O novo Plano Nacional de Educação (PNE) 2025-2035 visa ampliar o acesso e a qualidade da educação no Brasil, com metas ambiciosas e um forte envolvimento da sociedade civil. Com 58 metas e mais de 100 indicadores, o PNE busca universalizar a educação infantil e melhorar a alfabetização, enfrentando desafios históricos e promovendo equidade.

A educação brasileira se encontra em um momento decisivo, com a definição de metas que guiarão as políticas educacionais pelos próximos dez anos. É fundamental avaliar criticamente os resultados do ciclo anterior e as novas propostas do Governo Federal. A meta anterior de atender cinquenta por cento das crianças de zero a três anos em creches não foi atingida, com apenas trinta e sete por cento matriculadas. O novo Plano Nacional de Educação (PNE) visa aumentar essa cobertura para sessenta por cento, exigindo um incremento significativo nas vagas disponíveis.
No ensino fundamental, a meta era garantir acesso universal e que noventa e cinco por cento dos alunos concluíssem essa etapa na idade adequada. Em 2023, noventa e cinco vírgula sete por cento frequentavam a escola, mas apenas oitenta e quatro vírgula três por cento finalizaram na idade correta. O novo PNE propõe universalizar o acesso à educação para a população de seis a dezessete anos e garantir que cem por cento conclua o quinto ano na idade certa, noventa e cinco por cento o nono ano e oitenta e cinco por cento o ensino médio.
A expansão da educação em tempo integral também é um foco importante. Em 2022, dezoito por cento das matrículas na educação básica eram em tempo integral, com desigualdades regionais significativas. O Nordeste ofereceu vinte e três por cento, enquanto o Norte apenas oito vírgula quatro por cento. O novo PNE estabelece a meta de que cinquenta e cinco por cento das escolas ofereçam essa modalidade, atendendo quarenta por cento dos estudantes.
No que diz respeito à Educação Profissional e Tecnológica (EPT), o plano anterior previa triplicar as matrículas, com pelo menos cinquenta por cento na rede pública. Contudo, dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) mostram um crescimento de apenas cinquenta e um por cento na última década. O novo plano apresenta uma meta mais modesta: oferecer EPT a cinquenta por cento das matrículas do ensino médio de forma integrada.
Como relator do Projeto de Lei nº 2614/2024, que institui o novo PNE, e ao lado da deputada Tabata Amaral, coordenamos uma mobilização nacional para debater as metas propostas. Nos últimos meses, realizamos diversas audiências públicas e seminários, com a participação de especialistas e profissionais da educação. O resultado desse amplo debate destaca três eixos centrais: ampliação das metas de atendimento, melhoria da qualidade da aprendizagem e aprimoramento do monitoramento dos resultados.
O novo PNE, com vigência de 2025 a 2035, traz cinquenta e oito metas e mais de uma centena de indicadores para acompanhamento. Após essa intensa jornada de escuta e colaboração, a expectativa é apresentar a primeira versão do parecer em agosto. Projetos que visam a melhoria da educação devem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na construção de um futuro mais justo e igualitário para nossas crianças e jovens.

Estão abertas as inscrições para 17 cursos gratuitos do Senai-MG, com 1437 vagas para jovens de 14 a 23 anos. As provas de seleção ocorrem em julho e as aulas começam em setembro de 2025.

Um estudo recente revela que 24,5% dos alunos de escolas particulares em São Paulo têm conhecimento insuficiente em Matemática, superando índices de outros estados. Essa situação evidencia a necessidade urgente de novas políticas públicas para melhorar o ensino.

A Unicamp lançou quatorze cursos online gratuitos na Coursera, abrangendo saúde, educação e logística, com opção de certificado mediante taxa. Acesso livre e flexível para todos.

A Seequent disponibilizará até quinhentas licenças gratuitas de softwares de geociências para estudantes do Programa Desenvolver 2025 da Vale, visando formar novos geocientistas na América Latina. Essa colaboração busca suprir a demanda crescente por profissionais na área, oferecendo ferramentas como Leapfrog e Oasis Montaj, que facilitam o modelamento do subsolo.

Pesquisadores revelam que a perda do olfato pode preceder a memória na doença de Alzheimer, com microglia destruindo fibras nervosas no bulbo olfatório. Intervenções precoces podem ser viáveis.

Estão abertas as inscrições para 1.891 vagas em cursos gratuitos de turismo oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e o Ministério do Turismo (MTur) até 16 de maio. A seleção é por ordem de inscrição.