Um jovem em medida socioeducativa na Fundação Casa, em Irapuru (SP), lançou o livro "O Menino Sonhador", refletindo sua transformação pessoal por meio da escrita. A obra, que mistura ficção e experiências reais, destaca a jornada de autoconhecimento do protagonista, Carlos, em um mundo de aventuras e emoções. A presidente da fundação, Claudia Carletto, ressalta o potencial transformador da socioeducação.

Um jovem, durante sua medida socioeducativa na Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Casa), em Irapuru, encontrou na escrita uma nova oportunidade de transformação. Ele lançou o livro "O Menino Sonhador", que mescla ficção e experiências pessoais, refletindo sua jornada de autoconhecimento. A obra é resultado de um processo de redescoberta pessoal, inspirado pelas vivências e aprendizados adquiridos na instituição.
Com a imaginação como refúgio e a literatura como forma de libertação, o jovem desenvolveu uma narrativa que aborda aventura, sonhos e o enfrentamento de medos. O protagonista, Carlos, embarca em uma jornada fantástica, onde encontra figuras simbólicas como o “Mestre Soneca”, a “Ira”, o “Medo” e a “Alegria”. Esses personagens ajudam a dar sentido às suas experiências e sentimentos.
A publicação é fruto da relação de confiança estabelecida com a equipe do centro, que acompanhou o jovem durante todo o processo socioeducativo. Com esse suporte, ele não apenas escreveu o texto, mas também criou as ilustrações que acompanham a obra, finalizando-a com uma seleção de desenhos autorais.
Claudia Carletto, presidente da Fundação Casa, destacou que a publicação é um exemplo do potencial transformador que a socioeducação pode proporcionar. O livro representa uma conquista significativa para o jovem, que encontrou na arte uma forma de expressar suas emoções e reflexões.
O lançamento de "O Menino Sonhador" não apenas marca um marco na vida do autor, mas também serve como inspiração para outros jovens em situações semelhantes. A literatura pode ser uma ferramenta poderosa para a reabilitação e autodescoberta, mostrando que é possível superar desafios e construir um futuro melhor.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitos jovens. A união em torno de projetos culturais e sociais pode ajudar a transformar realidades e oferecer novas oportunidades para aqueles que buscam um recomeço.

O deputado distrital Fábio Félix (PSOL) alertou sobre a alta discriminação por orientação sexual nas escolas e pediu políticas públicas eficazes para combater a LGBTfobia. Dados mostram que 32,4% dos alunos enfrentam discriminação.

Felipe Bressamin Pereira, o Felca, enfrenta ameaças após seu vídeo sobre "adultização" viralizar, gerando discussões no Congresso sobre proteção infantil nas redes sociais. Ele registrou ocorrências contra mais de 200 contas.

O influenciador Felca gerou um debate sobre a adultização de crianças nas redes sociais com um vídeo que alcançou mais de 40 milhões de visualizações, resultando em mais de 60 projetos de lei no Congresso, incluindo o PL 2628, conhecido como "PL Felca". A diretora-executiva da Childhood Brasil, Laís Peretto, e a psicóloga Nay Macedo discutem os impactos da exposição de menores e as melhores práticas para proteger suas imagens online.

Ministério Público do Rio de Janeiro move ação civil pública por superlotação nas prisões, com taxa de ocupação de 161% e menos de 10% dos detentos com acesso à educação. A situação exige ampliação urgente do sistema prisional.

O Ministério da Saúde entregou 25 novas ambulâncias para o SAMU 192 na Bahia, totalizando 256 desde 2023, e anunciou R$ 159 milhões para modernizar a Bahiafarma e construir a primeira Policlínica de Camaçari.

Pesquisadores da Universidade de Madrid e da Escola Andaluza de Saúde Pública revelaram que vitalidade, sociabilidade e controle sobre decisões são cruciais para a longevidade. O voluntariado e conexões sociais fortalecem a saúde mental e física.