Ibama promoveu reuniões em municípios da Paraíba para implementar ações de educação ambiental voltadas à conservação do pintassilgo-do-nordeste, espécie ameaçada pelo tráfico e pesticidas. O projeto, em parceria com diversas instituições, busca engajamento da sociedade para proteger essa ave vulnerável.

João Pessoa (18 de julho de 2025) – O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) promoveu reuniões técnicas entre os dias 15 e 17 de julho nos municípios de Boa Vista, Cabaceiras e São João do Cariri. O intuito foi implementar o projeto "Educação Ambiental como Ferramenta para a Conservação da Espécie Pintassilgo-do-Nordeste", parte do Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
As reuniões contaram com a participação de gestores municipais, representantes de diversas secretarias e membros da sociedade civil. O foco foi garantir o compromisso com as próximas etapas do projeto, que será realizado em colaboração com o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave/ICMBio) e a Superintendência de Administração do Meio Ambiente da Paraíba (Sudema).
O pintassilgo-do-nordeste (Spinus yarrellii), também conhecido como coroinha ou pintassilva, é um passeriforme da família Fringillidae, encontrado principalmente na Região Nordeste, incluindo os estados da Paraíba e do Ceará. Esta espécie é reconhecida por seu canto melodioso e pela habilidade de imitar outras aves, sendo classificada como vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).
Além do tráfico de animais, que representa uma ameaça significativa, o uso de pesticidas também é um fator preocupante para a conservação do pintassilgo-do-nordeste. O superintendente do Ibama na Paraíba, Nino Tavares Amazonas, destacou a urgência de ações para proteger a espécie, afirmando que "a conservação do pintassilgo-do-nordeste exige nossa ação imediata".
A educação ambiental é considerada uma ferramenta essencial para o sucesso do projeto, e o engajamento da comunidade é fundamental. O superintendente ressaltou que o êxito das iniciativas depende da responsabilidade coletiva em torno da conservação da fauna local.
Iniciativas como essa são cruciais para a proteção de espécies ameaçadas e podem ser impulsionadas pela mobilização da sociedade civil. A união em torno de causas como a conservação do pintassilgo-do-nordeste pode fazer a diferença na preservação da biodiversidade e na promoção de um ambiente mais saudável para todos.

Froylán Correa e a comunidade indígena de San Jerónimo Purenchécuaro se uniram à Universidade Michoacana para preservar o ameaçado achoque, uma salamandra endêmica do lago de Pátzcuaro. A colaboração visa recuperar a população do animal, que é vital para a cultura local e possui notáveis propriedades regenerativas.

Técnicas de manejo podem acelerar em até 13 anos o corte de árvores nativas, aumentando a produtividade da restauração florestal no Brasil, segundo pesquisa liderada por Pedro Medrado Krainovic. Essa abordagem visa atrair proprietários rurais e reduzir a pressão sobre biomas como a Amazônia, contribuindo para a meta de restaurar 12 milhões de hectares até 2030.

Filhotes de baleias-jubarte foram avistados em Arraial do Cabo, com registros feitos por drones. A FUNTEC monitora a migração, que atrai turismo náutico e reforça a importância da conservação.

O I Encontro Interinstitucional de Meio Ambiente do Ibama/SE, realizado em Aracaju, reuniu 60 representantes de instituições para discutir a gestão florestal e aprimorar políticas ambientais. O evento, promovido pelo Ibama, visa fortalecer a integração entre os órgãos do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) e melhorar a proteção ambiental em Sergipe.

A COP 30, conferência crucial sobre mudanças climáticas, será realizada em Belém (PA) em novembro, mas 71% dos brasileiros desconhecem o evento. A pesquisa revela a desconexão entre a população e a agenda ambiental.

O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal atendeu 38 incêndios florestais em um único dia, devastando 142.276 metros quadrados de vegetação nativa. Técnicas de combate foram empregadas para controlar as chamas.