Ibama capacita pilotos em Porto Seguro para combate aéreo a incêndios florestais. Treinamentos visam eficiência e segurança nas operações, preparando equipes para o período crítico de queimadas.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) está promovendo, até 14 de abril, em Porto Seguro, na Bahia, dois treinamentos de combate aéreo a incêndios florestais. As capacitações visam preparar e certificar pilotos, tanto novos quanto experientes, para operações com helicópteros no transporte de materiais utilizados no combate a esses eventos ambientais.
Esses treinamentos fazem parte do cronograma anual do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) e da Coordenação de Operações Aéreas (Coaer), ambos do Ibama. Durante o curso, os participantes recebem instruções sobre embarque e desembarque de brigadistas, uso de dispositivos aéreos de ignição e metodologias de combate a incêndios, além de organização em campo.
A primeira fase do treinamento em Porto Seguro conta com a presença de dez comandantes, mecânicos, operadores aerotáticos e brigadistas florestais contratados pelo Prevfogo. A segunda fase está prevista para julho, em Brasília, no Distrito Federal. Essas ações são fundamentais para a preparação das equipes para o período crítico de incêndios florestais, garantindo uma resposta mais eficiente.
O comandante Silvio Sciotti destacou que "o treinamento é a base do sucesso de toda operação". O instrutor Fernando Lucini enfatizou a importância do curso para garantir uma resposta eficaz e segura, promovendo práticas que respeitam o meio ambiente e a saúde pública. Ele também ressaltou a necessidade de uma abordagem integrada entre as equipes de combate em solo e aéreas.
O instrutor Muriel Biesuz acrescentou que o treinamento ajuda a cumprir as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), promovendo a segurança das operações e reduzindo o número de acidentes. Em fevereiro, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) declarou emergência ambiental em áreas vulneráveis a incêndios, permitindo a contratação emergencial de brigadistas e ações preventivas.
Essas iniciativas são essenciais para minimizar os impactos das queimadas e proteger o meio ambiente. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem a prevenção e o combate a incêndios florestais, garantindo um futuro mais seguro e sustentável para todos.

Estudo revela que em 2024, quatro bilhões de pessoas enfrentaram um mês extra de calor extremo, evidenciando os impactos das mudanças climáticas e a urgência de eliminar combustíveis fósseis.

Sebastião Salgado teve suas cinzas misturadas à terra para o plantio de uma peroba na fazenda Bulcão, em cerimônia que celebrou seu legado e uniu amigos e figuras importantes. A homenagem destacou a importância de Salgado na defesa dos povos indígenas e na restauração ambiental, com a presença de familiares, amigos e autoridades. O Instituto Terra, fundado por ele, continua seu trabalho de preservação.

Um decreto do governador do Amazonas, Wilson Lima, permite a regularização de desmatamentos ilegais, gerando preocupações entre pesquisadores e ambientalistas sobre a grilagem de terras. A medida pode reduzir a reserva legal de 80% para 50%, favorecendo a ocupação de áreas sensíveis, como Terras Indígenas. Especialistas alertam que a legalização de áreas desmatadas consolida crimes ambientais, enquanto o governo defende a regularização como forma de recuperação da vegetação nativa.

Pesquisas da Embrapa Algodão e Santa Anna Bioenergia no Brasil exploram a Agave tequilana para etanol, biomassa e alimentação animal, visando inovação e sustentabilidade no Semiárido. O projeto, que inclui parcerias com instituições mexicanas, busca otimizar o cultivo e a mecanização, contribuindo para a bioeconomia e a redução de desigualdades regionais.

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