Jovem do projeto Meninas em Ação vive dia como governadora com Celina Leão. A iniciativa visa empoderar alunas da rede pública do Distrito Federal, destacando talentos em idiomas.

O projeto Meninas em Ação, lançado em março, visa promover o empoderamento feminino entre alunas da rede pública do Distrito Federal. Recentemente, uma das participantes, Júlia Lopes, teve a oportunidade de viver um dia como governadora ao lado de Celina Leão. A experiência começou cedo, com treinos na academia e seguiu com uma agenda repleta de reuniões, entrevistas e visitas institucionais.
Júlia, selecionada entre trinta alunas com habilidades em idiomas, destacou a importância da vivência. "Foi uma experiência incrível. Eu estava pensando: ‘Meu Deus, como é que eu vou treinar com a Celina Leão?’ Nunca tinha ido à academia, então até nisso o projeto me proporcionou uma oportunidade nova", afirmou, visivelmente entusiasmada.
O Meninas em Ação, idealizado pela Secretaria de Relações Internacionais em parceria com as secretarias de Educação e da Mulher, busca incentivar o protagonismo das estudantes. O projeto-piloto selecionou alunas de até dezoito anos que cursam o terceiro ano do ensino médio e têm domínio de inglês ou espanhol.
Durante seu dia como governadora, Júlia participou de um programa de rádio, uma experiência nova para ela. "Ver na carne como funciona tudo isso é muito significativo", disse, ressaltando a importância de estar envolvida em atividades públicas e compreender a dinâmica do governo.
A governadora Celina Leão elogiou a disposição e o talento de Júlia, destacando suas múltiplas habilidades. "Ela tem uma percepção bem apurada da vida. Isso mostra o potencial da nossa rede pública de ensino para formar cidadãos preparados", comentou, enfatizando a relevância de projetos que alcancem jovens com altas habilidades.
O Meninas em Ação terá duração de sete meses, com atividades até outubro, permitindo que alunas acompanhem mulheres em posições de liderança. Projetos como esse são fundamentais para inspirar e empoderar jovens, e a sociedade civil pode desempenhar um papel crucial ao apoiar iniciativas que promovam a igualdade de gênero e o desenvolvimento de habilidades nas novas gerações.

Jonathan Haidt, psicólogo social, celebra a proibição de celulares nas escolas brasileiras e defende regras rigorosas em casa, como limitar redes sociais antes dos 16 anos e proibir telas à noite. Ele destaca os riscos distintos para meninas e meninos, enfatizando a importância de proteger a saúde mental dos jovens.

Chrys Ferraz, ex-jogador de futebol, se dedica à teologia e ao diálogo inter-religioso. Ele estuda a encíclica Laudato Si’ do Papa Francisco, abordando a crítica ao paradigma tecnocrático e a importância de cuidar do meio ambiente. Ferraz atua como educador e pastor em comunidades carentes, promovendo uma mensagem de inclusão e respeito às diferenças.

Deep nudes, imagens de nudez geradas por IA sem consentimento, têm gerado preocupações no Brasil, levando à aprovação de leis que aumentam as penas para esses crimes. Casos de manipulação de fotos de adolescentes e professoras foram registrados em várias cidades. Projetos de lei visam endurecer as punições e responsabilizar plataformas digitais.

Defensoria Pública do Distrito Federal realiza atendimento gratuito nos dias 10 e 11 de abril na Escola Classe 404, no Recanto das Emas, com foco em reconhecimento de paternidade e apoio familiar.

Mais de 300 mil crianças e adolescentes retornaram à escola entre 2017 e 2025, graças à Busca Ativa do Unicef, mas ainda há 993,4 mil fora da educação formal. A evasão escolar é um desafio persistente no Brasil.

Censo Escolar revela crescimento de apenas 1,6% nas matrículas em creches, o menor desde 2007, com 39% de crianças de zero a três anos matriculadas, evidenciando desigualdades.