Minas Gerais avança na luta contra a escassez hídrica com 57 sistemas de dessalinização em operação, beneficiando milhares e prevendo mais 30 até 2025, atendendo 16 mil pessoas. O Programa Água Doce (PAD) é uma ação do Governo Federal para garantir água potável e promover a saúde nas comunidades do semiárido.
O Governo Federal tem intensificado ações no semiárido de Minas Gerais para combater a escassez hídrica e garantir acesso à água de qualidade. Com cinquenta e sete sistemas de dessalinização em operação, a iniciativa faz parte do Programa Água Doce (PAD), que visa atender comunidades vulneráveis em regiões com baixa disponibilidade de água. Desde seu lançamento em dois mil e quatro, o PAD tem se mostrado essencial para a transformação de água salobra em potável, beneficiando milhares de pessoas.
Os sistemas de dessalinização já implantados em Minas Gerais representam um esforço conjunto entre a União, o estado e os municípios. A tecnologia utilizada permite que a água tratada chegue a localidades que antes dependiam de fontes inadequadas. As intervenções ocorreram em vinte e seis municípios, com destaque para Mato Verde, onde mais de cento e trinta famílias agora têm acesso diário a vinte litros de água tratada por pessoa.
A região semiárida mineira, que abrange cerca de cinquenta e oito municípios, enfrenta desafios climáticos severos, como longos períodos de estiagem e chuvas mal distribuídas. Apesar das adversidades, a área possui grande potencial produtivo e concentra comunidades rurais que dependem de políticas de acesso à água e incentivo à produção sustentável. O PAD não apenas fornece água, mas também promove capacitação e gestão comunitária dos recursos hídricos.
Além de garantir segurança hídrica, o acesso à água potável impacta diretamente a saúde das comunidades. O consumo de água salobra pode levar a problemas de saúde, como diarreias e doenças renais. Com os sistemas de dessalinização, as populações têm agora uma fonte segura e de qualidade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.
A segunda etapa do PAD já foi anunciada, prevendo a instalação de mais trinta sistemas de abastecimento até dois mil e vinte e cinco, com um investimento de R$ 11,2 milhões. Essa nova fase tem como objetivo atender mais dezesseis mil pessoas em comunidades rurais do semiárido mineiro. O estado de Minas Gerais é uma das prioridades do governo federal, que já implantou duzentos e cinquenta e cinco sistemas de dessalinização em todo o semiárido desde dois mil e vinte e três.
Iniciativas como o Programa Água Doce devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois são fundamentais para a melhoria das condições de vida das comunidades afetadas pela escassez hídrica. A união em torno de projetos que visam garantir acesso à água potável pode fazer a diferença na vida de milhares de pessoas que ainda enfrentam dificuldades nesse aspecto.

Ministério dos Povos Indígenas lança iniciativas para fortalecer a participação indígena na COP30. O evento, que ocorrerá na Amazônia, visa integrar demandas indígenas na agenda global sobre mudanças climáticas e promover legados duradouros.

A exposição a poluentes atmosféricos e temperaturas extremas está ligada ao aumento de consultas por dermatite atópica em adultos, segundo uma metanálise recente. A pesquisa destaca a necessidade de diretrizes de saúde pública atualizadas.

O governo Lula vetou 63 trechos do Projeto de Lei do Licenciamento, preservando normas ambientais e direitos de povos indígenas, após críticas de organizações civis. A proposta busca garantir proteção ambiental e segurança jurídica.

A Câmara Municipal de Niterói aprovou projeto que proíbe venenos em espaços públicos, permitindo uso apenas por órgãos governamentais. A medida visa proteger animais e crianças, aguardando sanção do prefeito.

Entre 5 e 11 de maio de 2025, o Brasil enfrentará chuvas intensas e temperaturas elevadas, com riscos de temporais e granizo no Rio Grande do Sul. A MetSul alerta para acumulados de até 200% da média mensal.

A aprovação do "PL da Devastação" pela Câmara gera forte reação de organizações ambientais, que pedem veto do presidente Lula, alertando para um retrocesso nas políticas de licenciamento ambiental. O projeto, que facilita o licenciamento para empreendimentos agropecuários e reduz a consulta a órgãos como Ibama, é considerado um golpe na proteção ambiental e na justiça climática.