O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) soltou trinta papagaios-verdadeiros reabilitados na Chapada Imperial, após resgates de tráfico ilegal. A ação visa reintegrar as aves à natureza, com suporte nutricional temporário para garantir sua adaptação.

A Chapada Imperial foi palco de uma importante ação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na última sexta-feira, 25 de abril. O evento marcou a soltura de trinta papagaios-verdadeiros, que haviam sido resgatados de situações de tráfico ilegal ou entregues voluntariamente. Essa iniciativa é parte dos esforços contínuos do Ibama para reintegrar aves à vida selvagem.
O processo de reintegração à natureza foi meticulosamente planejado. Antes da soltura, os papagaios passaram por um período de reabilitação, que focou no desenvolvimento de comportamentos naturais e na capacidade de buscar alimento de forma autônoma. Há trinta dias, uma etapa anterior da ação já havia ocorrido, quando vinte papagaios foram introduzidos na área para iniciar a adaptação ao ambiente.
Após avaliação da equipe técnica do Ibama, onze desses papagaios foram considerados prontos para retornar à vida selvagem. A fase final da soltura ocorreu em uma área onde os animais podem se dispersar naturalmente. Mesmo após a liberdade, o Ibama continuará a oferecer suporte nutricional, com pontos de alimentação temporários para auxiliar na adaptação gradual dos papagaios.
Esse suporte alimentar é uma medida específica para essa ação de soltura e está sob rigorosa supervisão técnica. O Ibama ressalta que a prática de alimentar animais silvestres pela população não é permitida e não é recomendada, visando garantir o bem-estar e a adaptação bem-sucedida das aves ao seu habitat natural.
Além da soltura dos papagaios, o Ibama tem realizado outras ações de resgate de aves silvestres. Recentemente, quatorze aves mantidas ilegalmente em cativeiro foram resgatadas, e outras apreensões de aves e materiais de pesca também ocorreram na região. Essas iniciativas são fundamentais para a preservação da fauna silvestre e para o combate ao tráfico de animais.
Iniciativas como a do Ibama são essenciais para a proteção da biodiversidade e merecem ser apoiadas pela sociedade. A união em torno de causas como essa pode fazer a diferença na recuperação e proteção de espécies ameaçadas. Mobilizar recursos para apoiar projetos de reabilitação e reintegração de animais silvestres é uma forma de contribuir para um futuro mais sustentável e equilibrado.

Desmatamento no Brasil apresenta queda significativa no Pantanal (74%) e Cerrado (22%), enquanto Amazônia enfrenta aumento de 9,1% devido a incêndios e seca severa. Medidas de fiscalização são intensificadas.

A NK Store lançou a plataforma NK Archive, permitindo que clientes revendam suas peças sem taxas, promovendo a circularidade da moda. Iniciativas semelhantes estão sendo adotadas por marcas como Miu Miu e ALUF.

O projeto RESTORE, que envolve Brasil, França e Alemanha, utiliza nanopartículas e microrganismos para aumentar o crescimento de plantas e resistência à seca, promovendo soluções inovadoras para desafios ambientais.

Pesquisadores estão usando tubarões mako como sensores móveis para coletar dados marinhos e aprimorar a previsão de furacões no Atlântico, em resposta à redução de recursos da NOAA. Essa abordagem inovadora visa melhorar a coleta de dados essenciais para prever a intensidade e o trajeto das tempestades, garantindo o bem-estar dos animais envolvidos.

A Korin, especializada em ovos e frangos orgânicos, planeja dobrar sua produção de bioinsumos, atualmente em 1,3 milhão de litros, visando crescimento no Brasil antes da internacionalização. A empresa, sob a liderança de Sérgio Homma, investe em pesquisa e desenvolvimento, com 16% a 17% do faturamento anual direcionados a essa área. O biofertilizante Bokashi é seu principal produto, representando 80% da receita. Apesar da alta nos custos, a Korin projeta um crescimento de 5% a 10% na safra atual e uma expansão significativa até 2027.

Maio de 2025 registrou temperaturas médias de 15,79°C, 1,4°C acima dos níveis pré-industriais, enquanto a Europa enfrenta uma seca histórica e o derretimento do gelo polar continua. O Copernicus alerta para o aquecimento persistente.