O Largo da Batata, em São Paulo, passará por nova remodelação proposta pelo Instituto Jacarandá, com consulta pública até 7 de outubro. A Prefeitura busca revitalizar o espaço histórico, que enfrenta problemas de manutenção e atratividade.

O Largo da Batata, em São Paulo, está prestes a passar por uma nova remodelação, após uma série de frustrações com a transformação anterior, realizada há cerca de doze anos. O Instituto Jacarandá apresentou uma proposta de revitalização ao município, que planeja abrir uma licitação para o projeto em breve. A população tem até o dia sete de outubro para enviar sugestões sobre as melhorias desejadas para o espaço, que é um importante ponto cultural e comercial da zona oeste.
A proposta do Instituto Jacarandá, vinculado à Jacarandá Capital, visa transformar o Largo da Batata em um espaço mais atrativo e funcional. A gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) espera que a licitação seja publicada em aproximadamente dois meses, permitindo que outros interessados também apresentem suas propostas. A obra será financiada com recursos municipais, provenientes da Operação Urbana Faria Lima, que deve captar recursos em um leilão de certificados construtivos (Cepacs) previsto para ocorrer em breve.
Especialistas em urbanismo destacam a importância de que a nova intervenção valorize a história do Largo da Batata, evitando os erros do passado. A falta de manutenção e opções de lazer foram apontadas como problemas significativos na última remodelação. A população já manifestou preocupações sobre a condição das calçadas e a escassez de áreas sombreadas, que são essenciais para a permanência dos usuários no espaço.
A secretária municipal de Urbanismo e Licenciamento, Elisabete França, enfatizou a necessidade de preservar a identidade histórica do Largo da Batata durante as mudanças. Ela mencionou que a revitalização deve incluir melhorias nas ruas ao redor, promovendo uma maior conectividade com marcos históricos da região, como a igreja e o mercado municipal. A expectativa é que as obras tenham início ainda este ano.
O Instituto Jacarandá, por sua vez, se comprometeu a colaborar com estudos e diretrizes para a requalificação do espaço. A proposta inclui a criação de um ambiente que atraia mais visitantes e promova atividades culturais, além de melhorar a infraestrutura existente. A área, que já foi um importante centro de comércio e cultura, precisa ser revitalizada para atender às demandas atuais da população.
Com a mobilização da comunidade e a abertura para sugestões, há uma oportunidade para que a população se envolva ativamente na transformação do Largo da Batata. Projetos que busquem revitalizar espaços públicos e promover a cultura local podem contar com o apoio da sociedade civil, mostrando como a união pode fazer a diferença na melhoria da qualidade de vida urbana.

Regina José Galindo, artista guatemalteca, apresentou a performance "Primavera democrática" no Rio de Janeiro, abordando a violência e a falência da democracia na Guatemala e no mundo. A exposição na galeria Portas Vilaseca destaca suas obras impactantes até 26 de julho.

Na formatura do primeiro ciclo de 2025 do Renova-DF, 1.148 alunos se formaram, totalizando 25.067 desde 2021. O programa, que une qualificação profissional e revitalização de espaços públicos, visa combater o desemprego.

A Prefeitura do Rio lançou dois novos empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida na Mangueira, totalizando 272 apartamentos e um Boulevard com melhorias na infraestrutura local. O investimento é de R$ 46 milhões.
O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) recebeu mil mantas e 200 lençóis da Fábrica Social, parte da Campanha do Agasalho Solidário 2025, promovendo conforto aos pacientes. A doação, coordenada pela primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, visa substituir itens antigos do enxoval hospitalar, refletindo um gesto de cuidado e acolhimento, segundo a diretora geral, Marina da Silveira.

Seis estados da Amazônia Legal estão entre os dez com mais casos de violência sexual contra crianças e adolescentes em 2023, com Rondônia liderando. O Unicef aponta um aumento alarmante de 26,4% nos casos de estupro na região.

O Pará se destaca como líder em investimentos sociais na Amazônia Legal, recebendo 59% dos recursos em 2023, com foco em emancipação de comunidades e propostas do CEBDS para maximizar impactos.