O Ministério Público Federal (MPF) investiga a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) por irregularidades no descarte de resíduos no Rio Paraíba do Sul, em Volta Redonda. A empresa MCI Reciclagem e Comércio é citada por possíveis violações ambientais.

O Ministério Público Federal (MPF) iniciou, na semana passada, um inquérito para apurar irregularidades no descarte de resíduos siderúrgicos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) no Rio Paraíba do Sul, em Volta Redonda, no estado do Rio de Janeiro. O procedimento investiga “possíveis irregularidades no descarte de resíduo agregado siderúrgico oriundo das escórias de aciaria”, resultantes das operações da CSN.
Os investigadores apontam indícios de que a empresa MCI Reciclagem e Comércio não estaria cumprindo os requisitos ambientais e legais necessários para a destinação adequada dos resíduos. Essa situação pode afetar a faixa marginal de proteção do rio, uma área sensível que requer cuidados especiais para preservar o ecossistema local.
A CSN já enfrentou críticas anteriormente por suas práticas ambientais, especialmente em relação ao manejo de resíduos industriais. As investigações atuais refletem uma continuidade das preocupações sobre a atuação da empresa em áreas próximas a corpos d'água, levantando questões sobre a responsabilidade ambiental das indústrias no Brasil.
O inquérito do MPF busca esclarecer a extensão das irregularidades e determinar as responsabilidades da MCI Reciclagem e Comércio e da CSN. A investigação é um passo importante para garantir que as normas ambientais sejam respeitadas e que a saúde pública e o meio ambiente sejam protegidos.
As ações do MPF são fundamentais para assegurar que as empresas operem dentro da legalidade e respeitem as normas que visam a proteção ambiental. A sociedade civil tem um papel crucial nesse processo, podendo exigir maior transparência e responsabilidade das indústrias em suas operações.
Nesta situação, a união da comunidade pode ser vital para apoiar iniciativas que promovam a recuperação ambiental e a proteção dos recursos hídricos. Projetos que visem a conscientização e a preservação do meio ambiente devem ser incentivados, mostrando que a mobilização social pode gerar mudanças significativas.

O Ibama atualizou o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental, incluindo novas categorias profissionais como Ecólogo e Técnicos em Biotecnologia, com prazo de 90 dias para inscrição. Essa mudança visa regulamentar a atuação desses profissionais e reforçar a gestão ambiental no Brasil.

Desastres climáticos no Brasil aumentaram drasticamente, com chuvas extremas dobrando entre 2020 e 2023, resultando em perdas econômicas de R$ 10,76 bilhões, afetando especialmente a agricultura.

O Distrito Federal enfrenta um período crítico de estiagem e baixas temperaturas, com alerta para riscos de queimadas e problemas respiratórios. O GDF intensifica ações preventivas e educativas.

O Brasil registrou uma queda significativa de 56,8% nos focos de calor em julho de 2025, refletindo ações governamentais e condições climáticas favoráveis. O Pantanal teve a maior redução, com 96,8% menos focos.

O Brasil emitiu seus primeiros créditos de carbono por agricultura regenerativa, com certificação da Verra, destacando-se no mercado global e promovendo práticas sustentáveis em propriedades rurais. A Fazenda Flórida, no Mato Grosso do Sul, é um modelo de sucesso, utilizando tecnologia avançada para monitoramento e promovendo resiliência climática e aumento da produtividade agrícola.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, desafiou a Sabesp a acelerar a despoluição dos rios Tietê e Pinheiros, com a meta de permitir a natação até 2029, enquanto a empresa anunciou um investimento de R$ 70 bilhões.