferecendo novas esperanças para a gestão de resíduos. Essa pesquisa destaca o potencial de microrganismos para enfrentar a crescente crise da poluição por plástico, que atinge mais de 460 milhões de toneladas anuais e uma taxa de reciclagem de apenas 9%.

A bióloga Angela Kuczach lidera a SOS Oceanos, que critica os compromissos vagos do governo Lula na COP 30 e busca mobilizar a população para proteger os oceanos brasileiros. A iniciativa, apoiada por várias instituições, destaca a conexão entre a saúde do mar e a qualidade do ar.

A Fundação Grupo Boticário lançou a campanha "ON pela Natureza", interrompendo a programação do Canal OFF para promover a conscientização ambiental e plantou 1.440 árvores. A ação gerou grande engajamento nas redes sociais.

Usinas de açúcar e etanol em São Paulo lançam campanhas contra queimadas, visando proteger a safra 2025/26, que deve ser inferior à anterior devido à seca e incêndios. Ações incluem carreatas e educação comunitária.

A implementação da Declaração de Belém enfrenta desafios, com apenas 4% das ações formalizadas entre agosto de 2023 e junho de 2025, segundo a Plataforma Cipó. O diagnóstico revela que 70% das iniciativas ainda estão em fases iniciais.