O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, inicia a terceira etapa do Caminho das Águas no Ceará, visitando barragens que beneficiarão mais de 91 mil pessoas com segurança hídrica. As obras visam melhorar o abastecimento e apoiar atividades econômicas locais.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, iniciou nesta quarta-feira (16) a terceira etapa do Caminho das Águas nos municípios de Barro e Orós, no Ceará. As ações visam aumentar a segurança hídrica no semiárido, beneficiando mais de noventa e um mil habitantes. A visita começou às 9h30, com a inspeção da Barragem de Prazeres, que será integrada ao Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF).
A Barragem de Prazeres, localizada em Barro, atenderá a 22.758 moradores, proporcionando abastecimento de água e suporte a atividades como agricultura, piscicultura, turismo e geração de energia hidrelétrica. Às 15h30, o ministro se dirigiu a Orós para verificar a revitalização da Barragem de Orós, onde foi acionada uma nova válvula dispersora, aumentando a capacidade de atendimento para mais de sessenta e nove mil pessoas nos municípios de Orós, Jaguaribe e Quixelô.
As obras são parte dos investimentos do Governo Federal para garantir a segurança hídrica em regiões afetadas pela seca. A presença de autoridades locais, parlamentares e representantes de órgãos federais, como o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), reforça a importância dessas iniciativas.
Essas intervenções são fundamentais para melhorar a qualidade de vida das comunidades locais, que enfrentam desafios relacionados à escassez de água. O fortalecimento da infraestrutura hídrica é um passo crucial para garantir o acesso à água potável e promover o desenvolvimento sustentável na região.
Além disso, a revitalização das barragens pode impulsionar a economia local, criando oportunidades em setores como turismo e agricultura. A integração das barragens ao PISF é uma estratégia que visa não apenas o abastecimento, mas também a geração de emprego e renda para a população.
Iniciativas como essas devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode contribuir para a continuidade e expansão de projetos que visam melhorar a vida das comunidades no semiárido. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de milhares de pessoas que dependem da água para viver e prosperar.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, discute na França o Balanço Ético Global, que será apresentado na COP 30 em Belém, visando uma avaliação ética da crise climática. A iniciativa busca mobilizar ações efetivas diante da inação global.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) autorizou o Estudo de Viabilidade Técnica do Canal de Integração do Sertão Piauiense, que transporá águas do rio São Francisco. A obra beneficiará 42 municípios e cerca de um milhão de pessoas, buscando garantir segurança hídrica em áreas afetadas pela seca. O custo do estudo é de R$ 8,5 milhões e será apresentado em audiência pública na Assembleia Legislativa do Piauí.

O Innova Summit 2025, em Brasília, destaca inovações em sustentabilidade com projetos de compostagem, restauração do Cerrado e técnicas de plantio sustentável, promovendo impacto social positivo. Empreendedores como Micael Cobelo, Nathaly Maas e a dupla Alexandre Nogales e Matheus Destro apresentam soluções que transformam resíduos em adubo, restauram ecossistemas e capacitam comunidades rurais.

O Governo Federal anunciou um novo investimento de R$ 16 milhões para Santa Maria, totalizando R$ 68 milhões em obras de infraestrutura no Rio Grande do Sul, visando a recuperação de estradas e pontes. O ministro Waldez Góes destacou a importância da parceria entre as esferas de governo para a reconstrução da região afetada por eventos climáticos extremos.

Um surto de circovírus compromete a reintrodução da ararinha-azul na Bahia, levando o ICMBio a suspender o programa e a Blue Sky a se opor à captura das aves em vida livre. A situação gera tensões entre as partes envolvidas.

Marina Silva anunciou que o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) deve ser lançado até a COP-30, com a meta de mobilizar mais de US$ 150 bilhões para 70 países. O governo critica a falta de financiamento climático.