Inscrições para a segunda edição do programa Black STEM estão abertas até 30 de novembro. O Fundo Baobá oferece bolsas de até R$ 35 mil para estudantes negros em áreas STEM.

O programa Black STEM, promovido pelo Fundo Baobá, está com inscrições abertas até o dia 30 de novembro para sua segunda edição. A iniciativa visa apoiar a equidade racial, oferecendo bolsas de até R$ 35 mil para estudantes negros nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, na sigla em inglês). Os resultados dos selecionados serão divulgados em 11 de julho.
Para participar, os candidatos devem ter aprovação em uma universidade no exterior com início previsto para 2025 ou estar em fase avançada de um processo seletivo cujo resultado seja divulgado até um dia útil antes do término do edital. O Fundo Baobá, que promove a equidade racial, conta com o apoio da B3 Social e a parceria da Brazilian Student Association (Brasa).
Fernanda Lopes, diretora de Programa do Fundo Baobá, destaca a importância da presença negra na ciência, afirmando que o Black STEM não é apenas um programa de bolsas, mas uma iniciativa que visa fortalecer a representatividade negra nas instituições de ensino superior no exterior.
Na primeira edição do programa, cinco estudantes foram selecionados, incluindo Camilla Ribeiro, que estuda pilotagem em Portugal, e Diovanna Stelmam, que cursa computação na China. Outros selecionados incluem Melissa Simplício, Rilary Oliveira e Eric Ribeiro, que estão em instituições de ensino nos Estados Unidos, Argentina e também na China.
O Baobá é um fundo dedicado a ações que promovem a equidade racial e combatem o racismo no Brasil. Além das bolsas, os estudantes recebem suporte e iniciativas de acompanhamento durante sua trajetória acadêmica no exterior.
Iniciativas como o Black STEM são fundamentais para garantir oportunidades a jovens negros e promover a diversidade nas áreas de STEM. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar e expandir programas que visam a inclusão e a equidade racial, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário.

Lula criticou Jair Bolsonaro por não comparecer à sua posse, afirmando que ele "fugiu como um rato". O presidente anunciou R$ 1,17 bilhão em investimentos em educação para comunidades indígenas e quilombolas.

Brasil carece de educação técnica para enfrentar a economia digital, alerta Tatiana Ribeiro. Relatório do Movimento Brasil Competitivo propõe ações urgentes para melhorar a formação profissional e reduzir custos.
O XXXVIII Congresso do Conasems, em Belo Horizonte, contará com mais de 160 atividades, incluindo palestras e exames de saúde, com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O evento visa fortalecer o SUS e compartilhar boas práticas em saúde pública.

O Brasil enfrenta desafios na criatividade educacional, com baixos índices no Pisa. Especialistas defendem que a liberdade de brincar e abordagens inovadoras nas escolas são essenciais para reverter esse quadro.

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás autorizou a contratação temporária de servidores pela Secretaria de Educação, garantindo a continuidade dos serviços educacionais. A decisão reverteu uma proibição anterior, atendendo a demandas emergenciais e assegurando que a ausência de professores não comprometa o direito à educação dos alunos.

Instituto Unidown promove curso de alfabetização para jovens com síndrome de Down, visando melhorar a empregabilidade. O curso, iniciado em março, utiliza o jornal Joca e dinâmicas práticas para desenvolver habilidades de leitura e escrita. Vinícius de Miranda, um dos alunos, destaca a evolução no aprendizado e a meta de conseguir um emprego. A iniciativa surge em resposta à baixa taxa de alfabetização entre jovens com a síndrome, onde apenas 8,7% estão totalmente alfabetizados. O curso inclui atividades como rodas de notícias e simulações de entrevistas, buscando preparar os alunos para o mercado de trabalho.