O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou investimentos de R$ 491,3 milhões para a transposição do rio São Francisco em Pernambuco e criticou o governo anterior por paralisias em obras. Durante visitas ao Nordeste, Lula enfatizou a importância de garantir que a água chegue às casas e prometeu não permitir retrocessos. Ele destacou que a transposição é uma "redenção de um povo" e que a obra deve ser concluída até 2028.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta quarta-feira, 28 de maio, investimentos significativos para a transposição do rio São Francisco durante visitas à Paraíba e Pernambuco. Em Cachoeira dos Índios, na Paraíba, Lula afirmou que "Deus deixou o sertão sem água" porque sabia que ele seria presidente e traria água para a região. O presidente também criticou a gestão anterior, destacando a importância de garantir que a água chegue às casas das pessoas.
Durante a cerimônia em Pernambuco, Lula assinou uma ordem de serviço no valor de R$ 491,3 milhões para duplicar a capacidade de bombeamento de água no eixo norte do Projeto de Integração do São Francisco. Essa obra, que deve ser concluída em 2028, ampliará a capacidade de bombeamento de 24,75 metros cúbicos por segundo para 49, beneficiando 237 municípios nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, ressaltou que a transposição estava praticamente parada quando o governo atual assumiu. Ele e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticaram a gestão anterior por paralisar obras e não dialogar com governadores e prefeitos. Lula, por sua vez, enfatizou que o fim da transposição só será alcançado quando a água chegar efetivamente às casas da população.
Além da assinatura da ordem de serviço, Lula participou da inauguração do Trecho 1 do Ramal do Apodi, que ligará a Barragem Caiçara, na Paraíba, à Barragem Angicos, no Rio Grande do Norte. Com um investimento de R$ 1,45 bilhão, a obra atenderá cerca de 750 mil pessoas em 54 municípios. O presidente destacou que a transposição é um desejo antigo, mencionando que Dom Pedro II já falava sobre isso em 1846.
Durante os eventos, Lula foi recebido com entusiasmo por autoridades locais, que ressaltaram a importância das obras para a região. O governador da Paraíba, João Azevêdo, e a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, também elogiaram o presidente, destacando que a transposição é uma questão de justiça social e desenvolvimento regional.
Com a retomada dessas obras, a expectativa é que a população do Nordeste tenha acesso a água tratada e de qualidade. Nesse contexto, a mobilização da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que garantam a efetivação dessas promessas e ajudem as comunidades a se reerguerem, promovendo um futuro mais digno e sustentável para todos.
Ibama inicia programa inédito de recuperação de 1.300 hectares de Mata Atlântica em Santa Catarina, promovendo justiça socioambiental e parcerias com diversas instituições. A iniciativa visa restaurar áreas degradadas e incentivar a pesquisa de espécies ameaçadas.

Marcas nativas da Amazônia, embora enfrentando desafios financeiros e logísticos, destacam-se na indústria da beleza com práticas sustentáveis. Pesquisa revela que 71% estão na Região Norte, mas apenas 35% são financeiramente viáveis.

Moradores da Serra dos Pretos Forros, em Jacarepaguá, enfrentam frequentes quedas de energia devido à fiação elétrica e à vegetação local. Um abaixo-assinado pede a fiação subterrânea para preservar o meio ambiente. A Light programou 320 podas na região entre 2024 e 2025 e realizará novas podas até o dia 20 deste mês.

O governo federal iniciou uma operação de 90 dias para erradicar o garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó, no Pará, com destruição de acampamentos e apreensões de materiais. A ação, determinada pelo STF, visa proteger o território do povo Mebêngôkre, que enfrenta devastação ambiental.

O Greenpeace Brasil lança a campanha "Não Mais Poços de Petróleo" em resposta aos leilões da ANP, mobilizando a sociedade contra a exploração na Amazônia. A ação inclui um videoclipe e intervenções urbanas.

A Mercur, empresa gaúcha centenária, lançou a primeira Borracha Nativa da Amazônia, com látex 100% sustentável e rastreabilidade via QR Code, expandindo seu projeto para Rondônia. A iniciativa visa gerar impacto positivo nas comunidades extrativistas e na preservação da floresta.