A Defensoria Pública do Distrito Federal lançou uma plataforma digital para reunir currículos de estudantes em busca de até 797 vagas de estágio, promovendo maior agilidade e transparência no processo seletivo. A iniciativa, em parceria com a Secretaria de Economia e o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), visa facilitar o acesso de jovens ao mercado de trabalho. Para participar, os interessados devem se cadastrar no site e anexar seu currículo, seguindo os critérios do edital publicado.

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), através da Escola de Assistência Jurídica (Easjur/DPDF), lançou uma nova plataforma digital que visa reunir currículos de estudantes interessados em vagas de estágio. Essa ferramenta facilitará a seleção para até 797 oportunidades em diversos órgãos do governo, abrangendo alunos de níveis médio, técnico e superior.
Para participar, os interessados devem realizar o cadastro no site, preencher as informações solicitadas e anexar o currículo. As vagas são parte de um novo processo de seleção promovido pela Secretaria de Economia, em colaboração com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).
O objetivo principal da iniciativa é tornar a contratação de estagiários mais ágil e transparente, além de ampliar o acesso de jovens ao mercado de trabalho. A seleção será baseada nas informações cadastradas, seguindo critérios estabelecidos pelo edital publicado no Diário Oficial.
Essa ação se alinha a outras iniciativas da DPDF voltadas para a inclusão de jovens no mercado de trabalho, como programas de estágio e parcerias com órgãos governamentais. A nova plataforma representa um passo importante para facilitar a inserção de estudantes em experiências profissionais.
Além de oferecer oportunidades, a plataforma também busca promover a transparência no processo de seleção, um aspecto fundamental para garantir a confiança dos participantes. Com essa inovação, a DPDF reafirma seu compromisso com a formação e o desenvolvimento profissional dos jovens.
Iniciativas como essa podem ser impulsionadas pela sociedade civil, que pode se unir para apoiar projetos que visem a inclusão e a capacitação de jovens. A união de esforços pode fazer a diferença na vida de muitos estudantes, proporcionando-lhes oportunidades valiosas no mercado de trabalho.

O Brasil enfrenta um déficit de mão de obra qualificada na Revolução 4.0, com a necessidade de formar 14 milhões de trabalhadores até 2027, impactando a competitividade industrial. A falta de profissionais capacitados, especialmente em Tecnologia da Informação, é alarmante, com 81% dos empregadores enfrentando dificuldades. A mudança de interesse dos jovens pela indústria para o empreendedorismo agrava a situação.

O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a utilização de inteligência artificial para corrigir provas do Enem e lançou uma plataforma de estudos gratuita. O governo de São Paulo já testa IA para corrigir deveres de casa.

A Universidade Católica de Brasília (UCB) anuncia um novo campus na Asa Sul e a implementação da inteligência artificial 'M' para suporte educacional. O reitor Carlos Longo destaca a ampliação da presença da instituição e a inovação no ensino a distância.

A Quero Bolsa lançou inscrições para um curso preparatório gratuito para o Enem 2025, em parceria com a Estuda.com, oferecendo videoaulas e simulados com correção especializada. O programa, que ocorre entre agosto e outubro, inclui diagnósticos de desempenho e apoio de professores voluntários, visando democratizar o acesso ao ensino superior.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que destina parte do lucro do pré-sal para políticas de permanência estudantil em universidades públicas, visando reduzir a evasão de cotistas. A proposta, que altera a Lei nº 12.858/2013, permitirá que instituições de ensino tenham recursos para oferecer bolsas a estudantes em situação de vulnerabilidade. A médica e professora da USP, Ludhmila Hajjar, destacou a importância da aprovação, que segue agora para sanção presidencial, com boas expectativas de se tornar um programa social permanente.

A violência escolar triplicou em dez anos, com 13,1 mil atendimentos em 2023. A Fapesp destaca que a maioria dos casos envolve agressões físicas e psicológicas, com amigos como agressores em 35,9% das situações. Especialistas apontam melhorias nos registros e comunidades virtuais como fatores do aumento. Iniciativas são necessárias para reduzir essa crise.