Mariana Rios, atriz de 40 anos, anunciou que está grávida, enfrentando a trombofilia adquirida, que aumenta o risco de complicações na gestação. Ela compartilha sua jornada nas redes sociais e idealizou o projeto Basta Sentir Maternidade.

Mariana Rios, atriz de 40 anos, anunciou que está esperando seu primeiro filho, compartilhando sua jornada de maternidade nas redes sociais. No entanto, a atriz enfrenta um desafio adicional: foi diagnosticada com trombofilia adquirida, uma condição que aumenta o risco de coágulos sanguíneos, podendo complicar a gestação.
A trombofilia adquirida refere-se a uma tendência aumentada do sangue em formar coágulos, o que pode resultar em complicações graves, como trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Essa condição pode surgir ao longo da vida, mesmo sem predisposição genética, e impacta diretamente a fertilidade e a saúde gestacional.
Os principais sintomas da trombofilia incluem dor, inchaço e vermelhidão nas pernas, além de sensações de peso ou aperto. Outros sinais são veias dilatadas, dor intensa em membros e alterações na cor da pele. O tratamento varia conforme o tipo da doença e pode incluir o uso de medicamentos anticoagulantes.
Em 2020, Mariana Rios enfrentou um aborto espontâneo nos primeiros meses de gravidez, uma experiência que a levou a uma transformação pessoal significativa. Ela expressa que, apesar da dor, essa vivência a tornou uma mulher diferente e mais forte.
A atriz é idealizadora do projeto Basta Sentir Maternidade, uma plataforma online que oferece apoio emocional e psicológico a mulheres que estão passando por experiências semelhantes na busca pela maternidade. Essa iniciativa visa criar uma rede de suporte para aquelas que enfrentam desafios na gestação.
Neste contexto, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar de futuras mães. Projetos como o de Mariana Rios merecem ser estimulados, pois podem fazer a diferença na vida de muitas mulheres que enfrentam dificuldades semelhantes.

Uma nova análise do Instituto de Câncer Dana-Farber revela que dietas anti-inflamatórias após tratamento convencional aumentam a sobrevida em pacientes com câncer de cólon, especialmente com atividade física. A pesquisa, apresentada na ASCO, destaca a importância da alimentação na recuperação e sugere que dietas menos inflamatórias podem reduzir o risco de morte em até 87%.

O Ministério da Saúde lançará uma chamada pública para mapear experiências bem-sucedidas no controle da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis, com inscrições de 15 de agosto a 15 de setembro de 2025. A iniciativa busca reconhecer e divulgar práticas inovadoras que ampliem o acesso ao tratamento preventivo da tuberculose, contribuindo para as metas do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose. Serão selecionadas dez experiências, que receberão certificados e terão a chance de serem apresentadas em um evento oficial.

O Rio de Janeiro confirmou mais duas mortes por febre oropouche, totalizando três óbitos em 2023. As vítimas, de 34 e 23 anos, eram de Macaé e Paraty, e não houve novos casos desde então.
Em 2024, 30% dos partos na SES-DF foram de mães de outros estados, com Goiás em destaque. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, enfatiza a necessidade de planejamento para atender a demanda crescente.

A cetamina, anestésico com uso crescente no tratamento da depressão resistente, enfrenta barreiras de acesso no Brasil, levando pacientes a recorrerem à Justiça para garantir o tratamento. Embora aprovada para uso psiquiátrico, a terapia é frequentemente negada por planos de saúde, resultando em ações judiciais que costumam ser favoráveis aos pacientes. O custo elevado das sessões, que pode ultrapassar R$ 3 mil, e a necessidade de supervisão médica complicam ainda mais o acesso.

Vacina contra Chikungunya é aprovada pela Anvisa e pode ser incorporada ao SUS. O Ministério da Saúde, liderado por Alexandre Padilha, busca fortalecer o combate à doença, que já registrou 68,1 mil casos no Brasil.