O I Encontro Interinstitucional de Meio Ambiente do Ibama/SE, realizado em Aracaju, reuniu 60 representantes de instituições para discutir a gestão florestal e aprimorar políticas ambientais. O evento, promovido pelo Ibama, visa fortalecer a integração entre os órgãos do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) e melhorar a proteção ambiental em Sergipe.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) promoveu, nos dias 27 e 28 de maio de 2025, o I Encontro Interinstitucional de Meio Ambiente do Ibama em Sergipe. O evento, realizado no auditório do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Sergipe (UFS), reuniu sessenta representantes de diversas instituições para discutir a gestão florestal e propor melhorias nas políticas públicas ambientais.
O encontro teve como foco principal a gestão florestal em Sergipe, abordando temas como o Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor), o Documento de Origem Florestal (DOF), e a anuência para supressão em Mata Atlântica. Também foram discutidos critérios para desembargo de áreas rurais, Cadastro Ambiental Rural (CAR), reparação de danos ambientais e recuperação de áreas degradadas.
A iniciativa foi fundamentada nas diretrizes de integração dos órgãos ambientais, conforme a Lei Complementar nº 140/2011. A chefe da Divisão de Fiscalização Ambiental do Ibama em Sergipe, Maria Cristina Miranda Coelho, destacou que o evento surgiu de reuniões técnicas iniciadas em 2024, que evidenciaram a necessidade de ampliar as discussões sobre gestão florestal entre os órgãos públicos.
Maria Cristina afirmou: "Esperamos que, a partir desse primeiro encontro, possamos aprimorar as ações de gestão e proteção ambiental ao longo do tempo." Iris Rianne Santana Alves, chefe da Divisão Técnico-Ambiental do Ibama em Sergipe, complementou que a colaboração entre as divisões Técnico-Ambiental e de Fiscalização fortaleceu o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) no estado.
O superintendente do Ibama em Sergipe, Cássio Murilo Costa dos Santos, ressaltou os desafios enfrentados na gestão florestal, como a falta de dados atualizados sobre a cobertura vegetal e a limitada participação das comunidades tradicionais nas políticas públicas. Ele vê o encontro como um passo importante para fortalecer a proteção ambiental em Sergipe.
Iniciativas como essa são fundamentais para promover a conscientização e a ação em prol do meio ambiente. A união de esforços pode resultar em projetos que beneficiem a gestão ambiental e a recuperação de áreas degradadas, impactando positivamente a sociedade e o ecossistema local.

São Paulo abriga mais de 200 rios e córregos, a maioria encoberta por urbanização. O projeto Rios e Ruas busca conscientizar sobre a importância da água na cidade, promovendo eventos educativos.

Pesquisadores da Coreia do Sul desenvolveram uma tecnologia que converte resíduos plásticos em hidrogênio limpo utilizando luz solar e água, prometendo reduzir a poluição e gerar energia renovável. O sistema fotocatalítico inovador, criado pelo Instituto de Ciências Básicas e pela Universidade Nacional de Seul, se destaca por sua estabilidade em diversas condições ambientais.

Especialistas alertam sobre a necessidade de proteger as abelhas, essenciais para o meio ambiente, evitando inseticidas e recomendando contato com órgãos ambientais para remoção segura de colmeias.

Ministério Público do Ceará suspendeu contrato de concessão no Parque Nacional de Jericoacoara por falta de estudos ambientais, enquanto ICMBio defende que não são necessárias licenças para as obras. A decisão visa evitar danos ao meio ambiente e responde a preocupações da comunidade local sobre os impactos da exploração turística. A concessionária, Urbia Cataratas Jericoacoara S.A., argumenta que as intervenções são autorizadas, mas a situação permanece indefinida até que as licenças sejam obtidas.

Estudo revela que o aquecimento global no Ártico aumenta toxinas de algas nas cadeias alimentares, ameaçando a vida marinha e comunidades locais, conforme pesquisa da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA.

Google lança o modelo de IA "AlphaEarth Foundations" para mapear mudanças climáticas, em parceria com o Google Earth Engine, beneficiando iniciativas como MapBiomas e Global Ecosystems Atlas. A tecnologia promete revolucionar o monitoramento ambiental.