O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 3062/2022, que proíbe testes em animais para produtos de higiene e cosméticos no Brasil, promovendo métodos alternativos e fiscalização bienal. A nova legislação, que complementa a Resolução Normativa nº 58 do CONCEA, reforça o compromisso do país com a ética científica e a proteção animal.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, no dia trinta de julho de dois mil e vinte e cinco, a Lei nº 3062/2022, que proíbe o uso de animais vivos em testes laboratoriais para produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes no Brasil. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto e contou com a presença da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, além de parlamentares e representantes de órgãos de defesa dos direitos dos animais.
A nova legislação, que complementa a Resolução Normativa nº 58 do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA), proíbe não apenas a realização de testes em animais, mas também a comercialização de cosméticos que tenham sido testados em outros países. Luciana Santos destacou que essa iniciativa é um avanço significativo para a ética científica e a proteção animal, abrangendo casos sem dados sobre segurança e eficácia.
A lei determina que o Brasil adote métodos alternativos já validados em outros países, como a bioimpressão 3D de tecidos e modelos computacionais. Além disso, estabelece a obrigatoriedade de relatórios bienais de fiscalização para garantir a implementação das novas diretrizes. O deputado Marcelo Queiroz, membro da bancada animal do Congresso, afirmou que a sanção representa uma conquista da razão e da ética, alinhando o Brasil a uma tendência global de abolir práticas cruéis.
Com a nova legislação, os órgãos sanitários têm um prazo de até dois anos para implementar as medidas administrativas necessárias e criar um plano estratégico nacional para promover métodos alternativos. Essa mudança é vista como um passo importante para garantir que a ciência avance de forma ética e responsável, respeitando a vida em todas as suas formas.
A proibição de testes em animais para produtos de higiene e cosméticos é um reflexo das crescentes preocupações com o bem-estar animal e a busca por alternativas mais humanas e eficazes. A legislação representa um marco na luta por direitos dos animais e na promoção de práticas científicas mais éticas.
Neste contexto, iniciativas que visem apoiar a implementação de métodos alternativos e a fiscalização das novas regras são essenciais. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para garantir que essa legislação seja efetivamente aplicada e que o Brasil se torne um exemplo em proteção animal e inovação científica.

Cerca de cinquenta organizações pedem que a Amazônia seja declarada livre de petróleo, visando proteger a biodiversidade e os direitos indígenas durante cúpula em Bogotá. A pressão ocorre após leilão de exploração na Bacia do Foz do Amazonas.

São Paulo registrou temperaturas amenas de 12,7°C neste sábado (31), após dias de frio intenso, com a Defesa Civil mantendo alerta e abrigo temporário disponível até domingo. A previsão é de que a temperatura alcance 24°C.

Anitta participou do ritual Kuarup no Alto Xingu, ao lado de Luciano Huck e Bob K, gerando repercussão nas redes sociais sobre a importância da cultura indígena e da preservação ambiental. A cerimônia, que celebra a libertação das almas, destaca o engajamento da artista em causas sociais.

Terras de afrodescendentes no Brasil, Colômbia, Equador e Suriname apresentam até 55% menos desmatamento que áreas não tituladas, segundo estudo da Conservation International. A pesquisa destaca a importância dessas terras na conservação da biodiversidade e na retenção de carbono, revelando que, apesar de ocuparem apenas 1% do território, mais da metade está entre as áreas mais ricas em biodiversidade do mundo.

Projeto Conserv, do Ipam, remunera produtores para preservar vegetação excedente, resultando em mais de 20 mil hectares protegidos na Amazônia e Cerrado, mesmo após o fim dos pagamentos.

O Ministério Público Federal (MPF) moveu ação para anular contrato de R$ 1 bilhão do governo do Pará com a coalizão Leaf, alegando falta de consulta às comunidades tradicionais e venda antecipada de créditos de carbono.