Mudanças de humor, como depressão e ansiedade, podem ser sinais iniciais de demência, frequentemente ignorados. Diagnóstico precoce é vital para tratamento e qualidade de vida, segundo especialistas.

Mudanças de humor e aumento da ansiedade podem ser sinais precoces de demência. Embora a perda de memória seja o sintoma mais associado à demência, os primeiros indícios da condição podem se manifestar de maneira mais sutil. Segundo o neurologista Tim Rittman, alterações emocionais, como depressão e ansiedade persistentes, podem ser indícios iniciais de demência e frequentemente são ignoradas. Essas mudanças são muitas vezes atribuídas ao estresse ou ao envelhecimento, mas quando surgem acompanhadas de lapsos de memória, é hora de ficar alerta.
De acordo com a Alzheimer’s Society, os sinais mais comuns da demência incluem:
Quando a depressão e a ansiedade se somam a esses sintomas, é fundamental buscar ajuda médica. O diagnóstico precoce pode alterar significativamente o curso da doença, permitindo o início de tratamentos que retardam a progressão, melhorando a qualidade de vida do paciente e de seus familiares. Além disso, o acesso a redes de apoio e cuidados especializados se torna mais ágil.
Ao perceber episódios frequentes de irritabilidade, apatia ou preocupação sem motivo aparente, combinados com confusão mental ou dificuldade de concentração, é essencial consultar um neurologista. O diagnóstico precoce possibilita uma abordagem mais eficaz da demência, oferecendo suporte tanto para quem enfrenta a condição quanto para os cuidadores.
Especialistas também alertam para sintomas sutis da demência que costumam ser ignorados, como mudanças no apetite, perda de empatia, dificuldade com sarcasmo, inquietação noturna, comportamento compulsivo, isolamento social, alterações de visão e dificuldade em seguir tramas simples. Reconhecer esses sinais precocemente pode acelerar o diagnóstico e o tratamento adequado.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos. Projetos que visam aumentar a conscientização e o suporte a pacientes e familiares podem fazer uma diferença significativa na vida de muitos. É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a saúde mental e o bem-estar dos afetados pela demência.

Desde 2015, o Brasil enfrenta uma queda na vacinação infantil, com 18 milhões de crianças sem imunização, agravada pela pandemia de Covid-19. A desinformação e desigualdades sociais são fatores críticos.

Um novo tratamento com sotatercept demonstrou reduzir em 76% o risco de morte e hospitalização em pacientes com hipertensão arterial pulmonar avançada, levando à interrupção do estudo para acesso imediato ao fármaco. A pesquisa, coautoria de Rogério Souza da USP, destaca a eficácia do medicamento em um cenário crítico, onde opções anteriores mostravam resultados limitados.

USP inaugura Cepix-CTC para expandir pesquisas em terapia celular e saúde pública. O novo centro visa desenvolver tecnologias acessíveis e fortalecer a autonomia do Brasil na área.

Apenas 17% da população brasileira conhece os fatores de risco do câncer colorretal, dificultando o diagnóstico precoce. Sintomas iniciais são frequentemente confundidos com problemas intestinais comuns.

Pesquisa da Universidade de Aston revela que o consumo de frutas frescas reduz sintomas depressivos, enquanto alimentos ultraprocessados aumentam ansiedade e estresse, destacando a importância da alimentação na saúde mental.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou um investimento de R$ 440 milhões para ampliar serviços especializados no SUS em dez estados e no DF, com foco na redução de filas e melhoria no atendimento. O Rio de Janeiro receberá R$ 200 milhões, priorizando ginecologia, ortopedia e oftalmologia.