O Núcleo de Pesquisa Pescado para Saúde, com apoio da FAPESP, lançou três materiais educativos sobre os benefícios do consumo de pescado em todas as fases da vida. O projeto visa promover uma alimentação saudável e informada.

O Núcleo de Pesquisa Pescado para Saúde, com apoio da FAPESP, lançou recentemente três materiais educativos para promover o consumo de pescado em diversas faixas etárias. As publicações incluem um livro, uma cartilha-resumo e um gibi ilustrado, todos focando nos benefícios do pescado para a saúde ao longo da vida. O livro, intitulado Pescado para promoção da saúde nos diferentes ciclos e estilos de vida, é acessível gratuitamente em formato digital pelo Portal de Livros Abertos da USP.
Este livro aborda os efeitos do consumo de pescado em diferentes fases da vida, como gestação, infância, adolescência, vida adulta e envelhecimento. Ele oferece informações técnicas e científicas que podem ser úteis para pesquisadores, profissionais de saúde e o público em geral. Além de discutir os benefícios para a saúde cardiovascular e o desenvolvimento neurocognitivo, o livro também aborda temas como segurança alimentar e preparo adequado do pescado.
A cartilha-resumo, elaborada para o público em geral, apresenta de forma concisa e ilustrada o conceito de pescado, sua composição e recomendações de consumo. Segundo Jéssica Levy, pesquisadora do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP) e uma das organizadoras do livro, o objetivo é apoiar decisões informadas e estimular uma relação mais saudável com o pescado.
Uma das inovações do projeto é o gibi ilustrado Turma do Peixoto, que visa promover a educação alimentar infantil. Com uma narrativa leve e personagens carismáticos, o gibi ensina as crianças sobre os benefícios do pescado, como aumento de energia e concentração. A história culmina em uma confraternização com receitas à base de peixes e frutos do mar, incentivando as crianças a se tornarem agentes de mudança em suas casas e comunidades.
Os novos materiais já estão sendo distribuídos em ações presenciais, oficinas e eventos científicos, além de atividades voltadas para crianças. A coordenadora de comunicação do Núcleo de Pesquisa Pescado para Saúde, Cristiane Neiva, destaca a importância de inspirar atitudes nas crianças, transformando-as em protagonistas na promoção de hábitos alimentares saudáveis.
Iniciativas como essa são fundamentais para a promoção da saúde e bem-estar da população. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para projetos que incentivem a educação alimentar e o consumo consciente de pescado, beneficiando assim a saúde coletiva e o desenvolvimento sustentável.

A Editora Estudos Amazônicos, com quinze anos de experiência, marcará presença na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, de 13 a 22 de junho, promovendo a cultura e a preservação ambiental da Amazônia. A participação visa destacar obras que dialogam com os objetivos da COP30, conferência da ONU que ocorrerá em novembro em Belém, no Pará.

A Unicamp aprovou cotas para pessoas trans, travestis e não binárias, gerando reações políticas e tentativas de anulação por parlamentares, em meio a um aumento de projetos de lei antitrans no Brasil.

A Asics revela que 65% dos donos de cães se sentem motivados a se exercitar por seus pets, destacando a influência positiva dos animais na saúde mental. A campanha #MindsBestFriend promove interação entre tutores e cães.

Cientista brasileira Giovanna Collar, de 28 anos, conquista bolsa em Harvard e prêmio “One to Watch” pela Alzheimer’s Association, ao investigar fatores de resiliência contra o Alzheimer, que pode surgir antes da velhice.

A diretora Marianna Brennand receberá o prêmio Women In Motion Emerging Talent Award 2025 em Cannes, destacando seu filme "Manas", que aborda a vida de uma jovem em vulnerabilidade. A obra retrata a exploração e os abusos enfrentados por Tielle, uma garota de treze anos da Ilha do Marajó, no Pará. O elenco conta com Dira Paes, Rômulo Braga e Fátima Macedo.

A cineasta Marianna Brennand lança "Manas", um filme que aborda abusos infantis na Ilha de Marajó, evitando reviver traumas nas vítimas. O longa, premiado em Veneza, busca empoderar as vítimas e iluminar uma questão urgente.