O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) exibirá, em 17 de junho de 2025, o documentário "Ciro Fernandes: Matrizes da Memória", que retrata a vida e obra do artista. A produção de 28 minutos, dirigida por Claudia Rangel, é a primeira investigação acadêmica sobre Ciro Fernandes e destaca sua técnica na xilogravura e a conexão com a cultura popular brasileira. A exibição, gratuita e aberta ao público, visa refletir sobre a preservação do patrimônio imaterial e a importância da arte como resistência cultural.

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) realizará, no dia 17 de junho de 2025, uma exibição única e gratuita do documentário Ciro Fernandes: Matrizes da Memória, às 18h. Com duração de 28 minutos, o filme explora a vida e a obra de Ciro Fernandes, um dos principais nomes da xilogravura brasileira. A sessão é aberta ao público e promete uma imersão na trajetória do artista.
Dirigido por Claudia Rangel, o documentário é resultado de sua pesquisa de mestrado na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e representa a primeira investigação acadêmica sobre Ciro Fernandes. O filme inclui entrevistas e cenas do cotidiano do artista em seu ateliê, destacando a conexão de sua arte com as raízes do cordel e a memória cultural do Brasil.
Claudia Rangel afirma: “Este filme é uma tentativa de registrar não apenas sua técnica, mas a sabedoria popular e a potência de sua arte que atravessam suas matrizes.” O documentário vai além de uma simples biografia, propondo uma reflexão sobre a preservação do patrimônio imaterial por meio da oralidade, arquivos pessoais e matrizes xilográficas.
Além de retratar a vida de Ciro Fernandes, o filme também enfatiza como sua arte serve como um instrumento de resistência cultural e um legado vivo de uma história coletiva. A obra de Fernandes é um testemunho da riqueza da cultura popular brasileira e da importância da xilogravura como forma de expressão artística.
A exibição de Ciro Fernandes: Matrizes da Memória no MAM-RJ é uma oportunidade para o público conhecer mais sobre a arte popular e suas influências. O evento destaca a relevância de iniciativas que promovem a cultura e a arte, especialmente em tempos em que a preservação da memória coletiva se torna cada vez mais necessária.
Neste contexto, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que valorizem a cultura e a arte popular. A exibição do documentário é um convite para que todos se mobilizem em prol da preservação e promoção do patrimônio cultural brasileiro.

Alessandro Saade, CEO do Ensino Social Profissionalizante (Espro), destacou a importância de parcerias efetivas entre empresas e ONGs durante masterclass no Web Summit Rio 2025, criticando a superficialidade das agendas ESG. Ele defendeu uma abordagem integrada, enfatizando que a governança sólida e o impacto mensurável são essenciais para a transformação social.

Instituto Pacto Contra a Fome e a Secretaria de Desenvolvimento Social de São Paulo firmaram acordo para aprimorar políticas de combate à fome, incluindo a avaliação do Programa Bom Prato. A parceria visa mapear recursos de segurança alimentar e desenvolver soluções para a pobreza no estado, onde 11,8 milhões enfrentam insegurança alimentar.

Conceição Evaristo, escritora mineira, vendeu mais de 500 mil livros em 2023 e recebeu o troféu Juca Pato. Ela será destaque na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, promovendo a literatura afro-brasileira.

A Justiça do Rio de Janeiro condenou a FGV e o município de Macaé a pagar R$ 243 mil por danos morais coletivos devido a questões machistas em concurso público, mas não anulou o certame. A União Brasileira de Mulheres buscava a anulação do exame e uma indenização de R$ 10 milhões.

O Latam-GPT, projeto de código aberto liderado por instituições da América Latina, busca adaptar a inteligência artificial às culturas locais, com lançamento previsto para setembro. O foco inclui línguas indígenas e representação cultural.

Após sete anos do incêndio que devastou o Museu Nacional, a instituição reabre parcialmente com a mostra "Entre Gigantes", destacando o meteorito Bendegó e captando R$ 169,6 milhões para a recuperação total. A reabertura foi marcada por um evento com a presença de Andrea Costa, Roberto Medronho e Camilo Santana, que enfatizaram a importância do museu como espaço educacional e cultural. A visitação inclui três salões restaurados, com destaque para a Sala das Vigas, que preservará marcas do incêndio como testemunho histórico.