Lady Gaga se apresenta na Praia de Copacabana, atraindo até 1,6 milhão de pessoas. O evento gratuito contará com pulseiras de identificação para crianças e ações de combate à violência.

Lady Gaga, a renomada diva pop, se apresentará no próximo sábado na Praia de Copacabana, atraindo um público estimado em 1,6 milhão de pessoas. O show, que será gratuito e aberto ao público, promete uma experiência vibrante com músicas animadas, coreografias elaboradas e figurinos ousados. A expectativa é que o evento atraia uma audiência diversificada, incluindo crianças e adolescentes, o que requer cuidados especiais em meio à multidão.
Para garantir a segurança dos menores, a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) implementará medidas de identificação. Serão distribuídas pulseiras que contêm o nome da criança e o contato de um responsável, facilitando o reencontro em caso de separação. As estações do metrô Cardeal Arcoverde e Siqueira Campos servirão como pontos de identificação, promovendo um acesso seguro ao evento.
A Guarda Municipal do Rio (GM-Rio) estará presente para distribuir as pulseiras e oferecer orientações de segurança para os pais que levarão crianças ao evento. Além disso, equipes técnicas estarão mobilizadas para atuar em situações de vulnerabilidade social, garantindo apoio e encaminhamentos adequados sempre que necessário. A segurança é uma prioridade, especialmente com a grande expectativa de público.
A SMAS também promoverá campanhas de enfrentamento à violência sexual e erradicação do trabalho infantil, com a distribuição de material educativo durante o evento. Essas iniciativas visam criar um ambiente mais seguro e acolhedor para todos os participantes, especialmente para os mais jovens.
Um espaço de convivência será disponibilizado na Escola Municipal Doutor Cícero Penna, em Copacabana, funcionando das 17h à 1h. Este espaço atenderá os filhos de ambulantes que estarão trabalhando no evento, oferecendo atividades recreativas e alimentação, com a supervisão de assistentes sociais e educadores.
Neste contexto, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a segurança e o bem-estar das crianças e adolescentes durante eventos dessa magnitude devem ser incentivados. A mobilização da comunidade pode ajudar a garantir que todos tenham uma experiência segura e divertida, promovendo um ambiente mais solidário e responsável.

Elenice Pereira, aos 70 anos, realiza o sonho de ingressar na faculdade de Pedagogia após uma vida de desafios. Ela busca uma vaga em instituição pública e planeja usar suas experiências para ajudar crianças carentes.

A Prefeitura de São Paulo identificou 32 ruas com usuários de drogas na região central, mas afirma que não há mais cenas abertas de uso na cidade. O prefeito Ricardo Nunes destaca avanços, embora o problema persista.

A cardiologista Ludhmila Hajjar, com 23 anos de carreira, lidera iniciativas sobre política de drogas e inteligência artificial na saúde. Seu trabalho visa transformar a assistência médica e promover justiça social.

No próximo domingo, o Instituto Liberta projetará dados alarmantes sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes nas fachadas da Câmara e do Senado, visando sensibilizar a sociedade e parlamentares. A ação destaca que, a cada hora, cinco crianças são vítimas de estupro no Brasil, e que 78% dos crimes desse tipo envolvem menores.

Keila-Sankofa lança a instalação "Confluências dos Olhos D’Água" na exposição "Águas Abertas" em São Paulo, unindo performance e curta-metragem com o povo Pankararu. A obra destaca a força das águas e a memória ancestral.

Pacientes com linfoma avançado, como Paulo Peregrino, celebram um ano de remissão após tratamento com células CAR-T. O governo investe R$ 100 milhões em pesquisas para tornar essa terapia mais acessível no Brasil.