O Ibama relança a campanha "Não tire as penas da vida" em Manaus, visando proteger aves silvestres durante o Festival Folclórico de Parintins, com novas camisetas e ações educativas. A iniciativa busca conscientizar sobre os impactos da exploração da fauna, promovendo práticas sustentáveis e canais de denúncia.

Manaus/AM (10 de junho de 2025) – O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) lançou a edição 2025 da campanha Não tire as penas da vida em Manaus, com foco na proteção das aves silvestres. O relançamento ocorre antes do tradicional Festival Folclórico de Parintins, que acontecerá entre 27 e 29 de junho. A iniciativa, criada em 2002, visa conscientizar a população sobre os impactos da exploração da fauna para fins culturais e comerciais.
A campanha é coordenada pela Superintendência do Ibama no Amazonas e inclui ações de Educação Ambiental ao longo do ano. O objetivo principal é informar a sociedade sobre os danos ambientais e legais da retirada de aves de seu habitat, além de incentivar a proteção e a denúncia de práticas ilegais. Durante o Festival de Parintins, a campanha ganha destaque, já que há um aumento no uso de elementos da fauna silvestre nas manifestações culturais.
O superintendente do Ibama no Amazonas, Joel Araújo, enfatizou a importância da campanha, afirmando que "a arte é uma expressão da natureza humana e não pode se refletir na morte de espécimes silvestres". Ele destacou que o trabalho de informação realizado pelo Ibama ao longo dos anos tem salvado milhares de vidas na floresta. Este ano, a campanha traz novidades, como camisetas nas cores do festival, azul e vermelho, que representam as torcidas do Caprichoso e do Garantido.
Desde o início, a campanha busca conscientizar sobre a importância das aves para o equilíbrio dos ecossistemas, polinização e controle biológico. Além disso, alerta para os riscos da captura ilegal e do tráfico de animais, que configuram crimes ambientais com penas previstas na Lei de Crimes Ambientais (nº 9.605/1998). O Ibama também disponibiliza canais de denúncia, como a Ouvidoria do Ibama e o Fala.BR.
As ações de proteção promovidas pela campanha incluem a adoção responsável de animais, apoio aos Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) e o fortalecimento de políticas públicas de preservação. O Ibama atua em parceria com prefeituras, universidades e entidades culturais para promover um turismo mais consciente e práticas sustentáveis.
Iniciativas como a campanha Não tire as penas da vida são fundamentais para a preservação da fauna silvestre e podem ser ampliadas com o apoio da sociedade. A união em torno de causas como essa pode fazer a diferença na proteção das aves e na promoção de um ambiente mais saudável para todos.

A COP30, em novembro, celebrará uma década do Acordo de Paris, destacando a necessidade urgente de ações climáticas efetivas, com foco em cidades e regiões. A inclusão de líderes locais é crucial para transformar compromissos em resultados tangíveis.

A série Conferências FAPESP 2025 retoma com a temática "Transição Energética", liderada por Thelma Krug, visando contribuir para a COP30 em Belém. O evento ocorrerá em 30 de maio, das 10h às 12h.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, anunciou a utilização de concessões e parcerias público-privadas (PPPs) para reconstruir a infraestrutura após as enchentes de 2024. O estado destinará R$ 14 bilhões, que deixará de pagar à União até 2027, para investimentos em resiliência climática, visando ampliar obras sem onerar os usuários.

As economias emergentes, como Brasil e Índia, lideram a transição energética com inovações em biocombustíveis, mas enfrentam um déficit de US$ 2,2 trilhões em investimentos. O futuro depende de tecnologia e infraestrutura.

Na COP30, a adaptação às mudanças climáticas será central, com foco em infraestruturas resilientes e apoio internacional, conforme discutido em seminário em Belém.

Ibama flagra desmatamento de quase cinco mil hectares de vegetação nativa em Santa Catarina para cultivo de Pinus, enquanto uma liminar judicial impede ações contra a empresa responsável. A degradação ameaça a biodiversidade e a proteção dos Campos de Altitude.