As inscrições para o projeto Educação Fiscal EnCena 2025 foram prorrogadas até 14 de maio. Educadores do DF que atuam do 4º ano do fundamental ao 3º ano do ensino médio podem participar e concorrer a prêmios. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Economia (SEEC-DF) e visa capacitar professores da rede pública, promovendo a educação fiscal entre os alunos.

As inscrições para o projeto Educação Fiscal EnCena 2025 foram prorrogadas até 14 de maio. Esta iniciativa, promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF), tem como objetivo capacitar professores da rede pública de ensino, focando na educação fiscal dos alunos. O projeto é coordenado pela Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal (SEEC-DF).
Podem participar educadores que atuam com estudantes do 4º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio. Os professores que se destacarem na capacitação receberão prêmios, incentivando a participação e o engajamento na formação de uma nova geração mais consciente sobre questões fiscais.
A prorrogação das inscrições é uma oportunidade para que mais educadores se inscrevam e contribuam para a disseminação do conhecimento fiscal nas escolas. A educação fiscal é fundamental para formar cidadãos informados e responsáveis, que compreendam a importância da gestão dos recursos públicos.
O projeto busca não apenas capacitar os professores, mas também impactar positivamente a formação dos alunos, promovendo um entendimento mais profundo sobre a cidadania e a responsabilidade fiscal. A participação dos educadores é crucial para o sucesso dessa iniciativa.
Os interessados devem se inscrever até a nova data limite e aproveitar essa chance de aprimorar suas habilidades e conhecimentos. A educação fiscal é um tema relevante e deve ser abordado com seriedade nas escolas, contribuindo para a formação de cidadãos mais críticos e conscientes.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a educação é uma ferramenta poderosa para transformar realidades. A união em torno de projetos educacionais pode fazer a diferença na formação de uma sociedade mais justa e informada.

O governo federal lançou um novo marco regulatório para o ensino a distância (EAD), criando a modalidade semipresencial e estabelecendo novas exigências para cursos e polos EAD. As mudanças visam aumentar a qualidade do ensino superior, após um crescimento de 700% nas graduações EAD desde 2017.
No Dia da Matemática, especialistas alertam que 51% dos alunos do 4º ano no Brasil não têm proficiência básica, evidenciando a urgência em melhorar a formação docente e as condições de ensino.

Jonathan Haidt, psicólogo social, celebra a proibição de celulares nas escolas brasileiras e defende regras rigorosas em casa, como limitar redes sociais antes dos 16 anos e proibir telas à noite. Ele destaca os riscos distintos para meninas e meninos, enfatizando a importância de proteger a saúde mental dos jovens.

Dados recentes mostram que a desigualdade educacional no Brasil aumentou entre 2013 e 2023, com estudantes pretos, pardos e indígenas apresentando pior desempenho em Matemática. A falta de formação adequada de professores agrava a situação, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. É urgente garantir acesso a melhores docentes para combater essa desigualdade.

O Ministério Público Federal (MPF) requisitou ao Conselho Nacional de Educação (CNE) um plano para repor aulas perdidas por violência em até 120 dias, visando garantir a qualidade do ensino. A proposta inclui diretrizes para compensação e monitoramento da implementação.

O Na Prática, em parceria com o BTG Pactual, lança o curso gratuito Carreira de Excelência, visando capacitar jovens profissionais para se destacarem no mercado. O treinamento já beneficiou milhares de participantes.