Ministério da Saúde lança novos Cadernos de Atividade e curso sobre alimentação saudável nas escolas, reforçando a importância da educação nutricional e do Programa Saúde na Escola (PSE). As iniciativas visam promover hábitos alimentares adequados entre estudantes e a comunidade escolar.

Em celebração ao Dia do Estudante, o Ministério da Saúde lançou uma atualização na série de Cadernos de Atividade, focando na promoção da alimentação adequada e saudável nas escolas. Os materiais, desenvolvidos em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), são voltados para profissionais da educação e da saúde, especialmente aqueles envolvidos no Programa Saúde na Escola (PSE). As publicações foram apresentadas durante o evento "Escolas mais saudáveis" e estão disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde.
Os novos cadernos incluem propostas de atividades organizadas por ciclos da educação básica, alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Além disso, um livreto foi criado para auxiliar gestores no planejamento e implementação de ações relacionadas à amamentação e alimentação saudável em creches. Outra novidade é o curso autoinstrucional "Cantinas Saudáveis", desenvolvido por universidades federais, que aborda temas como classificação de alimentos e o impacto dos ultraprocessados.
A formação online, gratuita e com carga horária de sessenta horas, destaca a importância da escola como um ambiente promotor de saúde. A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Kelly Alves, enfatizou o papel dos educadores na promoção de uma alimentação saudável, ressaltando que eles podem estimular o interesse dos estudantes e da comunidade escolar.
As novas publicações seguem as diretrizes do Guia Alimentar para a População Brasileira e do Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos. Entre as recomendações, destaca-se a preferência por alimentos in natura ou minimamente processados, evitando ultraprocessados. Além disso, é recomendado não oferecer açúcar a crianças menores de dois anos e promover a amamentação até os dois anos ou mais.
Os cadernos de atividades visam incentivar a consciência crítica e a responsabilidade social em relação à alimentação e nutrição. O contato direto com os alimentos e o desenvolvimento de habilidades culinárias são fundamentais para transformar a escola em um ambiente que promova saúde e bem-estar. Os materiais também incluem sugestões de livros, vídeos e músicas que complementam o aprendizado.
O Programa Saúde na Escola, que completará dezoito anos em 2025, é uma iniciativa essencial para integrar saúde e educação, contribuindo para a formação integral dos estudantes da rede pública. Projetos que promovem a alimentação saudável nas escolas merecem apoio da sociedade civil, pois podem impactar positivamente a saúde e o desenvolvimento das crianças e adolescentes.

Resultados do Enade 2023 revelam queda na qualidade dos cursos de Medicina, com 20% não alcançando notas satisfatórias. CFM propõe exame nacional para garantir padrões.

O Distrito Federal registrou 632 colégios no Programa Saúde na Escola, beneficiando 365 mil alunos. Aumento de 25% em relação ao biênio anterior destaca a importância da saúde escolar. O Programa Saúde na Escola (PSE), uma parceria entre os ministérios da Educação e da Saúde, alcançou um número recorde de colégios inscritos no Distrito Federal, totalizando 632. Essa adesão, que representa um crescimento de 25% em comparação ao biênio anterior, beneficia mais de 365 mil estudantes. A iniciativa visa promover a saúde e facilitar o acesso a serviços essenciais, especialmente para alunos que enfrentam dificuldades em acessar unidades de saúde. Através de ações educativas, como campanhas de vacinação e palestras, o PSE busca integrar saúde e educação, impactando positivamente a comunidade escolar e suas famílias.

Inscrições abertas para 144 vagas em engenharia na Unesp até 6 de maio. Cursos gratuitos no campus de Ilha Solteira têm taxa de R$ 210.

Um estudo recente revela que 24,5% dos alunos de escolas particulares em São Paulo têm conhecimento insuficiente em Matemática, superando índices de outros estados. Essa situação evidencia a necessidade urgente de novas políticas públicas para melhorar o ensino.

O pagamento da 5ª parcela do programa Pé-de-Meia, de R$ 1 mil, começou em 28 de julho e vai até 4 de agosto, beneficiando alunos do ensino médio que concluíram em 2024. O programa visa incentivar a matrícula e frequência escolar.

Instituto Unidown promove curso de alfabetização para jovens com síndrome de Down, visando melhorar a empregabilidade. O curso, iniciado em março, utiliza o jornal Joca e dinâmicas práticas para desenvolver habilidades de leitura e escrita. Vinícius de Miranda, um dos alunos, destaca a evolução no aprendizado e a meta de conseguir um emprego. A iniciativa surge em resposta à baixa taxa de alfabetização entre jovens com a síndrome, onde apenas 8,7% estão totalmente alfabetizados. O curso inclui atividades como rodas de notícias e simulações de entrevistas, buscando preparar os alunos para o mercado de trabalho.