A Mapfre, patrocinadora da Libertadores 2025, plantará três mudas de árvores nativas da Mata Atlântica para cada gol marcado, visando restaurar um hectare de floresta. A ação já contabiliza 324 gols.

A Libertadores 2025 está em plena atividade, com equipes como Flamengo, Palmeiras e São Paulo se destacando nas fases eliminatórias. Em uma iniciativa inovadora, a Mapfre, patrocinadora da competição, anunciou que cada gol marcado resultará no plantio de três mudas de árvores nativas da Mata Atlântica. Essa ação visa restaurar um hectare de floresta, equivalente a um campo de futebol, e contabilizará todos os gols desde a fase preliminar, em fevereiro, até a final, que ocorrerá em Lima, no Peru.
O plantio das mudas será realizado no Parque Estadual do Jurupará, localizado no Vale do Ribeira, em São Paulo, uma região que abriga a maior área contínua de Mata Atlântica do Brasil. A execução técnica ficará a cargo da Reservas Votorantim, que será responsável pela seleção das espécies e pelo monitoramento do crescimento das mudas. Entre as espécies escolhidas estão o ipê-amarelo, pau-brasil e jequitibá-rosa.
Até o momento, foram marcados 324 gols nesta edição da Libertadores, resultando em uma média de 2,41 gols por partida. Se essa média se mantiver até o final da competição, a Mapfre plantará 1.120 mudas, correspondentes a 373 gols. Contudo, a meta é plantar 1.600 árvores para cobrir a área planejada. Fátima Lima, diretora de sustentabilidade da Mapfre, destacou que a vinculação entre gols e plantio aproxima os torcedores da causa ambiental, conectando a emoção do futebol a um impacto positivo.
A Mapfre também pretende aproveitar a visibilidade da Libertadores para gerar um legado positivo, associando a paixão pelo futebol a causas relevantes para a sociedade. A empresa estará presente na COP30, que ocorrerá em Belém, no Pará, em uma ação conjunta com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).
O plantio das mudas está programado para iniciar no terceiro trimestre e será concluído até o final do ano, com resultados sendo divulgados ao longo do processo. Essa iniciativa não apenas promove a preservação ambiental, mas também engaja os torcedores em uma causa que beneficia todos.
Iniciativas como essa são fundamentais para a restauração ambiental e podem inspirar a sociedade civil a se unir em prol de projetos que visem a recuperação de áreas degradadas. A união em torno de causas ambientais pode fazer uma diferença significativa na preservação do nosso planeta.
A Figueira das Lágrimas, com 200 anos, é um marco histórico em São Paulo, tendo estado no trajeto de Dom Pedro I em 1822. A árvore enfrenta desafios devido à competição com uma figueira exótica plantada na década de 1980.

Colapso de lixão em Goiás contamina Córrego Santa Bárbara, resultando em fechamento da empresa responsável e proibição do uso da água. Doze aterros em Goiânia estão em situação irreversível, evidenciando descaso ambiental.

Um novo projeto de usina solar de grande escala será implementado, com previsão de operação em 2025, fornecendo energia para mais de 100 mil residências. A iniciativa reforça o compromisso com energias renováveis e a luta contra as mudanças climáticas.

O Programa Amazônia Azul, apresentado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, busca promover o desenvolvimento sustentável na fronteira marítima do Brasil. O lançamento está previsto para outubro.

O Ibama intensificará ações de combate a incêndios florestais em 2025, com a contratação de 2.600 brigadistas e a renovação da frota, visando aumentar a eficiência no manejo do fogo. A medida surge após o aumento de queimadas em 2024, com a expectativa de fortalecer a resposta a emergências ambientais.

Empresários e ambientalistas solicitam ao deputado Zé Vitor a rejeição de um dispositivo que revoga a proteção da Mata Atlântica, ameaçando a biodiversidade e o progresso na redução do desmatamento. A alteração proposta pode reverter a queda de 80% nos índices de desmatamento, colocando em risco áreas essenciais para a sobrevivência do bioma e suas comunidades.