Instituto Serrapilheira lança edital para financiar podcasts de ciência liderados por pessoas negras e indígenas, com inscrições até 30 de maio e até R$ 55 mil em apoio.

O Instituto Serrapilheira lançou um edital para financiar projetos de podcasts de ciência que sejam liderados por pessoas negras e indígenas em todo o Brasil. As inscrições estão abertas até 30 de maio e até oito propostas poderão ser selecionadas, recebendo até R$ 55 mil para a produção de uma temporada. Este apoio visa fomentar a diversidade na divulgação científica, permitindo que novas vozes e histórias sejam ouvidas.
Os projetos escolhidos participarão de um programa de formação online com especialistas em produção de áudio e divulgação científica, que terá duração de sete semanas. A formação inclui uma etapa presencial de cinco dias em Salvador, na Bahia, onde os participantes aprenderão sobre produção, roteiro e distribuição de podcasts. A instituição cobrirá os custos de deslocamento e estadia dos selecionados.
O edital é aberto tanto para iniciativas em fase inicial quanto para podcasts já estabelecidos, sem restrições quanto ao formato. O resultado da seleção será divulgado em 8 de agosto. Natasha Felizi, diretora do Programa de Jornalismo e Mídia do Serrapilheira, destaca que o objetivo é contar boas histórias em que a ciência desempenhe um papel importante, enfatizando que a diversidade nas abordagens enriquece a narrativa científica.
Essa iniciativa é uma oportunidade valiosa para que vozes sub-representadas no campo da ciência possam se expressar e compartilhar suas experiências. A diversidade na produção de conteúdo científico não apenas amplia o alcance das informações, mas também contribui para uma compreensão mais rica e plural da ciência.
O edital e o formulário de inscrição estão disponíveis na página do Instituto Serrapilheira, incentivando a participação de todos que se encaixam nos critérios. Essa é uma chance de transformar ideias em realidade, promovendo a inclusão e a diversidade na comunicação científica.
Projetos como esse devem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união em torno de iniciativas que valorizam a diversidade pode gerar um impacto significativo na forma como a ciência é percebida e divulgada. A participação ativa da comunidade é essencial para fortalecer essas vozes e histórias.

Em 2024, o Brasil ainda apresenta 29% de analfabetos funcionais, com aumento entre jovens de 15 a 29 anos. A baixa qualidade de aprendizagem e a queda nas matrículas da Educação de Jovens e Adultos agravam a situação.

Brasília se destaca como polo de inovação com a Ideia Space, que impacta jovens. A startup, fundada por jovens brasilienses, oferece cursos de educação espacial e planeja lançar mais satélites em 2025.

A Universidade de São Paulo (USP) oferece cursos online gratuitos de programação voltados para mulheres e pessoas não-binárias, com inscrições até 31 de maio. As aulas, que ocorrerão de julho a setembro, visam promover inclusão e diversidade na tecnologia.

Cerca de 9 milhões de jovens brasileiros entre 15 e 29 anos não estudam nem trabalham, refletindo uma crise educacional e de emprego. O ensino a distância cresce, mas a desistência é alta, evidenciando a necessidade de reformular a educação.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Protagonismo Universitário, que premiará cinco estudantes com uma viagem à China e formação em liderança, reconhecendo jovens que impactam suas comunidades. O prêmio, promovido pelo Na Prática, busca valorizar a diversidade de histórias e realidades de universitários de todo o Brasil. As inscrições são gratuitas e visam destacar aqueles que já promovem mudanças significativas, mesmo sem cargos formais.

Descomplica e TIM lançam curso gratuito de Inteligência Artificial, visando inclusão digital e empregabilidade. Eventos como a Bienal do Livro e a imersão em Liderança de Alta Performance também marcam o cenário atual.