Sarah Simpson, coach de imagem corporal, enfrentou um incidente viral ao ser confundida com uma grávida durante uma aula de ioga, gerando debates sobre preconceitos corporais. O episódio destaca a persistência de padrões de beleza prejudiciais e a importância da autoaceitação.

Sarah Simpson, uma coach de imagem corporal de Massachusetts, vivenciou um incidente constrangedor durante uma aula de ioga. A instrutora, ao cumprimentar sua amiga, perguntou a Sarah em que fase da gravidez estava. A jovem, de 26 anos, ficou paralisada por um momento, mas respondeu calmamente que não estava grávida. O episódio, que rapidamente se tornou viral nas redes sociais, gerou mais de 2,1 milhões de visualizações e milhares de comentários, levantando discussões sobre preconceitos corporais.
Sarah, que estava animada para a aula e vestia um conjunto de treino rosa-choque que a fazia sentir-se confiante, ficou abalada com a suposição. Apesar de não ter se sentido emocionalmente ferida, a situação a deixou frustrada. A instrutora, visivelmente envergonhada, pediu desculpas várias vezes e até solicitou um abraço, que Sarah aceitou, mas depois se arrependeu.
Esse não foi um caso isolado para Sarah. Desde a infância, ela enfrentou pressões sociais sobre seu corpo, incluindo bullying e dietas desde os oito anos. Ela se lembrou de ter feito sua primeira dieta após um comentário de um familiar sobre seu peso. Ao longo dos anos, Sarah lutou contra a autoimagem negativa, acreditando que a aceitação dependia de ser magra.
Após um período de restrição alimentar e uso de pílulas para emagrecer, Sarah percebeu que, mesmo atingindo seu peso ideal, ainda se sentia insatisfeita. Essa percepção a levou a buscar terapia e a adotar uma alimentação intuitiva, o que a ajudou a desaprender a crença de que seu valor estava atrelado à aparência. Hoje, como coach certificada, ela ajuda outras mulheres a enfrentarem desafios semelhantes.
Atualmente, Sarah vive em um corpo que não se encaixa nos padrões tradicionais de beleza, mas que é saudável e bem cuidado. Ela não se pesa mais, pois acredita que isso não é importante. Sarah enfatiza que o problema não está nos corpos, mas nos preconceitos sociais que persistem. A médica de família Darji destacou que suposições como a da instrutora refletem uma crença generalizada de que corpos não "normais" devem ter uma justificativa.
O apoio que Sarah recebeu nas redes sociais foi significativo, com muitos usuários compartilhando experiências semelhantes e elogiando sua postura. Comentários ressaltaram a importância de não presumir sobre os corpos alheios. Essa situação evidencia a necessidade de promover a aceitação e a diversidade corporal. Nessa luta, a união da sociedade pode fazer a diferença, ajudando a criar um ambiente mais acolhedor e respeitoso para todos.

Mais de 73% dos custos da demência no Brasil são suportados por pacientes e cuidadores informais, totalizando R$ 87,3 bilhões em 2019. Estudo destaca a urgência de políticas públicas para apoiar esses cuidadores.

O Governo do Distrito Federal reduziu a fila de pacientes oncológicos de novecentos para seiscentos e cinquenta em uma semana, com vinte e três já em tratamento. O secretário Juracy Cavalcante Lacerda destacou a importância de ações preventivas e a expectativa de normalização em três meses.

Com a COP30 se aproximando, escolas de idiomas em Belém, como a Uepa e a Minds English School, oferecem cursos de inglês focados em hospitalidade e segurança, visando atender a demanda do evento. O governo também promove capacitação gratuita.

Ana Hickmann participará do Vênus Day Talks em 3 de junho, na Unibes Cultural, abordando saúde feminina e desafios da maturidade. O evento contará com especialistas e será transmitido online.

A FAPESP impulsionou a produtividade agrícola de São Paulo em 67,6% entre 1974 e 2020, além de fomentar startups agritechs e melhorar a taxa de sobrevivência de crianças com leucemia. Pesquisas revelam seu impacto em políticas públicas.

O projeto Restaurando Sorrisos já atendeu 1.777 mulheres em situação de vulnerabilidade no DF, com 15.921 procedimentos realizados. A meta é alcançar 7 mil atendimentos até o fim do ano.