Entre 8 e 10 de agosto, o Distrito Federal registrou 224 incêndios em vegetação, consumindo 316,38 hectares. O Corpo de Bombeiros alerta para a importância da prevenção e cuidados em áreas secas.

Entre os dias 8 e 10 de agosto, o Distrito Federal registrou um total de 224 incêndios em vegetação, resultando na destruição de 316,38 hectares. Os dados foram fornecidos pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Na sexta-feira, foram 48 ocorrências, com 38,74 hectares queimados. O número de incêndios aumentou no sábado, com 68 registros e 103,11 hectares afetados. O domingo, dia 10, foi o mais crítico, contabilizando 108 incêndios e 174,53 hectares atingidos.
O CBMDF esclarece que esses números referem-se exclusivamente a incêndios em vegetação, excluindo queimadas programadas e focos em lixo ou entulho. A corporação enfatiza a importância da prevenção, recomendando que a população evite o uso do fogo para limpeza de terrenos e não descarte bitucas de cigarro em áreas secas. Além disso, é essencial manter aceiros em propriedades rurais para evitar a propagação das chamas.
Em caso de incêndio, a orientação é acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. A corporação alerta que não se deve tentar combater as chamas sem o preparo ou equipamento adequado, pois isso pode agravar a situação e colocar vidas em risco. A segurança deve ser sempre a prioridade em situações de incêndio.
O aumento no número de incêndios em vegetação no Distrito Federal levanta preocupações sobre a segurança ambiental e a necessidade de ações efetivas de prevenção. A população deve estar atenta e engajada em práticas que ajudem a proteger o meio ambiente e evitar desastres naturais que podem ter consequências devastadoras.
Além disso, a situação atual pode inspirar a sociedade civil a se unir em torno de iniciativas que promovam a educação ambiental e a prevenção de incêndios. Projetos que visem conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e a adoção de práticas seguras podem ser fundamentais para mitigar os riscos associados a incêndios.
Nossa união pode ajudar a fortalecer ações que visem a proteção do meio ambiente e a segurança da comunidade. Iniciativas que promovam a conscientização e a prevenção de incêndios são essenciais e podem contar com o apoio de todos para se tornarem realidade.

Entre 5 e 11 de maio de 2025, o Brasil enfrentará chuvas intensas e temperaturas elevadas, com riscos de temporais e granizo no Rio Grande do Sul. A MetSul alerta para acumulados de até 200% da média mensal.

Pesquisadores da Ufes estudam as baleias-jubarte, revelando comportamentos distintos entre a Antártica e o Brasil, e catalogaram 429 indivíduos. O intercâmbio internacional fortalece a conservação da espécie.

O Distrito Federal lançará, em 26 de junho, o portal "Caminhos do Planalto Central", que reunirá informações sobre trilhas ecológicas, promovendo ecoturismo e gestão ambiental. A iniciativa, da Secretaria do Meio Ambiente, visa valorizar a natureza e estimular a participação social na conservação.

Entre 1985 e 2024, 24% do Brasil queimou, totalizando 206 milhões de hectares. Em 2024, os incêndios aumentaram 62%, com destaque para o Pantanal e mudanças na vegetação afetada.

O Brasil se comprometeu a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em até 67% até 2035, com foco na erradicação do desmatamento e reflorestamento, segundo Newton La Scala, da Unesp. A queda de 30% no desmatamento em 2023 é um passo significativo para alcançar a neutralidade climática até 2050.

Em 2024, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) do Brasil estabeleceu protocolos para medir danos climáticos, com um custo mínimo de US$ 5 por tonelada de CO₂. O Ministério Público Federal já iniciou ações contra desmatadores.