Atletas de Niterói se preparam para os Jogos Pan-Americanos de 2031, com destaque para Rafaelle Wetzel e Antônio Lourenço, que treinam em infraestrutura esportiva de ponta e recebem apoio financeiro da nova Bolsa Atleta.

Atletas de Niterói estão se preparando para brilhar nos Jogos Pan-Americanos de 2031, que podem ocorrer na cidade. Com o apoio de estruturas como o Parque Esportivo e Social do Caramujo e o Parque Poliesportivo da Concha Acústica, jovens talentos estão se destacando em várias modalidades. A prefeitura, em parceria com a cidade do Rio de Janeiro, busca trazer o evento para o Brasil, competindo com Assunção, no Paraguai. A nova lei da Bolsa Atleta oferece suporte financeiro a 240 atletas, incentivando o desenvolvimento esportivo local.
A velocista Rafaelle Wetzel Deodato, com apenas 16 anos, já conquistou 17 medalhas em competições e é uma das esperanças de medalha para o Brasil. Ela treina no Parque do Caramujo e participa de provas de atletismo, como os 100 metros e 400 metros com barreiras. Rafaelle destaca que o esporte lhe trouxe disciplina e aprendizado, além de oportunidades de viajar e competir. Sua história inspira outros jovens a se dedicarem ao esporte.
Outro atleta em ascensão é Antônio Lourenço dos Santos Neto, que, aos 15 anos, já acumula nove medalhas no lançamento de dardo e arremesso de disco. Ele começou sua trajetória no futebol, mas encontrou sua verdadeira paixão nas modalidades de atletismo. Antônio relata que, ao observar outros atletas, decidiu experimentar e nunca mais desistiu. O Parque do Caramujo, inaugurado há quatro anos, oferece mais de 20 modalidades esportivas gratuitamente, atendendo a mais de mil pessoas de diversas idades.
O gestor do Parque, Carlos Aveiro, enfatiza a importância do suporte social e psicológico para os jovens atletas, muitos dos quais enfrentam desafios pessoais significativos. Ele menciona a trajetória de Rafaelle, que foi criada pela avó após a mãe ter enfrentado dificuldades. O Parque não apenas promove o esporte, mas também busca transformar vidas por meio da inclusão social e do desenvolvimento emocional.
Além de Rafaelle e Antônio, outros jovens atletas, como os gêmeos Rafael e Samuel Dias, já se destacam no badminton, e Ryan Thomas, no wrestling. O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, reafirma o compromisso da cidade em investir no esporte, destacando que o surgimento de novos talentos é um sinal positivo para o futuro. A vice-prefeita, Isabel Swan, esteve em Lima, no Peru, para oficializar a candidatura de Niterói e Rio de Janeiro para sediar os Jogos Pan-Americanos de 2031.
A nova lei da Bolsa Atleta, sancionada em abril, prevê diferentes categorias de apoio financeiro, com valores que variam de R$ 750 a R$ 3 mil, dependendo da competição. O objetivo é formar atletas que possam representar Niterói em competições de alto nível, promovendo inclusão e diversidade no esporte. Iniciativas como essas merecem o apoio da sociedade, pois podem impactar positivamente a vida de muitos jovens atletas em busca de seus sonhos.

O Festival de Parintins, que ocorre de 30 de junho a 2 de julho, traz uma competição inovadora entre os bois Caprichoso e Garantido na coleta de assinaturas para um projeto de lei em defesa da Amazônia. Os bois disputam prêmios em dinheiro e acessos VIP ao festival, enquanto buscam mobilizar apoio para a destinação de terras a comunidades indígenas e extrativistas. A iniciativa, que já conta com mais de 300 mil assinaturas, visa alcançar 1,5 milhão até julho.

Heitor, um bebê com cardiopatia, passou cinco meses na UTI Neonatal, e sua chegada motivou o avô Dico a enfrentar um câncer de próstata, aumentando suas chances de tratamento. A conexão entre eles é inspiradora.

O microcrédito, que já trouxe avanços ao Nordeste, agora se expande para as regiões Norte e Centro-Oeste com um investimento de R$ 1 bilhão. O ministro Waldez Góes destaca a importância dessa iniciativa para o desenvolvimento local.

A Leapy, edtech fundada em 2022, captou R$ 12 milhões para expandir seu modelo de formação de jovens aprendizes, alcançando uma taxa de efetivação de 48%. A meta é impactar 15 mil jovens até 2026.

Estudante de 15 anos do Colégio Presbiteriano Mackenzie foi encontrada desmaiada após sofrer bullying e racismo. A escola investiga o caso e cobre custos de internação. A adolescente, que estava internada após uma tentativa de suicídio, enfrentou ofensas racistas por mais de um ano. A família registrou boletim de ocorrência e busca justiça.

Jonathan Haidt, psicólogo social, alertou sobre a "epidemia silenciosa" do uso excessivo de smartphones entre jovens no 6º Congresso Socioemocional LIV, propondo adiar o acesso a celulares e elogiando regulamentações brasileiras nas escolas.