Instituto Transforma, em Mogi das Cruzes, abre inscrições para cursos gratuitos e atividades esportivas e culturais, atendendo jovens e adultos. Inscrições são simples e exigem documentação.

O Instituto Transforma, situado em Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo, está com inscrições abertas para diversas atividades esportivas e culturais. As oportunidades são destinadas a crianças e jovens de sete a dezessete anos, além de adultos e idosos que podem participar de pilates e karatê. A iniciativa visa promover a formação profissional e a inclusão social por meio de cursos gratuitos e atividades recreativas.
Entre as modalidades disponíveis, destacam-se futsal, vôlei, basquete, ballet, fight kids, skate, MMA, capoeira, ginástica rítmica, circo, karatê para a terceira idade, pilates e musicalização. O Instituto já é reconhecido por oferecer cursos de formação profissional, como mídias sociais e educação especial inclusiva, além de atividades de artesanato e esportes.
As inscrições são simples: os interessados devem residir em Mogi das Cruzes e comparecer à sede do Instituto, localizada na Rua Francisco Martins Feitosa, 373, Lagoa Seca. É necessário apresentar o RG do responsável e do aluno, comprovante de endereço e número de telefone. Essa facilidade visa garantir que mais pessoas possam ter acesso às atividades oferecidas.
O Instituto Transforma também promove programas de desenvolvimento profissional e cursos de pós-graduação através dos Institutos Projeto de Vida e Educar Transforma. Essas iniciativas são fundamentais para a formação de jovens e adultos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida na comunidade.
Além das atividades esportivas, o Instituto busca incentivar a participação da comunidade em projetos que promovam a inclusão e o desenvolvimento social. A diversidade de cursos e modalidades oferecidas reflete o compromisso da ONG em atender as necessidades da população local, proporcionando oportunidades de aprendizado e crescimento pessoal.
Iniciativas como a do Instituto Transforma são essenciais para fortalecer a comunidade e oferecer suporte a jovens e adultos em busca de desenvolvimento. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, ajudando a ampliar essas oportunidades e garantindo que mais pessoas tenham acesso a atividades que promovem saúde, bem-estar e inclusão social.

O Centro Paula Souza, vinculado ao Governo de São Paulo, abre inscrições para o primeiro doutorado gratuito em gestão e desenvolvimento da educação tecnológica, com doze vagas. O curso é voltado a professores e profissionais da educação, com foco em inclusão, destinando 20% das vagas a candidatos de grupos sub-representados. As inscrições vão até 23 de agosto e o processo seletivo inclui apresentação de projeto de pesquisa e prova dissertativa. As aulas começam em março de 2026.

Estão abertas as inscrições para o programa RenovaDF, que oferece dois mil cursos nas áreas de carpintaria, elétrica, encanação, serralheria e construção civil. Os alunos recebem bolsa, auxílio-transporte e kit uniforme.

Ministro dos Transportes, Renan Filho, sugere eliminar aulas em autoescolas para obter a CNH, visando reduzir custos e facilitar o acesso, especialmente para a população de baixa renda. A proposta pode ser implementada sem passar pelo Congresso Nacional.

Professor André de Carvalho, diretor do ICMC da USP, descobriu seu autismo aos 54 anos e agora desenvolve IA para diagnósticos precoces e adaptações para alunos neurodivergentes.

Eduarda Farage, moradora de Macaé, alcançou a impressionante marca de 175 acertos no Enem 2024, após quatro tentativas, e agora é estudante de Medicina na UFRJ. Ela destaca a eficácia de estudar menos, mas com foco em estratégias como a Teoria de Resposta ao Item (TRI) e gerenciamento de tempo.

Unicamp implementa cotas para transexuais, travestis e não binários, visando inclusão. O reitor Antonio José de Almeida Meirelles defende a medida, ressaltando a importância de oportunidades e conhecimento sobre temas LGBTQIA+. Apesar das críticas e resistência política, a universidade busca reduzir desigualdades e gerar sensibilidade no ambiente acadêmico.