O Ministério Público Federal (MPF) investiga a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) por irregularidades no descarte de resíduos no Rio Paraíba do Sul, em Volta Redonda. A empresa MCI Reciclagem e Comércio é citada por possíveis violações ambientais.

O Ministério Público Federal (MPF) iniciou, na semana passada, um inquérito para apurar irregularidades no descarte de resíduos siderúrgicos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) no Rio Paraíba do Sul, em Volta Redonda, no estado do Rio de Janeiro. O procedimento investiga “possíveis irregularidades no descarte de resíduo agregado siderúrgico oriundo das escórias de aciaria”, resultantes das operações da CSN.
Os investigadores apontam indícios de que a empresa MCI Reciclagem e Comércio não estaria cumprindo os requisitos ambientais e legais necessários para a destinação adequada dos resíduos. Essa situação pode afetar a faixa marginal de proteção do rio, uma área sensível que requer cuidados especiais para preservar o ecossistema local.
A CSN já enfrentou críticas anteriormente por suas práticas ambientais, especialmente em relação ao manejo de resíduos industriais. As investigações atuais refletem uma continuidade das preocupações sobre a atuação da empresa em áreas próximas a corpos d'água, levantando questões sobre a responsabilidade ambiental das indústrias no Brasil.
O inquérito do MPF busca esclarecer a extensão das irregularidades e determinar as responsabilidades da MCI Reciclagem e Comércio e da CSN. A investigação é um passo importante para garantir que as normas ambientais sejam respeitadas e que a saúde pública e o meio ambiente sejam protegidos.
As ações do MPF são fundamentais para assegurar que as empresas operem dentro da legalidade e respeitem as normas que visam a proteção ambiental. A sociedade civil tem um papel crucial nesse processo, podendo exigir maior transparência e responsabilidade das indústrias em suas operações.
Nesta situação, a união da comunidade pode ser vital para apoiar iniciativas que promovam a recuperação ambiental e a proteção dos recursos hídricos. Projetos que visem a conscientização e a preservação do meio ambiente devem ser incentivados, mostrando que a mobilização social pode gerar mudanças significativas.

Baleia-jubarte resgatada em Ubatuba foi novamente libertada após ficar presa em rede de pesca. O Instituto Argonauta coordenou a operação, utilizando técnicas seguras de desenredamento. A baleia, avistada na Praia de Itamambuca, estava com a cabeça envolta em rede, mas foi resgatada com sucesso por mergulhadores. A operação contou com a presença de vários barcos, que foram afastados para garantir a segurança do animal e da equipe.

Pesquisadores da UFRPE identificaram novas plantas hiperacumuladoras de metais, como a Capparidastrum frondosum, e criaram o Inabim para avançar em agromineração e recuperação ambiental.

Incêndios florestais no Rio de Janeiro, especialmente na Zona Oeste, já somam 3.484 acionamentos em 2025, com foco em Recreio e Vargem Grande. Ações de prevenção e investigações estão em andamento.

A indústria de tintas no Brasil, representada pela Abrafati, busca reduzir em 25% sua pegada de carbono até 2030, com base nas emissões de 2023. O setor, que emitiu cerca de 44,5 mil toneladas de CO₂, enfrenta desafios significativos para alcançar essa meta.

Um estudo internacional revelou que microplásticos ingeridos por ratos podem atingir o cérebro rapidamente, resultando em perda de memória e habilidades motoras. Pesquisadores alertam sobre os riscos para humanos.

O Rio de Janeiro sediará o Fórum de Líderes Locais de 3 a 5 de novembro, reunindo prefeitos e governadores para discutir ações climáticas antes da COP30 em Belém. O evento visa fortalecer a liderança local na luta contra a crise climática, inspirando uma agenda colaborativa e ambiciosa.