Em 2023, o Brasil registrou mais de 100 mil descumprimentos de medidas protetivas, resultando em 1.492 assassinatos de mulheres, o maior número desde 2015. A situação evidencia falhas na aplicação da Lei Maria da Penha.

No Brasil, em 2023, mais de 100 mil medidas protetivas de urgência foram descumpridas, um aumento de 10,8% em relação ao ano anterior. Esse número representa 18,3% do total de 555.001 medidas concedidas pelo Judiciário. Durante esse período, ao menos 52 mulheres foram assassinadas enquanto tinham restrições judiciais ativas. Os estados com maior número de descumprimentos foram São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, conforme dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
O total de assassinatos de mulheres em 2023 chegou a 1.492, o maior número desde 2015, com um aumento de 0,7% em relação ao ano anterior. Esses dados revelam uma tendência alarmante, mesmo com a queda geral das mortes violentas intencionais. A pesquisadora Manoela Miklos destaca que a maioria dos crimes ocorre dentro das residências das vítimas, o que dificulta a implementação de políticas públicas eficazes.
Além dos assassinatos, houve um aumento significativo nas tentativas de feminicídio, com notificações subindo em 19% em comparação a 2022. O registro de estupros também aumentou, com um crescimento de 9,6% em relação ao ano anterior, sendo que 92,7% das vítimas eram mulheres. A falta de controle no acesso a armas e a escassez de delegacias da mulher em muitos municípios agravam a situação.
Em 2024, aproximadamente 95 mil mulheres relataram serem vítimas de perseguição, um aumento de 18,2% em relação ao ano anterior. O Código Penal, que classifica a perseguição como crime desde 2021, ainda enfrenta desafios na sua aplicação. A subnotificação de feminicídios é uma preocupação, pois muitos casos são registrados como homicídios dolosos, ignorando a condição de gênero da vítima.
Os dados apresentados no Anuário Brasileiro de Segurança Pública evidenciam a necessidade urgente de ações efetivas para proteger as mulheres no Brasil. A repetição dos descumprimentos de medidas protetivas e o aumento das estatísticas de violência revelam falhas no sistema que precisam ser abordadas com seriedade. A sociedade civil deve se mobilizar para exigir mudanças e garantir a segurança das mulheres.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que apoiem as vítimas de violência e incentivem a criação de espaços seguros. Projetos que visem a proteção e a recuperação dessas mulheres são essenciais para transformar essa realidade e garantir um futuro mais seguro para todas.

São Paulo viveu a tarde mais fria do ano, com temperatura média de 12,3°C. A Prefeitura reativou tendas para atender a população vulnerável durante este período de frio e chuvas.

A Focus Cia de Dança celebra 25 anos com o espetáculo "De Bach a Nirvana", nos dias 16 e 17 de maio, no Theatro Municipal de Niterói, unindo música clássica e rock em uma performance inovadora. A apresentação destaca a evolução artística de Alex Neoral, que conecta diferentes épocas musicais e coreográficas, prometendo uma experiência única ao público.

A Prefeitura de Niterói propôs à ANTT investimentos para melhorar a infraestrutura da Ponte Rio-Niterói, visando reduzir congestionamentos e assoreamento no Canal de São Lourenço. As sugestões incluem novas faixas de acesso e uma conexão cicloviária, com o objetivo de otimizar o trânsito e a qualidade de vida da população.

O conceito de doulas do fim da vida está se expandindo no Brasil, oferecendo suporte emocional e prático a pacientes terminais e suas famílias, apesar da falta de regulamentação da profissão. Essas profissionais, muitas vezes com formação em saúde, atuam em três fases: pré-morte, morte e pós-morte, promovendo uma passagem mais humanizada e respeitosa. A presença das doulas é crescente, inspirada em modelos de países como Portugal e Estados Unidos, e busca garantir dignidade e acolhimento nos momentos finais da vida.

Quatro escolas brasileiras estão na disputa pelo prêmio World’s Best Schools 2025, destacando-se por projetos inovadores em áreas como violência e inclusão digital. A votação popular vai até 9 de julho.

Siddharth Nandyala, um jovem prodígio, criou o aplicativo CircadiaV, que detecta doenças cardíacas com alta precisão em apenas sete segundos, e desenvolve uma prótese acessível controlada pelo pensamento.