Mariana Rios, atriz de 40 anos, anunciou que está grávida, enfrentando a trombofilia adquirida, que aumenta o risco de complicações na gestação. Ela compartilha sua jornada nas redes sociais e idealizou o projeto Basta Sentir Maternidade.

Mariana Rios, atriz de 40 anos, anunciou que está esperando seu primeiro filho, compartilhando sua jornada de maternidade nas redes sociais. No entanto, a atriz enfrenta um desafio adicional: foi diagnosticada com trombofilia adquirida, uma condição que aumenta o risco de coágulos sanguíneos, podendo complicar a gestação.
A trombofilia adquirida refere-se a uma tendência aumentada do sangue em formar coágulos, o que pode resultar em complicações graves, como trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Essa condição pode surgir ao longo da vida, mesmo sem predisposição genética, e impacta diretamente a fertilidade e a saúde gestacional.
Os principais sintomas da trombofilia incluem dor, inchaço e vermelhidão nas pernas, além de sensações de peso ou aperto. Outros sinais são veias dilatadas, dor intensa em membros e alterações na cor da pele. O tratamento varia conforme o tipo da doença e pode incluir o uso de medicamentos anticoagulantes.
Em 2020, Mariana Rios enfrentou um aborto espontâneo nos primeiros meses de gravidez, uma experiência que a levou a uma transformação pessoal significativa. Ela expressa que, apesar da dor, essa vivência a tornou uma mulher diferente e mais forte.
A atriz é idealizadora do projeto Basta Sentir Maternidade, uma plataforma online que oferece apoio emocional e psicológico a mulheres que estão passando por experiências semelhantes na busca pela maternidade. Essa iniciativa visa criar uma rede de suporte para aquelas que enfrentam desafios na gestação.
Neste contexto, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar de futuras mães. Projetos como o de Mariana Rios merecem ser estimulados, pois podem fazer a diferença na vida de muitas mulheres que enfrentam dificuldades semelhantes.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou o Super Centro para Diagnóstico do Câncer, que promete reduzir o tempo de espera para laudos de 25 para cinco dias no SUS. A iniciativa, que começa em julho, utiliza telemedicina e tecnologia avançada para otimizar diagnósticos, com capacidade para realizar até mil laudos diários. Com apoio do A.C. Camargo e do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o programa visa aumentar a eficiência no tratamento oncológico e garantir acesso equitativo à saúde.

A cetamina, anestésico com uso crescente no tratamento da depressão resistente, enfrenta barreiras de acesso no Brasil, levando pacientes a recorrerem à Justiça para garantir o tratamento. Embora aprovada para uso psiquiátrico, a terapia é frequentemente negada por planos de saúde, resultando em ações judiciais que costumam ser favoráveis aos pacientes. O custo elevado das sessões, que pode ultrapassar R$ 3 mil, e a necessidade de supervisão médica complicam ainda mais o acesso.

Junior Lima e Monica Benini compartilham a recuperação da filha, diagnosticada com síndrome nefrótica, e recebem apoio de famosos nas redes sociais. A criança está em remissão após tratamento intenso.

Pesquisadores da Uece e UFABC revelam que exercícios combinados melhoram a saúde de mulheres pós-menopausa com diabetes tipo 2. A metanálise destaca a importância de políticas públicas para promover a atividade física e prevenir complicações.

Pesquisadores do Instituto Butantan e da USP descobriram compostos de origem animal que eliminam o parasita da esquistossomose, oferecendo novas esperanças de tratamento. A pesquisa destaca venenos de serpentes e extratos de besouros como promissores, superando as limitações do Praziquantel, único medicamento disponível.

Cerca de 180 mil casos de trombose surgem anualmente no Brasil, com maior incidência entre mulheres de 20 a 45 anos, destacando a necessidade de cuidados circulatórios e prevenção. O uso de hormônios, gravidez e menopausa são fatores de risco significativos.