Estudo revela que 19,5 milhões de autônomos e informais no Brasil não contribuem para a Previdência, perdendo acesso à aposentadoria e benefícios do INSS. Especialistas alertam sobre a importância da contribuição e da documentação da união estável.
Um estudo recente revela que mais de 19 milhões de trabalhadores autônomos e informais no Brasil não contribuem para a Previdência Social, o que os impede de acessar benefícios como aposentadoria. Especialistas afirmam que iniciar a contribuição é um passo importante para garantir esses direitos. Por exemplo, Rafael Alencar de Miranda, que vende pipoca, faz questão de contribuir, mesmo sendo autônomo.
Os trabalhadores informais podem contribuir para a Previdência com um valor mínimo de R$ 303,60. Para aqueles com baixa renda, inscritos no Cadastro Único e sem atividade remunerada, a contribuição mínima é de R$ 75,90. Essa informação foi desconhecida por Sivany Luzia de Souza, que trabalhou trinta anos como doméstica, mas só teve recolhimento para o INSS por oito anos, o que a impediu de se aposentar.
O estudo conduzido por Rogério Nagamine, ex-subsecretário do Regime Geral de Previdência, destaca que 19,5 milhões de autônomos e informais, incluindo diaristas, pedreiros e motoristas de aplicativos, não fazem o recolhimento necessário. A contribuição pode ser feita através do carnê do INSS, aplicativo ou site, onde é possível emitir a guia de pagamento.
Além da aposentadoria, o INSS oferece outros benefícios, como pensão por morte. Contudo, muitos dependentes enfrentam dificuldades para comprovar a união estável, o que pode prolongar processos judiciais. Especialistas recomendam que casais que não formalizaram o casamento civil documentem sua união, seja por escritura pública em cartório ou contrato particular com firmas reconhecidas.
Francisca Pereira Rodrigues, manicure, enfrentou um longo processo após a morte de seu marido em 2019, por não ter a declaração de união estável. O juiz Flávio da Silva Andrade, da Vara Federal de Uberlândia, ressalta a importância do planejamento para garantir amparo do Estado, alertando que a falta de documentação pode levar à negativa de benefícios e à necessidade de ações judiciais.
Essa situação evidencia a necessidade de conscientização sobre a importância da contribuição à Previdência e da documentação adequada das uniões. A união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que ajudem trabalhadores a garantir seus direitos e benefícios, promovendo um futuro mais seguro para todos.

O 3º Encontro Internacional de Educação Midiática, realizado em Brasília, destacou a urgência de políticas públicas para proteger crianças e idosos da desinformação e crimes virtuais. Autoridades como a senadora Teresa Leitão e a secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Pilar Lacerda, enfatizaram a importância da educação midiática como ferramenta de segurança. O evento também premiou criadores de conteúdo educacional no Prêmio YouTube Educação Digital, reconhecendo iniciativas que promovem a educação acessível e de qualidade.

A Folha de S.Paulo e a Fundação Itaú lançam laboratório gratuito de jornalismo de dados em outubro, com dez aulas online sobre educação e cultura. Inscrições abertas até 31 de agosto.

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal lançou o projeto Renovatech, oferecendo cursos gratuitos em tecnologia no Gama. A iniciativa visa capacitar jovens e adultos para o mercado.

Prefeitura de São Paulo inaugura CEI e programa de transporte gratuito para mães. O CEI Maria Beatriz Nascimento, na Vila Mazzei, atenderá 200 crianças e o programa Mamãe Tarifa Zero beneficiará 15 mil responsáveis com gratuidade no transporte público.

O Brasil avançou na alfabetização infantil em 2024, com 59,2% das crianças do segundo ano do ensino fundamental alfabetizadas, apesar de não atingir a meta de 60%. A tragédia climática no Rio Grande do Sul afetou os resultados, reduzindo a taxa no estado de 63,4% para 44,7%. O Ministério da Educação destaca que, sem essa queda, o país teria superado a meta. A avaliação, que abrangeu mais de 2 milhões de estudantes, será repetida entre outubro e novembro, com nova meta de 64%.

Recentemente, novos livros sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram lançados, oferecendo informações valiosas para famílias e educadores. A crescente demanda por conhecimento confiável é essencial diante do aumento de diagnósticos no Brasil.