O V Encontro Técnico Nacional de Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres ocorrerá em agosto de 2025, promovendo a capacitação e a troca de experiências entre especialistas. O evento, organizado pelo Ibama, visa fortalecer a gestão da fauna silvestre e contará com palestras sobre reabilitação, nutrição e uso de tecnologias inovadoras. As inscrições presenciais são limitadas, mas a transmissão ao vivo pelo YouTube garantirá amplo acesso ao conteúdo.

Brasília/DF (02/07/2025) - O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizará o V Encontro Técnico Nacional de Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (ENACS) entre os dias 13 e 15 de agosto de 2025, em Brasília (DF). O evento visa fortalecer a atuação integrada dos profissionais que trabalham na gestão e reabilitação da fauna silvestre no Brasil, promovendo capacitação técnica e alinhamento de procedimentos para a proteção da biodiversidade.
O ENACS contará com uma programação diversificada, abordando temas como protocolos de atendimento, vigilância sanitária, nutrição, enriquecimento ambiental, estratégias de soltura e monitoramento da fauna. O público-alvo inclui servidores do Ibama, profissionais dos Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetas), representantes de órgãos ambientais estaduais e municipais, além de técnicos de organizações da sociedade civil.
O evento, que conta com o apoio da World Animal Protection, busca qualificar as ações realizadas nas unidades da Rede, promovendo maior eficiência e segurança no manejo de animais silvestres em situação de vulnerabilidade. Entre os palestrantes confirmados estão especialistas que discutirão temas como o papel dos Cetas na conservação da biodiversidade e o uso de tecnologias inovadoras no manejo da fauna.
Os participantes poderão aprender sobre a Plataforma SissGeo, uma ferramenta para monitoramento de animais silvestres, e técnicas de ambientação e enriquecimento ambiental. Além disso, serão abordadas as perspectivas de atendimento da fauna em emergências e o uso de drones termais no monitoramento de espécies ameaçadas.
A realização do ENACS reforça o compromisso do Ibama com políticas públicas voltadas à fauna silvestre, promovendo uma atuação mais coordenada e técnica para enfrentar desafios como o tráfico de animais e o desmatamento. As vagas para o evento são limitadas, mas a transmissão ao vivo pelo canal do Ibama no YouTube permitirá que mais pessoas tenham acesso ao conteúdo.
Iniciativas como essa são fundamentais para a conservação da fauna silvestre e podem inspirar a sociedade civil a se mobilizar em prol de projetos que visem a proteção e reabilitação de animais em situação de vulnerabilidade. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na preservação da biodiversidade brasileira.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que proíbe testes em animais para cosméticos e produtos de higiene, com dois anos para implementação de métodos alternativos. A nova legislação visa garantir a ética na indústria, excluindo produtos testados em animais e exigindo evidências para regulamentações não cosméticas.

Pesquisadores da UFRJ alertam que, até 2100, praias icônicas do Rio de Janeiro, como Copacabana e Ipanema, podem perder até 100 metros de faixa de areia devido ao aumento do nível do mar. A pesquisa indica inundações prolongadas na Baía de Guanabara e o risco de desaparecimento dos manguezais.

O sapo do deserto de Sonora enfrenta risco de extinção devido à captura excessiva por causa de suas secreções alucinógenas, alertam pesquisadores. A pressão sobre a espécie pode causar sérios problemas ecológicos.

O Cânion Peruaçu, em Minas Gerais, foi reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco, sendo o primeiro sítio arqueológico mineiro a receber tal título. A decisão, anunciada em Paris, destaca a rica biodiversidade e os 114 sítios arqueológicos da região, com vestígios de até 12 mil anos. O reconhecimento deve impulsionar o turismo e a economia local, resultado de esforços conjuntos dos governos federal e estadual.

Estudo revela que a vazão dos rios do cerrado caiu 27% desde a década de 1970, resultando em uma grave crise hídrica. O desmatamento e as mudanças climáticas são os principais responsáveis pela redução.

Estudo do IPAM revela que a Amazônia pode evitar colapsos regionais, mas a degradação florestal aumentou 497% em 2024-2025. Medidas urgentes são necessárias para reverter a situação.