Pacientes diabéticos enfrentam confusão sobre Índice Glicêmico e Carga Glicêmica, impactados por informações erradas nas redes sociais. Profissionais de saúde devem usar linguagem acessível para esclarecer esses conceitos. A crescente desinformação nas redes sociais tem gerado confusão entre pacientes diabéticos sobre o Índice Glicêmico (IG) e a Carga Glicêmica (CG). Muitos chegam ao consultório com receios infundados sobre alimentos com alto IG, sem compreender o que isso realmente significa. O IG, criado em mil novecentos e oitenta e um, mede a velocidade de absorção dos carboidratos e seu impacto na glicose sanguínea. Alimentos com IG baixo, como feijão e maçã, promovem uma absorção mais lenta, enquanto os de IG alto, como batata frita e farinha de trigo, causam picos glicêmicos. A CG, por sua vez, considera a qualidade e a quantidade do carboidrato, sendo essencial para um controle alimentar eficaz. Profissionais de saúde têm a responsabilidade ética de comunicar esses conceitos de forma clara e acessível, evitando o uso excessivo de jargões técnicos.

A comunicação acessível na área da saúde é essencial, especialmente quando se trata de conceitos como Índice Glicêmico (IG) e Carga Glicêmica (CG). Recentemente, muitos pacientes diabéticos têm se mostrado confusos sobre esses termos, influenciados por informações distorcidas nas redes sociais. Essa situação destaca a necessidade de uma abordagem mais clara e simples por parte dos profissionais de saúde.
O uso excessivo de jargões técnicos em conversas informais pode dificultar a compreensão do público leigo. Embora essa linguagem seja apropriada em ambientes acadêmicos, é fundamental que os profissionais adaptem sua comunicação para torná-la mais acessível. Exemplos e analogias são ferramentas eficazes para facilitar a compreensão e devem ser utilizados sempre que possível.
O Índice Glicêmico, criado em mil novecentos e oitenta e um, mede a velocidade com que o carboidrato de um alimento é digerido e absorvido, elevando a glicose no sangue. Alimentos com IG alto, como batata frita e farinha de trigo, causam picos de glicose, enquanto aqueles com IG baixo, como feijão e maçã, promovem uma absorção mais lenta e estável. Essa informação é crucial para pacientes diabéticos, que muitas vezes chegam com receios infundados sobre certos alimentos.
Além do IG, a Carga Glicêmica considera tanto a qualidade quanto a quantidade do carboidrato. Ela é calculada multiplicando o IG pelo teor de carboidrato do alimento. Alimentos com baixa carga glicêmica, como cereais integrais e feijão, são benéficos para o controle dos níveis de glicose e insulina no sangue. Essa abordagem mais abrangente pode ajudar os pacientes a fazer escolhas alimentares mais informadas.
É importante ressaltar que o IG pode variar devido a fatores como o modo de preparo e a textura dos alimentos. Por exemplo, sucos têm um IG mais alto do que a fruta in natura, e purês de batata apresentam índices glicêmicos elevados em comparação com batatas cozidas inteiras. Portanto, é essencial que os leigos compreendam essas nuances para evitar confusões ao escolher alimentos apenas com base no IG.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar iniciativas que promovam a educação alimentar e a saúde. Projetos que busquem esclarecer esses conceitos e oferecer suporte a pacientes diabéticos podem fazer uma diferença significativa na vida de muitas pessoas. A conscientização e o apoio comunitário são fundamentais para melhorar a saúde e o bem-estar de todos.

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