Em Marabá (PA), agentes do Ibama e estudantes da Unifesspa plantaram 200 mudas nativas em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, promovendo a recuperação de áreas degradadas e a conscientização ambiental.

Marabá, PA (06 de junho de 2025) – Em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e estudantes da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) plantaram 200 mudas nativas em áreas próximas ao rio Tauari, também conhecido como Tauarizinho, e em dois Sistemas Agroflorestais (SAFs). A ação incluiu atividades de coleta de resíduos no campus universitário e um sorteio de livros.
Os Sistemas Agroflorestais (SAFs) combinam culturas de interesse comercial, como agricultura e silvicultura, com a flora nativa, promovendo a regeneração do solo. Essa prática é regulamentada pela Instrução Normativa do Ibama nº 14/2024, que estabelece diretrizes para o Projeto de Recuperação de Área Degradada ou Área Alterada (PRAD) em todos os biomas do Brasil.
O evento teve como objetivo não apenas o plantio de mudas, mas também a conscientização sobre a importância da preservação ambiental. A participação ativa dos estudantes e dos agentes do Ibama demonstra um compromisso com a sustentabilidade e a educação ambiental.
A coleta de resíduos realizada no campus da Unifesspa reforçou a necessidade de ações práticas para a redução do lixo e a promoção de um ambiente mais limpo. A iniciativa também buscou engajar a comunidade acadêmica em práticas sustentáveis.
Representantes do Ibama destacaram a relevância de projetos como esse para a recuperação de áreas degradadas e a preservação da biodiversidade local. A ação em Marabá é um exemplo de como a união de esforços pode gerar resultados positivos para o meio ambiente.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas e replicadas em outras regiões. A mobilização da sociedade civil é fundamental para garantir a continuidade de projetos que visam a recuperação ambiental e a educação. A união de esforços pode fazer a diferença na construção de um futuro mais sustentável.

A Lei do Combustível do Futuro, aprovada em 2024, promete investir R$ 1 trilhão em biocombustíveis, ampliando a produção de etanol e biodiesel e fortalecendo a matriz energética renovável do Brasil.

Belém se prepara para a Conferência do Clima da ONU (COP30) em 2025, com a construção da Blue Zone e Green Zone no Parque da Cidade, totalizando R$ 980 milhões em investimentos. O evento promete transformar a cidade.

Sebastian Vettel, tetracampeão da Fórmula 1, se compromete a ajudar a categoria a se tornar mais sustentável, mas não retornará às pistas. Ele destaca a importância de ações climáticas e sociais. Durante a Rio Innovation Week, Vettel expressou seu desejo de contribuir para um futuro mais verde na Fórmula 1, enfatizando a necessidade de acelerar mudanças. Ele lamentou não ter se posicionado antes sobre questões ambientais e elogiou a nova geração de pilotos, como Gabriel Bortoleto.

Ferro-velho irregular em Nova Iguaçu é interditado pela Operação Desmonte, que combate o comércio ilegal de sucatas. A ação destaca riscos ambientais e a importância da legalidade no setor.

Ministério Público do Ceará suspendeu contrato de concessão no Parque Nacional de Jericoacoara por falta de estudos ambientais, enquanto ICMBio defende que não são necessárias licenças para as obras. A decisão visa evitar danos ao meio ambiente e responde a preocupações da comunidade local sobre os impactos da exploração turística. A concessionária, Urbia Cataratas Jericoacoara S.A., argumenta que as intervenções são autorizadas, mas a situação permanece indefinida até que as licenças sejam obtidas.

O Ministério da Justiça solicitou R$ 150 milhões do Fundo Amazônia para combater queimadas no Cerrado e Pantanal, ampliando o uso do fundo além da Amazônia. O Projeto Manejo Integrado do Fogo visa reforçar a estrutura dos Corpos de Bombeiros.