Mudanças de humor, como depressão e ansiedade, podem ser sinais iniciais de demência, frequentemente ignorados. Diagnóstico precoce é vital para tratamento e qualidade de vida, segundo especialistas.

Mudanças de humor e aumento da ansiedade podem ser sinais precoces de demência. Embora a perda de memória seja o sintoma mais associado à demência, os primeiros indícios da condição podem se manifestar de maneira mais sutil. Segundo o neurologista Tim Rittman, alterações emocionais, como depressão e ansiedade persistentes, podem ser indícios iniciais de demência e frequentemente são ignoradas. Essas mudanças são muitas vezes atribuídas ao estresse ou ao envelhecimento, mas quando surgem acompanhadas de lapsos de memória, é hora de ficar alerta.
De acordo com a Alzheimer’s Society, os sinais mais comuns da demência incluem:
Quando a depressão e a ansiedade se somam a esses sintomas, é fundamental buscar ajuda médica. O diagnóstico precoce pode alterar significativamente o curso da doença, permitindo o início de tratamentos que retardam a progressão, melhorando a qualidade de vida do paciente e de seus familiares. Além disso, o acesso a redes de apoio e cuidados especializados se torna mais ágil.
Ao perceber episódios frequentes de irritabilidade, apatia ou preocupação sem motivo aparente, combinados com confusão mental ou dificuldade de concentração, é essencial consultar um neurologista. O diagnóstico precoce possibilita uma abordagem mais eficaz da demência, oferecendo suporte tanto para quem enfrenta a condição quanto para os cuidadores.
Especialistas também alertam para sintomas sutis da demência que costumam ser ignorados, como mudanças no apetite, perda de empatia, dificuldade com sarcasmo, inquietação noturna, comportamento compulsivo, isolamento social, alterações de visão e dificuldade em seguir tramas simples. Reconhecer esses sinais precocemente pode acelerar o diagnóstico e o tratamento adequado.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos. Projetos que visam aumentar a conscientização e o suporte a pacientes e familiares podem fazer uma diferença significativa na vida de muitos. É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a saúde mental e o bem-estar dos afetados pela demência.

A oncologista Janice Freitas apresentou palestra sobre câncer de pulmão na SES-DF, enfatizando a prevenção e os riscos do tabagismo, especialmente entre jovens. O ciclo de palestras visa educar profissionais de saúde até 2025.

Startup Robeauté, cofundada por Bertrand Duplat e Joanna Cartocci, desenvolve micro robô para intervenções cerebrais. Testes clínicos em humanos começam em breve, prometendo diagnósticos e tratamentos inovadores.

Tumores e doenças respiratórias geram 18,1% dos gastos hospitalares no Brasil. O Observatório Anahp 2025 revela que neoplasias e doenças respiratórias são responsáveis por quase um quarto das mortes e 704 mil novos casos de câncer são esperados anualmente até 2025.

Homens apresentam maior incidência de doenças e menor expectativa de vida que mulheres, conforme estudo da Universidade do Sul da Dinamarca. A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem busca reverter essa situação.

Nesta quarta e quinta-feira, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e o MetrôRio promovem vacinação contra gripe e sarampo em seis estações de metrô, das 8h30 às 16h, sem necessidade de passar pelas catracas. A estação Maracanã será ponto de vacinação apenas na quinta-feira. A iniciativa visa aumentar a cobertura vacinal, com mais de 20 mil vacinas aplicadas nos últimos dois anos. Para se vacinar, é necessário apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação. Grupos prioritários, como idosos, gestantes e trabalhadores da saúde, têm acesso à vacina contra a gripe, enquanto a vacinação contra o sarampo é voltada para adultos de 18 a 59 anos que não foram imunizados. Além das estações, as vacinas estão disponíveis em 240 salas de vacinação na cidade.

ABRAHCT revela mapeamento das Unidades de Transição de Cuidados, com apenas 32% da demanda atendida. A Associação Brasileira de Hospitais e Clínicas de Transição (ABRAHCT) divulgou um estudo inédito sobre as Unidades de Transição de Cuidados (UTCs) no Brasil, revelando a existência de 2.573 leitos, sendo apenas 181 destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS). O levantamento destaca a concentração desses serviços em regiões mais desenvolvidas, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e aponta uma cobertura de apenas 32% da demanda potencial. O setor, que movimenta R$ 41 milhões mensais e emprega mais de 4,7 mil profissionais, enfrenta desafios como a falta de integração entre os níveis de atenção à saúde e a escassez de profissionais especializados. A ABRAHCT propõe a criação de modelos de remuneração baseados em desempenho e a articulação de políticas públicas para melhorar a situação.