A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) promulgou a Lei 10.869/2025, isentando candidatos reprovados no primeiro exame prático da taxa de reagendamento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida, que derrubou o veto do governador Cláudio Castro, visa aliviar os custos para muitos contribuintes e facilitar o acesso à habilitação, especialmente para aqueles que dependem da CNH para emprego e outras oportunidades.

Os candidatos a motorista do Estado do Rio de Janeiro que forem reprovados no primeiro exame prático para a emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não precisarão pagar uma nova taxa para reagendar o exame. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) promulgou a Lei 10.869/2025, que garante a isenção da taxa, conforme publicado no Diário Oficial do Legislativo.
A nova legislação, que se aplica apenas à primeira reprovação no exame prático, é resultado do Projeto de Lei 4.140/2024, de autoria dos deputados estaduais Bruno Boaretto (PL) e Carlinhos BNH (PP). A proposta foi aprovada pela Alerj em abril, mas vetada pelo governador Cláudio Castro. Recentemente, a Alerj derrubou o veto de forma unânime durante uma sessão extraordinária.
O deputado Boaretto destacou a importância da isenção, afirmando que muitos contribuintes enfrentam dificuldades financeiras ao custear a matrícula em autoescolas e as taxas do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Ele ressaltou que a nova lei pode ajudar aqueles que dependem da CNH para conseguir um emprego ou realizar outros sonhos.
A promulgação da lei complementa uma legislação anterior que já isentava pessoas com deficiência do pagamento da taxa no processo de primeira habilitação. Com a nova medida, espera-se que mais pessoas tenham a oportunidade de obter a CNH sem a barreira do custo adicional após a reprovação.
Essa mudança representa um avanço significativo para os candidatos a motorista, especialmente em um contexto onde a habilitação é fundamental para a inserção no mercado de trabalho. A isenção da taxa pode ser um incentivo para que mais pessoas busquem a habilitação e, consequentemente, melhores oportunidades profissionais.
Nossa união pode fazer a diferença para aqueles que enfrentam dificuldades financeiras em sua jornada para a habilitação. Projetos que visam apoiar esses candidatos devem ser incentivados pela sociedade civil, promovendo um ambiente mais justo e acessível para todos.

Com a chegada de julho, a plataforma Eu Capacito disponibiliza cursos gratuitos em tecnologia, promovendo o aprimoramento profissional com conteúdos de empresas como Microsoft e IBM. A iniciativa visa capacitar usuários para a economia digital, permitindo que aprendam de qualquer lugar e sem custo.

O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) abriu inscrições para a especialização em Ensino de Humanidades e Linguagens, com 40 vagas e cotas para grupos prioritários. As inscrições vão até 29 de junho e as aulas começam em agosto.

Defensoria Pública de SP lança Carta Nacional de Acesso à Justiça com foco em gênero e raça. A iniciativa busca garantir a inclusão e participação das mulheres no sistema de Justiça, promovendo mudanças permanentes.

O Centro Paula Souza, vinculado ao Governo de São Paulo, abre inscrições para o primeiro doutorado gratuito em gestão e desenvolvimento da educação tecnológica, com doze vagas. O curso é voltado a professores e profissionais da educação, com foco em inclusão, destinando 20% das vagas a candidatos de grupos sub-representados. As inscrições vão até 23 de agosto e o processo seletivo inclui apresentação de projeto de pesquisa e prova dissertativa. As aulas começam em março de 2026.

Estudo de Harvard e Chicago revela que conversas "descontextualizadas" entre pais e filhos pequenos melhoram a compreensão de textos na adolescência, destacando a importância do diálogo contínuo.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançou quinze cursos gratuitos e online, acessíveis a todos, visando democratizar o ensino de qualidade e expandir o conhecimento. Essa iniciativa permite que estudantes e profissionais de diversas regiões do Brasil e do exterior se qualifiquem sem custos, contribuindo para a difusão do saber acadêmico.