Ibama inaugura Ponto de Entrega Voluntária em Boa Vista (RR) para descarte correto de pilhas e baterias, combatendo a poluição e promovendo a logística reversa. A iniciativa visa proteger o meio ambiente e a saúde pública.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) inaugurou um Ponto de Entrega Voluntária (PEV) em Boa Vista, Roraima, no dia dois de julho de dois mil e vinte e cinco. A iniciativa visa incentivar o descarte correto de pilhas e baterias, materiais que, se descartados inadequadamente, podem causar sérios danos ao meio ambiente e à saúde humana. O PEV oferece uma alternativa segura para que servidores, colaboradores e cidadãos possam descartar esses itens de forma responsável.
Com a instalação do PEV, o Ibama busca evitar que pilhas e baterias sejam jogadas no lixo comum ou descartadas de maneira irregular. O descarte inadequado desses materiais pode resultar na contaminação do solo e da água, devido à presença de metais pesados como mercúrio, chumbo e cádmio. Esses elementos químicos podem vazar e poluir rios, lagos e aquíferos, comprometendo a qualidade ambiental e a saúde da população.
A logística reversa, que é a prática de devolver produtos ao seu ciclo de vida, está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecida pela Lei nº 12.305/2010. Essa legislação visa promover a responsabilidade compartilhada entre fabricantes, comerciantes e consumidores na gestão de resíduos. O PEV é uma ação concreta para facilitar essa prática e conscientizar a população sobre a importância do descarte correto.
Além do PEV, a Superintendência do Ibama em Roraima produziu um vídeo para divulgar a iniciativa e incentivar outras instituições a adotarem pontos de entrega semelhantes. A proposta é que qualquer cidadão possa devolver pilhas e baterias em desuso nos locais onde os adquiriu, como supermercados e lojas de eletrônicos, contribuindo assim para a preservação ambiental.
A inauguração do PEV em Boa Vista representa um passo importante na luta contra a poluição e na promoção de práticas sustentáveis. A conscientização sobre o descarte correto de pilhas e baterias é fundamental para reduzir os impactos ambientais e proteger a saúde pública. A participação ativa da comunidade é essencial para o sucesso dessa iniciativa.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na promoção de ações que visem a preservação ambiental. Projetos que incentivem a educação e a conscientização sobre o descarte correto de resíduos podem ser fundamentais para garantir um futuro mais sustentável para todos.

Alunos da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Vereador José Molina, em Álvares Machado (SP), representarão Presidente Prudente na Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente em São Paulo. O projeto de compostagem e horta orgânica, que transforma restos de alimentos em adubo, destaca a importância da educação ambiental e do protagonismo estudantil. A iniciativa, que já inspira a comunidade local, foi desenvolvida após investigações sobre a poluição de corpos hídricos da região.

Refúgios de montanha nos Alpes franceses enfrentam grave escassez de água devido ao derretimento antecipado da neve. Especialistas alertam para o impacto das mudanças climáticas nas geleiras e no abastecimento hídrico.

Pesquisadores revelam que óxidos de ferro em manguezais estabilizam carbono orgânico, oferecendo novas perspectivas para mitigar mudanças climáticas e proteger esses ecossistemas vitais. O estudo destaca a importância da conservação e do uso sustentável do solo.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê chuvas acima da média em julho de 2025 em partes do Nordeste e Sul, enquanto outras regiões enfrentarão temperaturas elevadas, impactando a agricultura. A previsão sugere riscos para culturas em áreas com baixa umidade e benefícios para safras em regiões com chuvas intensas.
O Ministério do Meio Ambiente criticou o Projeto de Lei 2.159/2021, que altera o licenciamento ambiental, alegando riscos à segurança ambiental e violação de direitos constitucionais. A proposta, que tramita há mais de 20 anos, pode desburocratizar processos, mas ambientalistas alertam para possíveis danos a comunidades tradicionais e à gestão socioambiental.

Em 2023, 1.700 municípios brasileiros ainda têm lixões a céu aberto, com 463 em operação, evidenciando o fracasso da Política Nacional de Resíduos Sólidos e suas consequências ambientais e de saúde pública.