Reunião entre a Secretaria Nacional de Segurança Hídrica e a Secretaria de Recursos Hídricos de Pernambuco definiu manutenções no Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco, garantindo abastecimento contínuo. A manutenção de quatro bombas anfíbias e um novo sistema de bombeamento flutuante, com investimento de R$ 290 mil, visa assegurar o fornecimento de água em regiões afetadas pela seca.

Na última quinta-feira, três de julho, representantes da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH) e da Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco (SRHS-PE) se reuniram para discutir as manutenções programadas no Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF). O foco da reunião foi garantir o abastecimento de água em municípios do Agreste e outras áreas afetadas pela seca, sem desabastecimento durante as intervenções.
O secretário da SNSH, Giuseppe Vieira, enfatizou a importância de um planejamento cuidadoso para as manutenções, que incluem a manutenção de quatro bombas anfíbias e a instalação de um novo sistema de bombeamento flutuante. A ação contará com o apoio da Defesa Civil estadual, do Exército e da Força Aérea Brasileira, visando beneficiar milhares de famílias em situação de vulnerabilidade hídrica.
O investimento estimado para a manutenção das bombas é de R$ 290 mil, e a data de início das atividades será definida na próxima semana. As interrupções são planejadas para que nenhuma cidade atendida pelo eixo fique sem abastecimento, com as barragens e reservatórios mantendo plena capacidade hídrica, conforme dados do monitoramento hidrológico.
Bruno Cravo, diretor do Departamento de Projetos Estratégicos (DPE) da SNSH, destacou que todas as possibilidades de adiar a paralisação foram esgotadas. Ele reafirmou o compromisso de garantir que Pernambuco, especialmente o Agreste, continue sendo atendido sem prejuízos. As manutenções abrangerão cinco infraestruturas hídricas, incluindo estações de bombeamento e aquedutos em diversos municípios.
Na mesma data, a equipe da SNSH se reuniu com a Casa Civil para atualizar sobre o andamento das obras e prazos em Pernambuco. O PISF é a maior obra de infraestrutura hídrica do Brasil, com 477 quilômetros de extensão, beneficiando 12 milhões de pessoas em 390 municípios nos estados de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, onde a estiagem é frequente.
Essa situação evidencia a necessidade de um esforço coletivo para apoiar iniciativas que garantam a segurança hídrica e o bem-estar das comunidades afetadas. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitas famílias que dependem desse recurso vital.

A aprovação do "PL da Devastação" pela Câmara gera forte reação de organizações ambientais, que pedem veto do presidente Lula, alertando para um retrocesso nas políticas de licenciamento ambiental. O projeto, que facilita o licenciamento para empreendimentos agropecuários e reduz a consulta a órgãos como Ibama, é considerado um golpe na proteção ambiental e na justiça climática.

Consumidores da Região Metropolitana do Rio de Janeiro demonstram forte compromisso com a sustentabilidade, com 92,4% fechando a torneira ao escovar os dentes e 81,1% reutilizando embalagens. A pesquisa do Instituto Fecomércio revela que 62,8% preferem produtos com menor impacto ambiental, enquanto 52,7% separam óleo de cozinha para descarte adequado.

Paraisópolis, em São Paulo, enfrenta temperaturas até 8°C mais altas que áreas vizinhas, agravadas pela urbanização e escassez de água, impactando a saúde dos moradores. Especialistas alertam para os riscos das ondas de calor e a necessidade urgente de melhorias na infraestrutura urbana.
Ibama apreende 12,5 toneladas de pescado irregular no Ceará, incluindo espécies ameaçadas, e doa a carga a instituições sociais, reafirmando seu compromisso com a proteção da biodiversidade marinha.

Cetesb multou em R$ 370 mil duas empresas após derramamento de corante no Parque Botânico Tulipas, em Jundiaí, que resultou na morte de peixes e coloração de animais. O caso é investigado pelo Ministério Público.

Um estudo recente alerta que a extinção de diversas espécies pode ocorrer em um ritmo alarmante nos próximos 20 anos, exigindo ações urgentes para preservar a biodiversidade global.