Instituto de Pesquisas Eldorado e Sedecti-AM oferecem 10 mil vagas em cursos online gratuitos de tecnologia no Amazonas. A iniciativa visa democratizar a formação profissional em áreas como Inteligência Artificial e Desenvolvimento Mobile iOS, promovendo inclusão digital e capacitação para o mercado de trabalho. Os cursos são totalmente online, com acesso imediato e certificado de conclusão.

O Instituto de Pesquisas Eldorado, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Sedecti-AM), anunciou a abertura de dez mil vagas em cursos gratuitos online de tecnologia. Essa iniciativa visa beneficiar os moradores do estado, democratizando o acesso à formação profissional em áreas essenciais para o mercado de trabalho.
Os cursos fazem parte do projeto TIC em Trilhas e incluem temas como Inteligência Artificial e Desenvolvimento Mobile iOS. Ao todo, são nove novas capacitações, com conteúdos elaborados por especialistas do Instituto Eldorado, focando na empregabilidade e nas demandas do setor tecnológico.
As formações abrangem áreas como Análise de Dados, UX Writing, 5G, Java para Web e Machine Learning. Os cursos são oferecidos em formato totalmente online, permitindo acesso imediato e garantindo um certificado de conclusão. A metodologia é prática e acessível, adaptada às exigências do mercado.
Para se inscrever, os interessados devem acessar a página do projeto e escolher a trilha desejada. Após o cadastro gratuito, os alunos podem iniciar seus estudos imediatamente. Essa é uma oportunidade valiosa para jovens e adultos que buscam qualificação e inserção no mercado de trabalho.
Os cursos disponíveis incluem Introdução a Machine Learning, Desenvolvimento Mobile iOS, Segurança Cibernética, entre outros. Cada curso foi projetado para proporcionar uma experiência de aprendizado dinâmica e contextualizada, preparando os alunos para os desafios do setor tecnológico.
Iniciativas como essa são fundamentais para promover a capacitação profissional e a inclusão digital no Amazonas. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visam a formação e o desenvolvimento de habilidades, contribuindo para um futuro mais promissor para todos.

Na quarta edição do Desafio LED, 3.348 projetos foram inscritos, destacando a vitória de Ana Paula Silva com a Plataforma Te Guio, que apoia famílias de crianças autistas. O evento, que cresceu 40% em relação ao ano anterior, premiou iniciativas inovadoras que buscam melhorar o acesso à educação no Brasil. Além de Ana Paula, Milena Nogueira e Ethan Alcântara também foram reconhecidos por suas propostas impactantes.

Niterói será palco da etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica 2025, com 364 estudantes competindo em desafios práticos no Centro de Formação Darcy Ribeiro. O evento, que começa às 7h e é gratuito, destaca o investimento em tecnologia educacional e a crescente participação de escolas na robótica. A Escola Municipal João Brazil, com histórico de sucesso, e o novo Clube de Robótica do Centro de Formação estarão entre os competidores, evidenciando o protagonismo estudantil e a cultura de inovação.

Brasil se torna pioneiro ao incluir a Cultura Oceânica no currículo nacional, em evento com a Unesco e o MEC, reforçando a educação para a sustentabilidade e ação climática.

O projeto Viagem Insólita, apoiado pela Secretaria de Ciência e Tecnologia do DF, impactou mais de 50 mil pessoas com uma experiência sensorial inovadora em um ônibus equipado com tecnologia de ponta. O veículo, que oferece realidade virtual em 360° e conteúdo narrado por Jorge Helal, já passou por diversas regiões do Distrito Federal, promovendo educação e entretenimento de forma acessível e lúdica.

Estudo revela que neurogames melhoram em 21% a funcionalidade e 36,75% o aprendizado de idosos com comprometimento cognitivo leve, superando jogos digitais convencionais. Pesquisadores destacam a importância da neuroplasticidade.

Pacientes diabéticos enfrentam confusão sobre Índice Glicêmico e Carga Glicêmica, impactados por informações erradas nas redes sociais. Profissionais de saúde devem usar linguagem acessível para esclarecer esses conceitos. A crescente desinformação nas redes sociais tem gerado confusão entre pacientes diabéticos sobre o Índice Glicêmico (IG) e a Carga Glicêmica (CG). Muitos chegam ao consultório com receios infundados sobre alimentos com alto IG, sem compreender o que isso realmente significa. O IG, criado em mil novecentos e oitenta e um, mede a velocidade de absorção dos carboidratos e seu impacto na glicose sanguínea. Alimentos com IG baixo, como feijão e maçã, promovem uma absorção mais lenta, enquanto os de IG alto, como batata frita e farinha de trigo, causam picos glicêmicos. A CG, por sua vez, considera a qualidade e a quantidade do carboidrato, sendo essencial para um controle alimentar eficaz. Profissionais de saúde têm a responsabilidade ética de comunicar esses conceitos de forma clara e acessível, evitando o uso excessivo de jargões técnicos.