Mariana Rios, atriz de 40 anos, anunciou que está grávida, enfrentando a trombofilia adquirida, que aumenta o risco de complicações na gestação. Ela compartilha sua jornada nas redes sociais e idealizou o projeto Basta Sentir Maternidade.

Mariana Rios, atriz de 40 anos, anunciou que está esperando seu primeiro filho, compartilhando sua jornada de maternidade nas redes sociais. No entanto, a atriz enfrenta um desafio adicional: foi diagnosticada com trombofilia adquirida, uma condição que aumenta o risco de coágulos sanguíneos, podendo complicar a gestação.
A trombofilia adquirida refere-se a uma tendência aumentada do sangue em formar coágulos, o que pode resultar em complicações graves, como trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Essa condição pode surgir ao longo da vida, mesmo sem predisposição genética, e impacta diretamente a fertilidade e a saúde gestacional.
Os principais sintomas da trombofilia incluem dor, inchaço e vermelhidão nas pernas, além de sensações de peso ou aperto. Outros sinais são veias dilatadas, dor intensa em membros e alterações na cor da pele. O tratamento varia conforme o tipo da doença e pode incluir o uso de medicamentos anticoagulantes.
Em 2020, Mariana Rios enfrentou um aborto espontâneo nos primeiros meses de gravidez, uma experiência que a levou a uma transformação pessoal significativa. Ela expressa que, apesar da dor, essa vivência a tornou uma mulher diferente e mais forte.
A atriz é idealizadora do projeto Basta Sentir Maternidade, uma plataforma online que oferece apoio emocional e psicológico a mulheres que estão passando por experiências semelhantes na busca pela maternidade. Essa iniciativa visa criar uma rede de suporte para aquelas que enfrentam desafios na gestação.
Neste contexto, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar de futuras mães. Projetos como o de Mariana Rios merecem ser estimulados, pois podem fazer a diferença na vida de muitas mulheres que enfrentam dificuldades semelhantes.

Ministério da Saúde destina R$ 150 milhões ao Programa Saúde na Escola, visando vacinar 90% de estudantes de 9 meses a 15 anos entre 14 e 25 de outubro. Mobilização busca reverter queda nas taxas de imunização.

O programa "O câncer não espera. O GDF também não" já atendeu 198 pacientes oncológicos, reduzindo em 43,6% a fila de espera para oncologia e em 43,8% para radioterapia, além de diminuir os dias de espera.

Tim Friede, após mais de 20 anos injetando veneno de cobras, teve anticorpos identificados que protegem camundongos contra venenos de 19 espécies, abrindo caminho para um antídoto seguro para humanos.

A pesquisa da ACBG Brasil e UFSC revela que a espera por tratamento cirúrgico para câncer de cabeça e pescoço pode chegar a seis meses em algumas regiões do Brasil, destacando desigualdades no acesso à saúde. A falta de profissionais capacitados e recursos adequados compromete a qualidade de vida e a sobrevivência dos pacientes.

Hospital São Luiz Itaim adota inteligência artificial para otimizar a estimulação cerebral profunda em pacientes com Parkinson, melhorando a qualidade de vida e personalizando tratamentos.

Ministério da Saúde intensifica ações contra dengue em 80 municípios de sete estados, criando centros de hidratação e vacinando adolescentes para conter a epidemia.