Murilo Huff compartilha sua luta com o diabetes tipo 1 do filho Leo e destaca um tratamento inovador que trouxe dos EUA, além de clamar por acesso à insulina para outras famílias. Durante os festejos de São João em Salvador, o cantor emocionou ao falar sobre os desafios enfrentados e a importância de garantir recursos para o controle da doença.

Durante os festejos de São João em Salvador, o cantor Murilo Huff compartilhou detalhes emocionantes sobre o tratamento de seu filho, diagnosticado com diabetes tipo 1 em 2022. Em entrevista ao portal Alô Alô Bahia, ele destacou os desafios diários que a família enfrenta para controlar a glicemia do menino. “Diabetes é uma doença que todos os dias a gente mata um leão, sabe? A gente convive diariamente com a dificuldade de estar controlando a glicemia dele. Mas a gente faz isso da melhor maneira”, afirmou.
Recentemente, imagens do filho usando um dispositivo inovador chamaram a atenção nas redes sociais. Murilo explicou que esse equipamento faz parte de um tratamento que ele trouxe dos Estados Unidos, pois não existe no Brasil. “Esse botãozinho que saiu aí as notícias, foi um tratamento que eu trouxe pra ele dos Estados Unidos, porque não tem no Brasil. Na verdade tem similares, mas esse é até melhor”, disse o cantor, enfatizando seu compromisso com a saúde do menino.
Além de buscar o melhor tratamento para Leo, Murilo Huff tem utilizado sua visibilidade para abordar a questão do acesso à insulina, um problema que afeta muitas famílias brasileiras. Ele ressaltou a importância de chamar a atenção dos governantes para essa causa. “Eu levanto a bandeira dessa causa, porque pessoas que às vezes não têm acesso à insulina, que é uma medicação muito cara, sofrem muito com essa doença, principalmente crianças”, declarou.
O cantor também destacou que a luta por acesso à insulina é fundamental para garantir que todas as crianças com diabetes tenham a chance de viver com dignidade e saúde. Ele acredita que a conscientização sobre essa questão pode levar a mudanças significativas nas políticas de saúde pública.
Murilo Huff, ao compartilhar sua experiência, não apenas traz esperança para outras famílias que enfrentam desafios semelhantes, mas também inspira ações que podem melhorar a vida de muitas crianças. Sua dedicação à causa é um exemplo de como a visibilidade pode ser usada para promover mudanças sociais.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, garantindo que todas as crianças tenham acesso ao tratamento necessário para viver bem. A mobilização da sociedade civil é essencial para que essas questões sejam tratadas com a seriedade que merecem.

O Brasil registrou uma queda significativa de 76,2% nos casos de dengue no primeiro semestre de 2025, mas os números ainda são alarmantes. A vacinação, restrita a crianças, pode levar anos para impactar a epidemiologia da doença.

Câncer de pênis afeta mais de 21 mil homens no Brasil, com alta taxa de amputações. Especialistas alertam sobre a falta de informação e tabus que dificultam o diagnóstico precoce e o tratamento eficaz.

Cerca de 8,5 milhões de pessoas no mundo e 200 mil no Brasil convivem com a doença de Parkinson, que afeta a produção de dopamina e gera sintomas motores e não motores. O tratamento é multidisciplinar e visa melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Aneurisma cerebral é uma condição grave que pode levar a hemorragias e morte, com sintomas como dor de cabeça intensa e súbita. Conscientização sobre fatores de risco é essencial para prevenção e tratamento.

O Brasil registrou 1.003 mortes por dengue até a 20ª semana de 2025, uma queda em relação ao ano anterior, mas ainda alarmante, com São Paulo concentrando a maioria dos casos. A epidemia, impulsionada pelo subtipo dengue tipo 3, revela falhas na assistência à saúde, segundo especialistas.

Luciene de Souza, 27 anos, acusa médica de lesão corporal após complicações em cirurgia. Após implante de silicone, Luciene perdeu audição e mobilidade. A Polícia Civil investiga a médica Sandra Patricia Naranjo Gonzalez, que nega falhas.