O Maio Amarelo, iniciativa que promove a segurança no trânsito, destaca a urgência de ações integradas após o aumento de acidentes fatais no Rio de Janeiro em 2024, com 1.124 mortes registradas. Com o tema “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, a campanha busca conscientizar sobre a importância de comportamentos responsáveis no trânsito, enfrentando o desafio de reduzir acidentes e suas consequências sociais e econômicas.

No Brasil, a 11ª edição do Maio Amarelo, iniciativa do Observatório Nacional de Segurança Viária, busca sensibilizar a população sobre a importância de comportamentos responsáveis no trânsito. O tema de 2025, “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, enfatiza a necessidade de reduzir a ansiedade e o estresse, fatores que contribuem para o aumento de acidentes. Durante o mês de maio, diversas ações foram realizadas para conscientizar sobre a segurança no trânsito, abordando a falta de educação e fiscalização como causas principais dos acidentes.
Em 2024, o Estado do Rio de Janeiro registrou 1.124 acidentes fatais, conforme dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). Esses números não incluem os casos que resultam em sequelas, como dores crônicas e perda de mobilidade, que impactam a qualidade de vida das vítimas e suas famílias. A situação representa um grave problema de saúde pública, com consequências sociais e econômicas significativas, além da sobrecarga no Sistema Único de Saúde.
No Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), observou-se um aumento no número de pacientes com trauma ortopédico grave, especialmente entre motociclistas (64%) e ciclistas (10%). Esses pacientes, por não estarem nas listas de espera regulares, ocupam vagas destinadas a cirurgias eletivas, dificultando o atendimento a outros pacientes. Em 2024, o Into realizou 7.065 cirurgias, um aumento de 10% em relação ao ano anterior.
Em resposta ao aumento de acidentes, a prefeitura do Rio de Janeiro anunciou medidas como a criação de novas faixas e a normatização da velocidade máxima de 60 km/h para motocicletas. Contudo, essas ações isoladas não são suficientes. O desrespeito às leis de trânsito, como avançar sinais vermelhos e trafegar em calçadas, se tornou comum, aumentando o risco de acidentes. A urgência de ações integradas de educação e fiscalização é evidente para salvar vidas e mitigar os danos causados pelos acidentes.
O Maio Amarelo, que ocorre anualmente, deve ser uma iniciativa contínua. A conscientização sobre segurança no trânsito precisa ser uma prioridade constante, e não apenas um evento pontual. A participação de órgãos como o Detran, Rio Ônibus e a Operação Lei Seca é fundamental, mas é necessário um esforço conjunto da sociedade para promover uma mudança cultural em relação ao trânsito.
Vítimas de acidentes de trânsito frequentemente enfrentam desafios na recuperação e reintegração à vida cotidiana. Projetos que visam apoiar essas pessoas e suas famílias devem ser estimulados pela sociedade civil, promovendo uma rede de apoio que ajude a minimizar os impactos sociais e econômicos dos acidentes. A união em torno dessa causa pode fazer a diferença na vida de muitos.

No dia 24 de julho de 2025, o Museu da República sediará o 2º Encontro Nacional da Rede MultiAtores MUDE com Elas, reunindo diversos setores para discutir desigualdades enfrentadas por mulheres negras no trabalho. O evento, parte do Festival Latinidades, visa promover escuta e articulação de soluções, destacando a taxa de desemprego de 16% entre jovens mulheres negras e a alta informalidade de mais de 40%. A programação inclui painéis sobre políticas públicas e intervenções artísticas, reforçando a importância do protagonismo jovem.

Claudia Alves, corretora de imóveis, transformou sua vida após o diagnóstico de Alzheimer da mãe em 2010, lançando o livro "O Bom do Alzheimer" e impactando mais de 7 mil cuidadores com seu curso digital.

O artista Diogo Nógue criticou o Instituto Inhotim por expor corpos negros de forma desumanizante em suas galerias, solicitando um posicionamento institucional. O museu respondeu com planos de atualização curatorial.

Em 2024, o rendimento médio das famílias brasileiras alcançou um recorde, com a desigualdade social diminuindo, conforme dados do IBGE. O Índice de Gini caiu para 0,506, refletindo crescimento de 17,6% entre os mais pobres.

Maria Gladys, atriz de 85 anos, está desaparecida em Minas Gerais e revela, em áudio, que sua conta bancária está zerada, acusando a filha de ocultar sua situação financeira.

O Polo Industrial de Manaus (PIM) destaca-se na Pesquisa Firmus do Banco Central, revelando altos salários e um ecossistema de formação profissional, desafiando a visão assistencialista da Zona Franca.