Moradores de Itaguaré, em Bertioga, reagem com repúdio à proposta do empresário Reuben Zaidan de transformar a praia em área de nudismo, defendendo a conservação e as ações de limpeza realizadas pela associação local.

Moradores e frequentadores da praia de Itaguaré, localizada em Bertioga, litoral de São Paulo, manifestaram descontentamento com as declarações do empresário Reuben Zaidan. Durante seu programa "Café com Zaidan", ele sugeriu que a praia se tornasse uma área de nudismo, afirmando que o local está em estado de "esculhambação". Zaidan criticou a presença de quadriciclos, animais e usuários de drogas, propondo que a transformação em praia de nudismo poderia gerar renda.
A Associação do Jardim São Lourenço e Itaguaré, que representa os moradores, emitiu uma nota de repúdio às falas de Zaidan. Na nota, a associação destacou que realiza regularmente ações de limpeza e controle de acesso na praia, incluindo a instalação de uma cancela para impedir a entrada de veículos e minimizar impactos ambientais. Os moradores enfatizaram que a praia é uma área de preservação ambiental e que as declarações do empresário são infundadas.
Além disso, a associação informou que realiza rondas frequentes para coibir práticas ilegais, como fogueiras e acampamentos. A nota ressalta que as afirmações de Zaidan demonstram um desconhecimento da realidade local e uma falta de respeito com a comunidade e o meio ambiente. Os moradores pedem que informações corretas sejam divulgadas sobre a situação da praia.
Em resposta, Zaidan afirmou que não teve a intenção de ofender e reconheceu a importância do patrimônio natural da região. Ele reiterou que suas sugestões visam um melhor aproveitamento do potencial turístico da praia, embora tenha reconhecido o trabalho da associação na conservação do local.
A polêmica gerou um debate sobre a preservação ambiental e o uso sustentável das praias. Os moradores defendem que a conservação deve ser priorizada, enquanto Zaidan sugere alternativas que poderiam atrair mais visitantes. O conflito entre a preservação e o desenvolvimento turístico é uma questão recorrente em áreas de proteção ambiental.
Neste contexto, é fundamental que a comunidade se una para apoiar iniciativas que promovam a conservação e o respeito ao meio ambiente. Projetos que visem a proteção da praia de Itaguaré podem ser essenciais para garantir que esse espaço continue a ser um local de beleza natural e preservação para as futuras gerações.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou 63 dispositivos do projeto que flexibiliza o licenciamento ambiental, preservando normas de proteção. O governo enviou novas propostas ao Congresso, incluindo a manutenção do Licenciamento Ambiental Especial em três fases.

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) completou setenta anos em 2024 e anunciou a meta de neutralidade de carbono até 2030, com matriz energética 100% renovável. A empresa desinvestiu R$ 1,2 bilhão em usinas térmicas, priorizando hidrelétricas, parques eólicos e solares.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, visitará as obras do Cinturão das Águas do Ceará em 27 de maio de 2025, com 83,49% de execução e investimento de R$ 2 bilhões. O projeto visa ampliar a oferta de água para mais de 5 milhões de pessoas, sendo crucial para a segurança hídrica da região.

Ressacas em Niterói causam danos severos nas praias de Camboinhas e Sossego, levando a interdições e retirada de contêineres. A Defesa Civil alerta para ondas de até 3,5 metros e destaca a vulnerabilidade de Piratininga a eventos climáticos extremos.

O governo brasileiro apresenta o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), que visa mobilizar US$ 125 bilhões para preservar florestas tropicais, com pagamentos por hectare preservado. A iniciativa, a ser lançada na COP30, promete autossustentabilidade e flexibilidade no uso dos recursos, beneficiando mais de 70 países.

Três pinguins-de-magalhães foram avistados na praia de Itaipu, em Niterói, enquanto um pinguim debilitado foi resgatado no Arpoador e quatro mortos encontrados na Praia da Reserva. A presença desses animais, que migram da Patagônia em busca de alimento, levanta preocupações sobre sua saúde e bem-estar. O Projeto de Monitoramento de Praias orienta a população a não se aproximar e a reportar avistamentos.