O documentário "O Efeito Casa Branca" estreia na 14ª Mostra Ecofalante de Cinema, abordando a política ambiental do governo George Bush e a censura sobre informações climáticas nos EUA. O co-diretor Pedro Kos destaca a urgência da ciência climática em um contexto de crescente desinformação.

O documentário "O Efeito Casa Branca", que estreia na 14ª Mostra Ecofalante de Cinema, examina a política ambiental do governo de George Bush e a censura sobre informações climáticas nos Estados Unidos. O co-diretor Pedro Kos destaca a urgência da ciência em relação ao aquecimento global, afirmando que "estamos diante de fatos concretos, com os quais não deveria existir margem para divergências". O filme será exibido no dia quatro de junho, seguido de um debate com especialistas na área.
O documentário reúne arquivos que revelam os bastidores da disputa ambiental durante a administração Bush. A escolha do ambientalista William Reilly para liderar a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos gerou conflitos com o chefe do gabinete presidencial, John Sununu. Kos e os cineastas Bonni Cohen e Jon Shenk dedicaram anos para trazer à tona essa narrativa, buscando criar um "túnel do tempo" que permita ao espectador vivenciar a época.
Pedro Kos, que cresceu no Rio de Janeiro e se mudou para Los Angeles, desenvolveu sua carreira no cinema como montador. Ele também concorreu ao Oscar de melhor curta-metragem de documentário em 2022 com "Onde Eu Moro", que aborda o aumento da população de rua nos Estados Unidos. Kos expressa preocupação com a censura atual sobre mudanças climáticas, afirmando que informações estão se tornando menos acessíveis e que o financiamento para pesquisas está sendo cortado.
A Mostra Ecofalante, criada em 2012, visa democratizar as discussões sobre meio ambiente, abordando questões que vão além da Amazônia e dos povos indígenas. O diretor do festival, Chico Guariba, enfatiza a importância de unir gerações de cineastas e promover um espaço para debates sobre temas sociais, como identidade de gênero e cultura periférica. A programação deste ano inclui mais de 120 filmes, com destaque para um ciclo dedicado ao cinema feminista.
Entre os filmes selecionados, estão "O Jogo da Mente", que investiga laboratórios de inteligência artificial, e "Feitos de Plástico", que discute os efeitos dos microplásticos na saúde humana. Guariba ressalta a falta de políticas públicas para apoiar festivais como este e expressa esperança com a chegada da Conferência das Partes (COP) 30, mas reconhece a necessidade de resistência contínua.
A 14ª Mostra Ecofalante de Cinema ocorrerá de 29 de maio a 11 de junho, com exibições gratuitas. O festival busca fomentar a educação e a conscientização sobre questões ambientais e sociais. Em um momento em que a luta por justiça ambiental é crucial, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam mudanças significativas e ajudem a enfrentar os desafios climáticos.

Ibama participa de treinamento sobre emergências nucleares no IRD, promovendo integração com instituições como Defesa Civil e Exército. A ação visa aprimorar a resposta em situações críticas.

Em 2023, a morte de araras-azuis-de-lear na Bahia diminuiu após modificações na rede elétrica da Coelba, mas ainda persiste em áreas não priorizadas. O MPBA busca um TAC para soluções eficazes.

Disputas no Congresso sobre a área do Cristo Redentor envolvem a Igreja Católica e o governo federal, levantando preocupações sobre a preservação ambiental do Parque Nacional da Tijuca. Três projetos de lei buscam transferir a gestão da área para a Mitra Arquiepiscopal e a Prefeitura do Rio, o que pode comprometer a conservação do patrimônio ambiental e cultural.

Nasceu o primeiro tamanduá-bandeira em cativeiro no Rio Grande do Sul, no Gramadozoo, em 14 de junho. O filhote, com 1,5 quilo, é um marco para a conservação da espécie, que enfrenta sérios riscos de extinção.

O Piauí lançará créditos de carbono para combater o desmatamento, com investimento de até R$ 20 milhões da Silvania e apoio técnico da Systemica, visando reduzir o desmatamento em 10% ao ano até 2030.

O BioParque do Rio reabre em 21 de agosto após suspensão por influenza aviária, oferecendo entrada gratuita para crianças e atividades educativas sobre a doença. Atrações circenses e oficinas lúdicas estão programadas.